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	<title>Comentários em: Evidências</title>
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		<title>Por: Marcos Garrido</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/11/evidencias/#comment-13652</link>
		<dc:creator><![CDATA[Marcos Garrido]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 14:07:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sem dúvida, a escolha da palavra &quot;protestanização&quot; é inadequada para o fenómeno que ser quer caracterizar. E pela leitura do artigo, não está em causa a mediação (que também é palavra que não gosto) mas sim a forma de chegar ao perdão dos pecados cometidos, que é apenas uma das esferas que compõe o relacionamento com Deus. Quero crer que esse mesmo relacionamento não se esgota aí. Tem de ir bem mais além.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sem dúvida, a escolha da palavra &#8220;protestanização&#8221; é inadequada para o fenómeno que ser quer caracterizar. E pela leitura do artigo, não está em causa a mediação (que também é palavra que não gosto) mas sim a forma de chegar ao perdão dos pecados cometidos, que é apenas uma das esferas que compõe o relacionamento com Deus. Quero crer que esse mesmo relacionamento não se esgota aí. Tem de ir bem mais além.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Gabriel Silva</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/11/evidencias/#comment-12414</link>
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 17:17:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro Carlos,

«Nesse caso, seria verdade que tanto a sociedade italiana como a portuguesa estariam num processo de “protestanização”, porque existe um claro afastamento das pessoas da igreja e dos seus representantes.»

parece-me evidente que exista tal fenómeno de «afastamento». Não lhe chamaria era «protestanização», pois que as sociedades de influencia protestante verifica-se, no mínimo igual, e muitas vezes superior afastamento dos seus membros.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Carlos,</p>
<p>«Nesse caso, seria verdade que tanto a sociedade italiana como a portuguesa estariam num processo de “protestanização”, porque existe um claro afastamento das pessoas da igreja e dos seus representantes.»</p>
<p>parece-me evidente que exista tal fenómeno de «afastamento». Não lhe chamaria era «protestanização», pois que as sociedades de influencia protestante verifica-se, no mínimo igual, e muitas vezes superior afastamento dos seus membros.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/11/evidencias/#comment-12407</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 16:03:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Nesse caso, seria verdade que tanto a sociedade italiana como a portuguesa estariam num processo de “protestanização”, porque existe um claro afastamento das pessoas da igreja e dos seus representantes.&quot;

Dependendo de como definirmos os termos, provavelmente até partilharei dessa visão (falo apenas por mim, não pelo Gabriel claro). O ponto é que o exemplo dado é mau.

Até me parece possível argumenta que para &quot;evidências&quot; bem melhores do fenómeno (e entre católicos &quot;praticantes&quot;...) bastará, por exemplo, ir à Missa, mas isso seria outra discussão que não cabe aqui...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Nesse caso, seria verdade que tanto a sociedade italiana como a portuguesa estariam num processo de “protestanização”, porque existe um claro afastamento das pessoas da igreja e dos seus representantes.&#8221;</p>
<p>Dependendo de como definirmos os termos, provavelmente até partilharei dessa visão (falo apenas por mim, não pelo Gabriel claro). O ponto é que o exemplo dado é mau.</p>
<p>Até me parece possível argumenta que para &#8220;evidências&#8221; bem melhores do fenómeno (e entre católicos &#8220;praticantes&#8221;&#8230;) bastará, por exemplo, ir à Missa, mas isso seria outra discussão que não cabe aqui&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/11/evidencias/#comment-12404</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 15:59:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Já agora, os textos do Prof. PA são frequentemente muito interessantes mas eu não os tomaria como referência no campo da teologia... :)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já agora, os textos do Prof. PA são frequentemente muito interessantes mas eu não os tomaria como referência no campo da teologia&#8230; <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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	<item>
		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/11/evidencias/#comment-12403</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 15:58:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Talvez influenciado pela leitura dos posts do Pedro Arroja (e.g. http://ablasfemia.blogspot.com/2007/03/covenant.html), tenha alimentado a crença de que a relação com a igreja e os seus representantes fosse um factor de diferenciação entre a igreja católica e as correntes protestantes.&quot;

Acho que se pode dizer que é um factor de diferenciação mas, como o Gabriel bem explicou, da pergunta em causa não se podem extrair as conclusões apontadas.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Talvez influenciado pela leitura dos posts do Pedro Arroja (e.g. <a href="http://ablasfemia.blogspot.com/2007/03/covenant.html" rel="nofollow">http://ablasfemia.blogspot.com/2007/03/covenant.html</a>), tenha alimentado a crença de que a relação com a igreja e os seus representantes fosse um factor de diferenciação entre a igreja católica e as correntes protestantes.&#8221;</p>
<p>Acho que se pode dizer que é um factor de diferenciação mas, como o Gabriel bem explicou, da pergunta em causa não se podem extrair as conclusões apontadas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Guimarães Pinto</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/11/evidencias/#comment-12401</link>
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Guimarães Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 15:56:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=4002#comment-12401</guid>
		<description><![CDATA[André,

Talvez influenciado pela leitura dos posts do Pedro Arroja (e.g. http://ablasfemia.blogspot.com/2007/03/covenant.html), tenha alimentado a crença de que a relação com a igreja e os seus representantes fosse um factor de diferenciação entre a igreja católica e as correntes protestantes. Nesse caso, seria verdade que tanto a sociedade italiana como a portuguesa estariam num processo de &quot;protestanização&quot;, porque existe um claro afastamento das pessoas da igreja e dos seus representantes. Se tu e o Gabriel que conhecerão melhor o assunto, me dizem que tal proximidade não é factor diferenciador, eu acredito.
A ser assim foi mesmo, apenas, uma questão de ignorância.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>André,</p>
<p>Talvez influenciado pela leitura dos posts do Pedro Arroja (e.g. <a href="http://ablasfemia.blogspot.com/2007/03/covenant.html" rel="nofollow">http://ablasfemia.blogspot.com/2007/03/covenant.html</a>), tenha alimentado a crença de que a relação com a igreja e os seus representantes fosse um factor de diferenciação entre a igreja católica e as correntes protestantes. Nesse caso, seria verdade que tanto a sociedade italiana como a portuguesa estariam num processo de &#8220;protestanização&#8221;, porque existe um claro afastamento das pessoas da igreja e dos seus representantes. Se tu e o Gabriel que conhecerão melhor o assunto, me dizem que tal proximidade não é factor diferenciador, eu acredito.<br />
A ser assim foi mesmo, apenas, uma questão de ignorância.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/11/evidencias/#comment-12390</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 15:07:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=4002#comment-12390</guid>
		<description><![CDATA[Carlos,

Não percebi o sentido do post.

Há muitas e diferentes &quot;evidências&quot; (desde sempre, aliás) para quem queira salientar o peso dos católicos &quot;não praticantes&quot; (noção ambígua que não aprecio particularmente e que, no limite, engloba quase toda a gente) mas no post que linkas vejo apenas uma manifestação de ignorância (ou talvez profunda confusão misturada com anti-catolicismo) de quem o escreveu.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos,</p>
<p>Não percebi o sentido do post.</p>
<p>Há muitas e diferentes &#8220;evidências&#8221; (desde sempre, aliás) para quem queira salientar o peso dos católicos &#8220;não praticantes&#8221; (noção ambígua que não aprecio particularmente e que, no limite, engloba quase toda a gente) mas no post que linkas vejo apenas uma manifestação de ignorância (ou talvez profunda confusão misturada com anti-catolicismo) de quem o escreveu.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gabriel Silva</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/11/evidencias/#comment-12386</link>
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 14:55:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[João,

a «universal priesthood» desde tempos imemoriais está consagrada na fórmula do baptismo pelo qual o novo cristão é chamado a ser, á semelhnaça de JC: «profeta, sacerdote e rei». Tanto o sacerdócio comum dos leigos como o sacerdócio dos ordenados, embora diferentes na essência, ‘‘participam, cada qual a seu modo do sacerdócio único de Cristo’‘ (LG ,10).

Lutero não pretendia quebrar a mediação da Igreja nem a do Vaticano. Defendia sim que a mesma já estava rompida pelos abusos e degenerência do sistema romano. Por isso mesmo veio ele não dispensou, mas veio ele próprio a criar uma outra mediação, de uma nova igreja ou «igreja renovada».

Como confirmação histórica de que o nível de «mediação sacerdotal» na relação com o divino nunca foi critério excluente de catolicidade pode-se ter presente, como exemplo extremo, todos os misticos e misticas ao longo dos séculos.

E, aceitando-se leituras diferentes, não vejo onde esteja qualquer «suavização» do conceito de católico ou revisão da sua doutrina neste aspecto concreto.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João,</p>
<p>a «universal priesthood» desde tempos imemoriais está consagrada na fórmula do baptismo pelo qual o novo cristão é chamado a ser, á semelhnaça de JC: «profeta, sacerdote e rei». Tanto o sacerdócio comum dos leigos como o sacerdócio dos ordenados, embora diferentes na essência, ‘‘participam, cada qual a seu modo do sacerdócio único de Cristo’‘ (LG ,10).</p>
<p>Lutero não pretendia quebrar a mediação da Igreja nem a do Vaticano. Defendia sim que a mesma já estava rompida pelos abusos e degenerência do sistema romano. Por isso mesmo veio ele não dispensou, mas veio ele próprio a criar uma outra mediação, de uma nova igreja ou «igreja renovada».</p>
<p>Como confirmação histórica de que o nível de «mediação sacerdotal» na relação com o divino nunca foi critério excluente de catolicidade pode-se ter presente, como exemplo extremo, todos os misticos e misticas ao longo dos séculos.</p>
<p>E, aceitando-se leituras diferentes, não vejo onde esteja qualquer «suavização» do conceito de católico ou revisão da sua doutrina neste aspecto concreto.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Joao Galamba</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/11/evidencias/#comment-12381</link>
		<dc:creator><![CDATA[Joao Galamba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 14:00:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Carlos e Gabriel,

Não sou obviamente especialista na Igreja Católica. Mas uma das grandes roturas de Lutero não foi exactamente a de conferir &quot;universal priesthood&quot; a todos os fieis, quebrando assim a mediação da Igreja e a autoridade do Vaticano. A Igreja Católica pode ter revisto a sua doutrina, flexibilizando o conceito de Católico. Mas não me parece nenhum disparate dizer que qualquer suavização corresponde a uma &quot;espécie de protestantização&quot;. 

Cumprimentos aos dois]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos e Gabriel,</p>
<p>Não sou obviamente especialista na Igreja Católica. Mas uma das grandes roturas de Lutero não foi exactamente a de conferir &#8220;universal priesthood&#8221; a todos os fieis, quebrando assim a mediação da Igreja e a autoridade do Vaticano. A Igreja Católica pode ter revisto a sua doutrina, flexibilizando o conceito de Católico. Mas não me parece nenhum disparate dizer que qualquer suavização corresponde a uma &#8220;espécie de protestantização&#8221;. </p>
<p>Cumprimentos aos dois</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gabriel Silva</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/11/evidencias/#comment-12373</link>
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 13:17:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=4002#comment-12373</guid>
		<description><![CDATA[julgo que não será o caso.

obviamente no catolicismo a intermediação do «padre» não é necessária para uma relação com Deus, pelo que a se não se contextualizar a pergunta, a noticia seria o contrário: «70% dos católicos julga que apenas se pode relacionar com Deus por intermédio de um sacerdote».

Portanto há aqui um deficit de informação que é o texto e contexto da pergunta que foi feita, a qual pode ter incidido sobre os sacramentos em geral, sobre as hierarquias, sobre a confissão, sobre a oração, etc., etc,, p]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>julgo que não será o caso.</p>
<p>obviamente no catolicismo a intermediação do «padre» não é necessária para uma relação com Deus, pelo que a se não se contextualizar a pergunta, a noticia seria o contrário: «70% dos católicos julga que apenas se pode relacionar com Deus por intermédio de um sacerdote».</p>
<p>Portanto há aqui um deficit de informação que é o texto e contexto da pergunta que foi feita, a qual pode ter incidido sobre os sacramentos em geral, sobre as hierarquias, sobre a confissão, sobre a oração, etc., etc,, p</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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