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	<title>Comentários em: democracia</title>
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		<title>Por: HO</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/17/democracia/#comment-13995</link>
		<dc:creator><![CDATA[HO]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 17:37:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Excelente leitura. Não conheço Posner - só li posts e artigos - mas tenho a clara sensação de ser um autor cuja influência está a crescer (até há pouco tempo tinha a sensação que se limitava à esfera dos juristas e do direito). 

Eu partilho do &quot;Concept 2&quot;: formalmente, não entendo a democracia como mais do que um processo electivo de escolher governantes e outorga-lhe a capacidade de limitar o poder político parece-me uma confusão conceptual que não é sustentada em evidências históricas. Percebo que seja assim que, genericamente (e nebulosamente), a vemos; duvido é que não a estejamos a ver de forma errada. Ainda assim concordo que, excluindo estados de ficção, a democracia é a melhor forma de transmitir poderes, assegurando civilidade e urbanidade - não é coisa pouca - e muito poderosa na transmissão dos valores do regime aos cidadãos e vice-versa (um efeito mais sensível no segundo caso e que pode ter efitos trágicos ou benévolos em ambos). E as coisas não se esgotam por aqui: as regras que a democracia assume (não no sentido dos limites à sua soberania, mas no dos procedimentos que permitam proteger o carácter deliberativo e funcional dos governos) é uma das questões mais prementes dos dias de hoje.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente leitura. Não conheço Posner &#8211; só li posts e artigos &#8211; mas tenho a clara sensação de ser um autor cuja influência está a crescer (até há pouco tempo tinha a sensação que se limitava à esfera dos juristas e do direito). </p>
<p>Eu partilho do &#8220;Concept 2&#8243;: formalmente, não entendo a democracia como mais do que um processo electivo de escolher governantes e outorga-lhe a capacidade de limitar o poder político parece-me uma confusão conceptual que não é sustentada em evidências históricas. Percebo que seja assim que, genericamente (e nebulosamente), a vemos; duvido é que não a estejamos a ver de forma errada. Ainda assim concordo que, excluindo estados de ficção, a democracia é a melhor forma de transmitir poderes, assegurando civilidade e urbanidade &#8211; não é coisa pouca &#8211; e muito poderosa na transmissão dos valores do regime aos cidadãos e vice-versa (um efeito mais sensível no segundo caso e que pode ter efitos trágicos ou benévolos em ambos). E as coisas não se esgotam por aqui: as regras que a democracia assume (não no sentido dos limites à sua soberania, mas no dos procedimentos que permitam proteger o carácter deliberativo e funcional dos governos) é uma das questões mais prementes dos dias de hoje.</p>
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		<title>Por: &#8220;Democracia&#8221;, de Rui Albuquerque &#171; Ágora Social</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/17/democracia/#comment-13947</link>
		<dc:creator><![CDATA[&#8220;Democracia&#8221;, de Rui Albuquerque &#171; Ágora Social]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 08:33:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] &#8220;Democracia&#8221;, de Rui&#160;Albuquerque  &#8220;O liberalismo clássico nem sempre conviveu bem com a democracia. Numa extrapolação natural de quem entende que a defesa da sociedade começa no indivíduo, os liberais hostilizam frequentemente a soberania democrática. É evidente que o Estado perverte constantemente a ideia de democracia, ao fundamentar nela os seus excessos e o crescimento do seu intervencionismo. Ele vai, quase sempre, «legitimar» esses abusos ao sufrágio universal. Infelizmente, isso diz mais das sociedades onde essa inversão de valores acontece, como no Portugal dos nossos dias, do que exactamente da democracia como valor moral, político e instrumental. De facto, onde não existe uma cultura de liberdade e de responsabilidade individual, não será pelo uso do sufrágio universal que ela se formará. Mas, em contrapartida, nenhuma sociedade que tenha uma forte tradição liberal pode viver sem regras democráticas. Em suma, uma sociedade liberal é aquela que consegue limitar os poderes públicos, por via da consagração, salvaguarda e defesa dos direitos individuais. Não será, certamente, uma sociedade que prescinda dos valores democráticos.&#8221;ler o restante texto aqui democracia . [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] &#8220;Democracia&#8221;, de Rui&nbsp;Albuquerque  &#8220;O liberalismo clássico nem sempre conviveu bem com a democracia. Numa extrapolação natural de quem entende que a defesa da sociedade começa no indivíduo, os liberais hostilizam frequentemente a soberania democrática. É evidente que o Estado perverte constantemente a ideia de democracia, ao fundamentar nela os seus excessos e o crescimento do seu intervencionismo. Ele vai, quase sempre, «legitimar» esses abusos ao sufrágio universal. Infelizmente, isso diz mais das sociedades onde essa inversão de valores acontece, como no Portugal dos nossos dias, do que exactamente da democracia como valor moral, político e instrumental. De facto, onde não existe uma cultura de liberdade e de responsabilidade individual, não será pelo uso do sufrágio universal que ela se formará. Mas, em contrapartida, nenhuma sociedade que tenha uma forte tradição liberal pode viver sem regras democráticas. Em suma, uma sociedade liberal é aquela que consegue limitar os poderes públicos, por via da consagração, salvaguarda e defesa dos direitos individuais. Não será, certamente, uma sociedade que prescinda dos valores democráticos.&#8221;ler o restante texto aqui democracia . [...]</p>
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		<title>Por: Para ler ou reler &#171; O Insurgente</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/17/democracia/#comment-13943</link>
		<dc:creator><![CDATA[Para ler ou reler &#171; O Insurgente]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 01:48:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] ler ou&#160;reler Arquivado como: Diversos &#8212; André Azevedo Alves @ 1:48 am   Democracia. Por Rui [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] ler ou&nbsp;reler Arquivado como: Diversos &#8212; André Azevedo Alves @ 1:48 am   Democracia. Por Rui [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: CN</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/17/democracia/#comment-13938</link>
		<dc:creator><![CDATA[CN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 23:16:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O voto universal e incompativel com a limitacao do poder do Estado. 

So o direito de secessao pode redimir (expressao usada por Lord Acton para o seu apoio aos sulistas americanos) a democracia.

Se a democracia é condicao necessária, os liberais que assim pensam, devem colocar a Secessao no topo do edificio constitucional. Sem ela nenhuma constituicao é verdadeiramente democratica e legitima.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O voto universal e incompativel com a limitacao do poder do Estado. </p>
<p>So o direito de secessao pode redimir (expressao usada por Lord Acton para o seu apoio aos sulistas americanos) a democracia.</p>
<p>Se a democracia é condicao necessária, os liberais que assim pensam, devem colocar a Secessao no topo do edificio constitucional. Sem ela nenhuma constituicao é verdadeiramente democratica e legitima.</p>
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	<item>
		<title>Por: lucklucky</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/17/democracia/#comment-13936</link>
		<dc:creator><![CDATA[lucklucky]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 20:18:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Eu escreveria assim: &quot;Em suma, uma sociedade liberal é aquela que consegue limitar a Democracia e os poderes Públicos, por via da consagração, salvaguarda e defesa dos direitos individuais.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu escreveria assim: &#8220;Em suma, uma sociedade liberal é aquela que consegue limitar a Democracia e os poderes Públicos, por via da consagração, salvaguarda e defesa dos direitos individuais.</p>
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		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/17/democracia/#comment-13934</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 18:07:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Se me é permitida uma provocação liberal, gostaria de ver o Rui A. abordar numa próxima coluna a visão da democracia exposta nos Federalist Papers.

Fica a sugestão.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se me é permitida uma provocação liberal, gostaria de ver o Rui A. abordar numa próxima coluna a visão da democracia exposta nos Federalist Papers.</p>
<p>Fica a sugestão.</p>
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		<title>Por: cinco dias &#187; Cherry picking 2</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/17/democracia/#comment-13933</link>
		<dc:creator><![CDATA[cinco dias &#187; Cherry picking 2]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 18:03:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] picking 2 17 Março 2008 &#124; por João Galamba  O Rui Albuquerque elogia Posner, mas parece esquecer-se de uma coisa fundamental: o pragmatismo de Posner tem muitas afinidades com [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] picking 2 17 Março 2008 | por João Galamba  O Rui Albuquerque elogia Posner, mas parece esquecer-se de uma coisa fundamental: o pragmatismo de Posner tem muitas afinidades com [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/17/democracia/#comment-13928</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 17:51:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma interessante abordagem popperiana a Posner e um texto com muita matéria para reflexão, como aliás é hábito na excelente produção do Rui A.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma interessante abordagem popperiana a Posner e um texto com muita matéria para reflexão, como aliás é hábito na excelente produção do Rui A.</p>
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