f. na RTP 2
Não percebo o que leva Agostinho Branquinho a comentar com tanto empenho a escolha da f. para um programa sobre bairros sociais que, parece, vai passar na RTP2. O PSD deveria posicionar-se na discussão de coisas um bocadinho mais importantes. Um programa na RTP 2 não tem importância nenhuma. Ainda por cima, a razão apresentada por Branquinho para justificar a sua intervenção é do mais esfarrapado que existe. Até eu, que não conheço a comunicação social por dentro, sei que é prática habitual as produtoras escolherem os apresentadores; aliás, nenhum quadro da RTP trabalharia de graça para uma produtora externa. Cheira a intriga que tresanda. Por mais simpatia pessoal que tenha por Menezes, este tipo de PSD não leva o meu voto.

essa simpatia é que é preocupante
Comentário por am — Abril 6, 2008 @ 8:05 am
Percebo que não possa ir muito para além disto, Rodrigo, mas está bem, é simpático e faz alguma justiça.
Cumprimentos,
ana
Comentário por Ana Matos Pires — Abril 6, 2008 @ 10:41 am
Que amiga dedicada que você é ó Ana. Compreende-se no seu caso a necessidade de se colar a uma figura pública, mas acha bem as figuras servis e idiotas a que se presta? Quando a Câncio lhe pedir para defecar você pergunta-lhe de que cor é que quer?
Comentário por Crisóstomo — Abril 6, 2008 @ 1:31 pm
Ana,
Não vou mais além, porque não me apetece, nem sequer julgo necessário. Gostaria que o PSD se preocupasse com coisas mais importantes para o país. Apenas isso. Quando se cai neste tipo de abordagem, então a coisa bateu no fundo.
RAF
Comentário por RAF — Abril 6, 2008 @ 4:39 pm
O “possa” foi utilizado nesse sentido, Rodrigo. Sabe, julgo eu, que respeito divergências e que reajo a javardices - já o fiz em relação em si.
Um abraço,
ana
Comentário por Ana Matos Pires — Abril 6, 2008 @ 9:12 pm
Ana,
Se “possa” foi utilizado no sentido que fala, então ok, já cá não está quem falou. O comentário, no sentido em que estava, parecia ser um pouco infeliz, como se eu estivesse condicionado por alguma coisa. Fica composto o ramalhete. Todos temos direito aos nossos maus momentos e imprecisões (então eu, que como a Ana bem diz, preciso que me alertem para as minhas “javardices”, quem sou eu para levar a mal as pequenas infelicidades - ou imprecisões - dos outros)…
Comentário por RAF — Abril 7, 2008 @ 9:25 am
Bolas, Rodrigo, não me faço mesmo entender. Com “já o fiz em relação a si” quis dizer, já reagi quando foram javardos consigo, lembra-se?
Comentário por Ana Matos Pires — Abril 7, 2008 @ 12:08 pm
Ana,

Isto está dificil
A linguagem escrita presta-se a equivocos.
Comentário por RAF — Abril 7, 2008 @ 2:56 pm
Ufa, que alívio.
Comentário por Ana Matos Pires — Abril 7, 2008 @ 4:07 pm
[...] e condicionamento de José Sócrates, trazendo para o debate insinuações sobre Fernanda Câncio merecem as mesmas críticas que foram feitas aos responsáveis do PSD, com a gravidade que Louçã trouxe-as para o [...]
Pingback por Moralismo de pacotilha « O Insurgente — Junho 1, 2008 @ 4:32 pm