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	<title>Comentários em: “Rumsfeldiana”</title>
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	<pubDate>Mon, 12 May 2008 08:47:40 +0000</pubDate>
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		<title>Por: lucklucky</title>
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		<dc:creator>lucklucky</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 22:40:12 +0000</pubDate>
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		<description>"As movimentações dos neocon’s junto da Administração americana para invasão do Iraque terão começado em 1998, ainda no tempo do consulado de Clinton.
O 11 de Setembro terá ajudado a legitimar a intervenção, criando um ambiente propício ao financiamento da guerra junto do Congresso."

Como explicar um apoio tão extenso, quer para o Iraq Liberation Act e para a Invasão? Neocons? Ou os relatórios dos Servições Secretos nas comissões do Congresso?

-------------------

Sim o post foi meu. Recupero o parágrafo que me fez mais confusão.

"A administração norte-americana mentiu sobre as motivações para a ocupação militar do Iraque quando usou o argumento das armas de destruição massiva como ‘casus belli’. Mas ao contrário das teorias conspiratórias, fê-lo precisamente por acreditar na sua existência. O argumento da guerra preventiva, associado a um ideal absurdo de democratização do Médio Oriente a tiro de canhão foi julgado mais aceitável para o moralismo internacionalista do que a lógica geopolítica de transformação do balanço de poderes no Golfo Pérsico, usando a ocupação do Iraque para pressionar a Arábia Saudita a agir contra o jihadismo."


Primeiro deve-se dizer que as administrações Clinton e Bush identificaram muitas razões para a queda de Saddam.E elas: ADM e violação das resoluções da ONU respeitantes ás ADM, violação dos direitos humanos, análise de que Saddam não era contível, a tentativa de assassínio do anterior Presidente Bush(Pai) em meados dos anos 90, e o facto de como diz as sanções estarem no fim da linha de vida util.  

 "programas iraquianos de WMD’s, nem decididos a promover a destituição de Saddam (os meios propostos não eram necessariamente militares). Mas era uma preocupação de “longo prazo”:" 
 
Tudo o que li diz-me que as ADM foram sempre a preocupação central e nada a longo prazo, aliás é difícil perceber como as ADM seria contidas mesmo com eventuais sanções uma vez que nada impede um atentado ou transferência de tecnologia.
Recordo-me de que as primeira reacções de todas foram a guerra preventiva por causa das ADM seguindo-se ao choque do 911. Foram esse os primeiros argumentos mais tarde explicitados em que não se devia esperar que a ameaça fosse iminente porque aí já seria tarde de mais.Medo. "Regime change" e democratização que já vinha do Iraq Liberation Act foram "layers" posteriores para conseguir mais apoio. Aliás na própria Administração Bush só as ADM faziam o pleno do apoio. 
Colin Powell ex-chefe das Forças Armadas teve sempre uma reacção epidérmica ao uso do Exército para algo que não a Guerra, e apesar de estar no Departemento de Estado não deixou de influenciar. 
Rumsfeld apesar de ter Wolfowitz como secretário nunca pensou em ocupações para mais de 6 meses.

"O que sugeri é que houve uma motivação mais importante (e não explicitada): a ocupação militar do Iraque pretendia alterar de forma “permanente” o equilíbrio geopolítico do Golfo Pérsico."

Discordo do "não explicitada", ao se falar de Democracia e "Regime Change" no Iraque está naturalmente implicito a alteração do equilíbrio Geopolítico. Concordaria consigo na "Mentira" se os EUA tivessem falado de Democracia e nada tivessem feito para ela acontecer. Ora não foi esse o caso. Aliás o próprio Bush falou em alteração geopolítica mais explicitamente( não tive tempo de encontrar o discurso mas tenho esta referência):

"WASHINGTON -- A classified State Department report expresses doubt that installing a new regime in Iraq will foster the spread of democracy in the Middle East, a claim President Bush has made in trying to build support for a war, according to intelligence officials familiar with the document."


http://www.commondreams.org/headlines03/0314-06.htm

 
-------------------------

Por acaso, até vivi nos EUA durante parte desse tempo, portanto, de facto, não estava cá…

Touché.

"Como é que Fernando Gabriel sabe isso? Como prova a veracidade desta sua afirmação?"

 Mas então é uma conspiração Bush+Clinton e 90% da política americana e dos media durante os anos 90, mais os Serviços Secretos Europeus que sabiam que Saddam não tinha ADM? Argumentos extraordinários necessitam de um pouco mais de solidez para serem tomados a sério.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;As movimentações dos neocon’s junto da Administração americana para invasão do Iraque terão começado em 1998, ainda no tempo do consulado de Clinton.<br />
O 11 de Setembro terá ajudado a legitimar a intervenção, criando um ambiente propício ao financiamento da guerra junto do Congresso.&#8221;</p>
<p>Como explicar um apoio tão extenso, quer para o Iraq Liberation Act e para a Invasão? Neocons? Ou os relatórios dos Servições Secretos nas comissões do Congresso?</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Sim o post foi meu. Recupero o parágrafo que me fez mais confusão.</p>
<p>&#8220;A administração norte-americana mentiu sobre as motivações para a ocupação militar do Iraque quando usou o argumento das armas de destruição massiva como ‘casus belli’. Mas ao contrário das teorias conspiratórias, fê-lo precisamente por acreditar na sua existência. O argumento da guerra preventiva, associado a um ideal absurdo de democratização do Médio Oriente a tiro de canhão foi julgado mais aceitável para o moralismo internacionalista do que a lógica geopolítica de transformação do balanço de poderes no Golfo Pérsico, usando a ocupação do Iraque para pressionar a Arábia Saudita a agir contra o jihadismo.&#8221;</p>
<p>Primeiro deve-se dizer que as administrações Clinton e Bush identificaram muitas razões para a queda de Saddam.E elas: ADM e violação das resoluções da ONU respeitantes ás ADM, violação dos direitos humanos, análise de que Saddam não era contível, a tentativa de assassínio do anterior Presidente Bush(Pai) em meados dos anos 90, e o facto de como diz as sanções estarem no fim da linha de vida util.  </p>
<p> &#8220;programas iraquianos de WMD’s, nem decididos a promover a destituição de Saddam (os meios propostos não eram necessariamente militares). Mas era uma preocupação de “longo prazo”:&#8221; </p>
<p>Tudo o que li diz-me que as ADM foram sempre a preocupação central e nada a longo prazo, aliás é difícil perceber como as ADM seria contidas mesmo com eventuais sanções uma vez que nada impede um atentado ou transferência de tecnologia.<br />
Recordo-me de que as primeira reacções de todas foram a guerra preventiva por causa das ADM seguindo-se ao choque do 911. Foram esse os primeiros argumentos mais tarde explicitados em que não se devia esperar que a ameaça fosse iminente porque aí já seria tarde de mais.Medo. &#8220;Regime change&#8221; e democratização que já vinha do Iraq Liberation Act foram &#8220;layers&#8221; posteriores para conseguir mais apoio. Aliás na própria Administração Bush só as ADM faziam o pleno do apoio.<br />
Colin Powell ex-chefe das Forças Armadas teve sempre uma reacção epidérmica ao uso do Exército para algo que não a Guerra, e apesar de estar no Departemento de Estado não deixou de influenciar.<br />
Rumsfeld apesar de ter Wolfowitz como secretário nunca pensou em ocupações para mais de 6 meses.</p>
<p>&#8220;O que sugeri é que houve uma motivação mais importante (e não explicitada): a ocupação militar do Iraque pretendia alterar de forma “permanente” o equilíbrio geopolítico do Golfo Pérsico.&#8221;</p>
<p>Discordo do &#8220;não explicitada&#8221;, ao se falar de Democracia e &#8220;Regime Change&#8221; no Iraque está naturalmente implicito a alteração do equilíbrio Geopolítico. Concordaria consigo na &#8220;Mentira&#8221; se os EUA tivessem falado de Democracia e nada tivessem feito para ela acontecer. Ora não foi esse o caso. Aliás o próprio Bush falou em alteração geopolítica mais explicitamente( não tive tempo de encontrar o discurso mas tenho esta referência):</p>
<p>&#8220;WASHINGTON &#8212; A classified State Department report expresses doubt that installing a new regime in Iraq will foster the spread of democracy in the Middle East, a claim President Bush has made in trying to build support for a war, according to intelligence officials familiar with the document.&#8221;</p>
<p><a href="http://www.commondreams.org/headlines03/0314-06.htm" rel="nofollow">http://www.commondreams.org/headlines03/0314-06.htm</a></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Por acaso, até vivi nos EUA durante parte desse tempo, portanto, de facto, não estava cá…</p>
<p>Touché.</p>
<p>&#8220;Como é que Fernando Gabriel sabe isso? Como prova a veracidade desta sua afirmação?&#8221;</p>
<p> Mas então é uma conspiração Bush+Clinton e 90% da política americana e dos media durante os anos 90, mais os Serviços Secretos Europeus que sabiam que Saddam não tinha ADM? Argumentos extraordinários necessitam de um pouco mais de solidez para serem tomados a sério.</p>
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	<item>
		<title>Por: Luís Lavoura</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/27/%e2%80%9crumsfeldiana%e2%80%9d/#comment-15250</link>
		<dc:creator>Luís Lavoura</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 12:59:42 +0000</pubDate>
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		<description>"O Luis Lavoura não estava cá quando Clinton era Presidente?"

Por acaso, até vivi nos EUA durante parte desse tempo, portanto, de facto, não estava cá...

A minha opinião sobre Clinton em geral, e a sua política externa em particular, é péssima. Nunca defendi Clinton. E não quero ver a mulher del no poleiro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O Luis Lavoura não estava cá quando Clinton era Presidente?&#8221;</p>
<p>Por acaso, até vivi nos EUA durante parte desse tempo, portanto, de facto, não estava cá&#8230;</p>
<p>A minha opinião sobre Clinton em geral, e a sua política externa em particular, é péssima. Nunca defendi Clinton. E não quero ver a mulher del no poleiro.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: FCG</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/27/%e2%80%9crumsfeldiana%e2%80%9d/#comment-15242</link>
		<dc:creator>FCG</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 11:10:30 +0000</pubDate>
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		<description>Lucklucky, supondo que o comentário colocado na página do artigo é seu, tenho uma observação a fazer sobre a parte que me diz respeito. Diz que estou “mal informado” e cita William Clinton e o conteúdo do Iraq Liberation Act. Sucede que nos primeiros tempos de existência do Insurgente, referi explicitamente o conteúdo do Iraq Liberation Act, num comentário sobre as respectivas as semelhanças e diferenças com a chamada “doutrina Bush”. Dispenso que me recomende aquilo que manifestamente conheço –e que saberia que conheço se não estivesse... mal informado.

Ainda assim é perfeitamente possível que eu esteja “mal informado”, atendendo ao carácter impreciso do juízo qualitativo que faz. Posso assegurar-lhe que nunca estive nem estarei totalmente informado: todos os dias há artigos, ensaios e notícias interessantes que ficam por ler. No entanto esforço-me por prestar atenção ao que leio e isso é mais do que o lucklucky poderá dizer acerca de si no que respeita à leitura do que escrevo. Não é o único e não precisará de procurar muito nem muito longe para encontrar casos verdadeiramente patéticos de incompetência lógica e de gente que lê não para compreender mas para melhor distorcer —o que não é o seu caso.

Vou tentar explicar melhor: não disse que os EUA não estavam preocupados com os programas iraquianos de WMD’s, nem decididos a promover a destituição de Saddam (os meios propostos não eram necessariamente militares). Mas era uma preocupação de “longo prazo”: o regime de sanções da ONU não duraria para sempre e portanto o (caríssimo) esquema de contenção de Saddam terminaria mais tarde ou mais cedo. Sobre isto escrevi noutra ocasião, tal como também já me tinha referido à “intelligence” relativa aos programas de WMD’s iraquianos noutro artigo para o DE, de 06-12-2007, onde abordei o livro de Bob Drogin sobre o informador “Curveball”. O que sugeri é que houve uma motivação mais importante (e não explicitada): a ocupação militar do Iraque pretendia alterar de forma “permanente” o equilíbrio geopolítico do Golfo Pérsico. Note que nem sequer dei a minha opinião pessoal sobre a razoabilidade da ideia. Se não concorda, paciência, mas isso nada tem a ver com a qualidade da minha informação.

A terminar sugiro ao Filipe Abrantes que leia, se puder, o artigo de Tom Chatfield no número de Abril da Prospect (“Whispers in the Desert”): é uma descrição completa e equilibrada do actual estado de coisas em termos das investigações sobre os programas iraquianos de WMD’s. Poderá ajudar a tornar mais clara a questão pertinente da “ausência de prova” vs. “prova de ausência”.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lucklucky, supondo que o comentário colocado na página do artigo é seu, tenho uma observação a fazer sobre a parte que me diz respeito. Diz que estou “mal informado” e cita William Clinton e o conteúdo do Iraq Liberation Act. Sucede que nos primeiros tempos de existência do Insurgente, referi explicitamente o conteúdo do Iraq Liberation Act, num comentário sobre as respectivas as semelhanças e diferenças com a chamada “doutrina Bush”. Dispenso que me recomende aquilo que manifestamente conheço –e que saberia que conheço se não estivesse&#8230; mal informado.</p>
<p>Ainda assim é perfeitamente possível que eu esteja “mal informado”, atendendo ao carácter impreciso do juízo qualitativo que faz. Posso assegurar-lhe que nunca estive nem estarei totalmente informado: todos os dias há artigos, ensaios e notícias interessantes que ficam por ler. No entanto esforço-me por prestar atenção ao que leio e isso é mais do que o lucklucky poderá dizer acerca de si no que respeita à leitura do que escrevo. Não é o único e não precisará de procurar muito nem muito longe para encontrar casos verdadeiramente patéticos de incompetência lógica e de gente que lê não para compreender mas para melhor distorcer —o que não é o seu caso.</p>
<p>Vou tentar explicar melhor: não disse que os EUA não estavam preocupados com os programas iraquianos de WMD’s, nem decididos a promover a destituição de Saddam (os meios propostos não eram necessariamente militares). Mas era uma preocupação de “longo prazo”: o regime de sanções da ONU não duraria para sempre e portanto o (caríssimo) esquema de contenção de Saddam terminaria mais tarde ou mais cedo. Sobre isto escrevi noutra ocasião, tal como também já me tinha referido à “intelligence” relativa aos programas de WMD’s iraquianos noutro artigo para o DE, de 06-12-2007, onde abordei o livro de Bob Drogin sobre o informador “Curveball”. O que sugeri é que houve uma motivação mais importante (e não explicitada): a ocupação militar do Iraque pretendia alterar de forma “permanente” o equilíbrio geopolítico do Golfo Pérsico. Note que nem sequer dei a minha opinião pessoal sobre a razoabilidade da ideia. Se não concorda, paciência, mas isso nada tem a ver com a qualidade da minha informação.</p>
<p>A terminar sugiro ao Filipe Abrantes que leia, se puder, o artigo de Tom Chatfield no número de Abril da Prospect (“Whispers in the Desert”): é uma descrição completa e equilibrada do actual estado de coisas em termos das investigações sobre os programas iraquianos de WMD’s. Poderá ajudar a tornar mais clara a questão pertinente da “ausência de prova” vs. “prova de ausência”.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/27/%e2%80%9crumsfeldiana%e2%80%9d/#comment-14268</link>
		<dc:creator>André Azevedo Alves</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 23:42:23 +0000</pubDate>
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		<description>"Espanta-me que se tenha por garantido que o Iraque não tinha ADM. Por não terem mostrado provas publicamente da sua descoberta, isso prova que elas não lá se encontra(va)m? Ausência de prova não é prova de ausência."

Bem observado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Espanta-me que se tenha por garantido que o Iraque não tinha ADM. Por não terem mostrado provas publicamente da sua descoberta, isso prova que elas não lá se encontra(va)m? Ausência de prova não é prova de ausência.&#8221;</p>
<p>Bem observado.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Filipe Abrantes</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/27/%e2%80%9crumsfeldiana%e2%80%9d/#comment-14265</link>
		<dc:creator>Filipe Abrantes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 23:34:54 +0000</pubDate>
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		<description>Espanta-me que se tenha por garantido que o Iraque não tinha ADM. Por não terem mostrado provas publicamente da sua descoberta, isso prova que elas não lá se encontra(va)m? Ausência de prova não é prova de ausência.

Uma coisa é certa, o Iraque teve armas e nunca deu provas da sua destruição. 

Outra coisa é certa, mesmo que o Iraque tivesse armas nucleares isso não justifica (nem deixa de justificar aliás) a invasão por parte dos EUA. 

Direi, assim, que o Luis Lavoura também não consegue demonstrar que não havia (há) armas no Iraque. Tem fé em quê então para contestar as convicções do F.Gabriel?

Isto pode parecer ridículo, mas acho que é um facto: o Iraque é um país grande, ADM cabem em qualquer parte.

Outro facto: sendo que não havia provas da destruição das ADM (ist a ser possível/legítimo exigir provas dessa destruição) é natural que a questão se colocasse.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Espanta-me que se tenha por garantido que o Iraque não tinha ADM. Por não terem mostrado provas publicamente da sua descoberta, isso prova que elas não lá se encontra(va)m? Ausência de prova não é prova de ausência.</p>
<p>Uma coisa é certa, o Iraque teve armas e nunca deu provas da sua destruição. </p>
<p>Outra coisa é certa, mesmo que o Iraque tivesse armas nucleares isso não justifica (nem deixa de justificar aliás) a invasão por parte dos EUA. </p>
<p>Direi, assim, que o Luis Lavoura também não consegue demonstrar que não havia (há) armas no Iraque. Tem fé em quê então para contestar as convicções do F.Gabriel?</p>
<p>Isto pode parecer ridículo, mas acho que é um facto: o Iraque é um país grande, ADM cabem em qualquer parte.</p>
<p>Outro facto: sendo que não havia provas da destruição das ADM (ist a ser possível/legítimo exigir provas dessa destruição) é natural que a questão se colocasse.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/27/%e2%80%9crumsfeldiana%e2%80%9d/#comment-14264</link>
		<dc:creator>André Azevedo Alves</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 23:25:37 +0000</pubDate>
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		<description>Independentemente do que se ache do neoconservadorismo e da decisão de invadir o Iraque, nunca houve falta de neocons no Partido Democrata...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Independentemente do que se ache do neoconservadorismo e da decisão de invadir o Iraque, nunca houve falta de neocons no Partido Democrata&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: RAF</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/27/%e2%80%9crumsfeldiana%e2%80%9d/#comment-14263</link>
		<dc:creator>RAF</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 23:13:30 +0000</pubDate>
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		<description>Caro lucklucky,
As movimentações dos neocon's junto da Administração americana para invasão do Iraque terão começado em 1998, ainda no tempo do consulado de Clinton.
O 11 de Setembro terá ajudado a legitimar a intervenção, criando um ambiente propício ao financiamento da guerra junto do Congresso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro lucklucky,<br />
As movimentações dos neocon&#8217;s junto da Administração americana para invasão do Iraque terão começado em 1998, ainda no tempo do consulado de Clinton.<br />
O 11 de Setembro terá ajudado a legitimar a intervenção, criando um ambiente propício ao financiamento da guerra junto do Congresso.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: lucklucky</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/27/%e2%80%9crumsfeldiana%e2%80%9d/#comment-14260</link>
		<dc:creator>lucklucky</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 21:45:45 +0000</pubDate>
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		<description>O Conselheiro para o Médio Oriente da Administração Clinton escreveu um livro

The Threatening Storm: The Case for Invading Iraq 

http://www.amazon.com/Threatening-Storm-Case-Invading-Iraq/dp/0375509283

Era Neocon também?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselheiro para o Médio Oriente da Administração Clinton escreveu um livro</p>
<p>The Threatening Storm: The Case for Invading Iraq </p>
<p><a href="http://www.amazon.com/Threatening-Storm-Case-Invading-Iraq/dp/0375509283" rel="nofollow">http://www.amazon.com/Threatening-Storm-Case-Invading-Iraq/dp/0375509283</a></p>
<p>Era Neocon também?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/27/%e2%80%9crumsfeldiana%e2%80%9d/#comment-14257</link>
		<dc:creator>Miguel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 21:13:17 +0000</pubDate>
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		<description>O Luis Lavoura fazia melhor se lesse o relatário de Hans Blix. Ele também acreditava na existência de ADM's.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Luis Lavoura fazia melhor se lesse o relatário de Hans Blix. Ele também acreditava na existência de ADM&#8217;s.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/27/%e2%80%9crumsfeldiana%e2%80%9d/#comment-14253</link>
		<dc:creator>André Azevedo Alves</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 20:41:10 +0000</pubDate>
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		<description>"O Luis Lavoura julgo que em relação a este assunto não tem opinião, mas apenas “bitaite”."

Ler O Insurgente também serve para aprender. Eu pelo menos vou aprendendo...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O Luis Lavoura julgo que em relação a este assunto não tem opinião, mas apenas “bitaite”.&#8221;</p>
<p>Ler O Insurgente também serve para aprender. Eu pelo menos vou aprendendo&#8230;</p>
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