<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
		>
<channel>
	<title>Comentários em: Os Israelitas são Israel</title>
	<atom:link href="http://oinsurgente.org/2008/03/07/os-israelitas-sao-israel/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://oinsurgente.org/2008/03/07/os-israelitas-sao-israel/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 31 May 2012 09:03:59 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
	<item>
		<title>Por: Theresa</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/07/os-israelitas-sao-israel/#comment-40126</link>
		<dc:creator><![CDATA[Theresa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 17:25:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/?p=12154#comment-40126</guid>
		<description><![CDATA[Carlos Guimarães.
Embora com quase um ano de atraso estou lendo o teu texto, não sabia da existencia do mesmo até hoje. Muito bem elaborado e muito bem escrito. Parabéns, demonstra que sabe sobre o que opina. Pensando no que hoje vislumbramos nos noticiários sobre a guerra que Israel esta travando contra os terroristas do Hamas, concordo com voce em que é mais &quot;legitimo lutar para existir que lutar para exterminar.&quot;]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos Guimarães.<br />
Embora com quase um ano de atraso estou lendo o teu texto, não sabia da existencia do mesmo até hoje. Muito bem elaborado e muito bem escrito. Parabéns, demonstra que sabe sobre o que opina. Pensando no que hoje vislumbramos nos noticiários sobre a guerra que Israel esta travando contra os terroristas do Hamas, concordo com voce em que é mais &#8220;legitimo lutar para existir que lutar para exterminar.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: silvia figueiredo</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/07/os-israelitas-sao-israel/#comment-28037</link>
		<dc:creator><![CDATA[silvia figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2008 15:55:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/?p=12154#comment-28037</guid>
		<description><![CDATA[Somos todos um, e na falta deste entendimento nos aniquilamos, e nos dá uma fome enorme que acabamos devorando o mais próximo ou seja nós mesmos.Deus é único nós somos filho desta fonte criadora, então somos iguais o que nos diferencia é a experiencia divina em criar indivíduos diferentes para se apoiarem mutualmente.



Silvia R. Santos Figueiredo]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Somos todos um, e na falta deste entendimento nos aniquilamos, e nos dá uma fome enorme que acabamos devorando o mais próximo ou seja nós mesmos.Deus é único nós somos filho desta fonte criadora, então somos iguais o que nos diferencia é a experiencia divina em criar indivíduos diferentes para se apoiarem mutualmente.</p>
<p>Silvia R. Santos Figueiredo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Os poetas do direito internacional &#171; O Insurgente</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/07/os-israelitas-sao-israel/#comment-12394</link>
		<dc:creator><![CDATA[Os poetas do direito internacional &#171; O Insurgente]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 15:19:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/?p=12154#comment-12394</guid>
		<description><![CDATA[[...] Internacional, Médio Oriente &#8212; João Luís Pinto @ 3:18 pm   O comentador Lidador acusa-me num comentário ao recente artigo do Carlos sobre Israel de propagar uma falácia sobre a questão [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Internacional, Médio Oriente &#8212; João Luís Pinto @ 3:18 pm   O comentador Lidador acusa-me num comentário ao recente artigo do Carlos sobre Israel de propagar uma falácia sobre a questão [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: EUROLIBERAL</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/07/os-israelitas-sao-israel/#comment-12374</link>
		<dc:creator><![CDATA[EUROLIBERAL]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 13:17:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/?p=12154#comment-12374</guid>
		<description><![CDATA[Massacres nazi-sionistas de civis no Líbano e em Gaza:

(Atenção: imagens chocantes que pessoas sensíveis devem abster-se de visionar)
 
http://www.radioislam.org/jewish-photos/index.htm]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Massacres nazi-sionistas de civis no Líbano e em Gaza:</p>
<p>(Atenção: imagens chocantes que pessoas sensíveis devem abster-se de visionar)</p>
<p><a href="http://www.radioislam.org/jewish-photos/index.htm" rel="nofollow">http://www.radioislam.org/jewish-photos/index.htm</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: EUROLIBERAL</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/07/os-israelitas-sao-israel/#comment-12371</link>
		<dc:creator><![CDATA[EUROLIBERAL]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 12:36:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/?p=12154#comment-12371</guid>
		<description><![CDATA[&quot;The Muslim Jesus

Video - ITV documentary - narrated by Melvyn Bragg 

Leading theology scholars examine the role of Jesus Christ in the Islamic tradition, revealing the two faiths have more in common than is generally realised. Muslims share the Christian belief in the Virgin Birth, Christ&#039;s status as the Messiah and his ability to perform miracles, but reject the biblical account of the Crucifixion.&quot;

http://www.informationclearinghouse.info/article19505.htm]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;The Muslim Jesus</p>
<p>Video &#8211; ITV documentary &#8211; narrated by Melvyn Bragg </p>
<p>Leading theology scholars examine the role of Jesus Christ in the Islamic tradition, revealing the two faiths have more in common than is generally realised. Muslims share the Christian belief in the Virgin Birth, Christ&#8217;s status as the Messiah and his ability to perform miracles, but reject the biblical account of the Crucifixion.&#8221;</p>
<p><a href="http://www.informationclearinghouse.info/article19505.htm" rel="nofollow">http://www.informationclearinghouse.info/article19505.htm</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: EUROLIBERAL</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/07/os-israelitas-sao-israel/#comment-12361</link>
		<dc:creator><![CDATA[EUROLIBERAL]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 10:12:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/?p=12154#comment-12361</guid>
		<description><![CDATA[O ignorante Lidador (um cruzado troglodita e grunhóide) desconhece que não há &quot;nação palestiniana&quot; mas sim &quot;Nação árabe&quot;, sedimentada pela identidade de etnia, língua, cultura e religião. Mas há um &quot;estado palestiniano&quot; que faz parte da Nação árabe (tal como a centena de estados germânicos do séc XIX, antes de Bismarck, integrava a Nação alemã). E há ainda a Umma (califado) que engloba 1.500 milhões de muçulmanos (dos quais apenas 15% são árabes) que tem também como primeiro objectivo libertar Jerusalém e o povo palestiniano dos terroristas nazi-sionistas.... O ocidente não criou a Palestina (grunhice típica de eurocêntricos alarves como o Lidador), porque a civilização (e as religiões) vêm do Médio oriente (o crescente fértil) que já era próspero quando na Europa ainda só havia trogloditas como o Lidador.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O ignorante Lidador (um cruzado troglodita e grunhóide) desconhece que não há &#8220;nação palestiniana&#8221; mas sim &#8220;Nação árabe&#8221;, sedimentada pela identidade de etnia, língua, cultura e religião. Mas há um &#8220;estado palestiniano&#8221; que faz parte da Nação árabe (tal como a centena de estados germânicos do séc XIX, antes de Bismarck, integrava a Nação alemã). E há ainda a Umma (califado) que engloba 1.500 milhões de muçulmanos (dos quais apenas 15% são árabes) que tem também como primeiro objectivo libertar Jerusalém e o povo palestiniano dos terroristas nazi-sionistas&#8230;. O ocidente não criou a Palestina (grunhice típica de eurocêntricos alarves como o Lidador), porque a civilização (e as religiões) vêm do Médio oriente (o crescente fértil) que já era próspero quando na Europa ainda só havia trogloditas como o Lidador.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: EUROLIBERAL</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/07/os-israelitas-sao-israel/#comment-12360</link>
		<dc:creator><![CDATA[EUROLIBERAL]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 10:01:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/?p=12154#comment-12360</guid>
		<description><![CDATA[Os judeus odeiam Cristo (que executaram por idolatria e blasfémia, contínuando a defender a legitimidade da Sua execução) e são ensinados a cuspir na Cruz, que pretendem eleiminar até dos livros de aritmética ! 

Ao invés, o Corão cita 35 vezes o Profeta Issa (Jesus) e pune severamente a blasfémia contra Jesus. 

Hoje, face ao eixo evangélico (hereges cristãos)- judaico que sonha lançar o Mundo no holocausto armageddónico, começa-se a erguer um eixo católico-islâmico (ver os repetidos encontros ente o Vaticano e teólogos muçulmanos) orientado para a superação do relativismo e decadência morais causados pelo ateísmo lacista e jacobino.

Vejam como o judaísmo continua a odiar Cristo e a Cruz onde O executou há 2.000 anos:

&quot;Desonrar símbolos cristãos é um velho dever religioso no Judaísmo. Cuspir na cruz, e especialmente no crucifixo, e cuspir quando um judeu passa por uma igreja, se tornaram obrigatórios desde por volta do ano 200 d.C. para judeus pios. No passado, quando o perigo de hostilidade anti-semita era real, os judeus pios eram aconselhados por seus rabinos tanto para cuspir de tal modo que a razão para isso fosse desconhecida, ou cuspir sobre seu peito, não realmente na cruz ou abertamente em frente à igreja. A força em aumento do Estado judaico causou que tais costumes se tornaram mais abertos novamente mas não devem haver enganos: Cuspindo na cruz para convertidos do Cristianismo ao Judaísmo, organizado no Kibutz Sa&#039;ad e financiado pelo governo israelense é um ato de tradicional piedade judaica. Isso não se agarra a ser bárbaro, horrificador e perverso por causa disso! Ao contrário, isto é pior porque é tão tradicional, e muito mais perigoso na verdade, como o anti-semitismo renovado dos nazistas era perigoso, porque, em parte, ele continuava o tradicional passado anti-semita.

Esta atitude bárbara de desprezo e ódio por símbolos religiosos cristãos tem crescido em Israel. Na década de 1950 Israel criou uma série de selos representando e fotos de cidades israelenses. Na foto de Nazaré, havia uma igreja e no topo uma cruz - quase invisível, talvez do tamanho de um milímetro. Todavia, os partidos religiosos, apoiados por muitos na &quot;esquerda&quot; sionista fizeram um escândalo e os selos foram rapidamente retirados e substituídos por uma série quase idêntica da qual a microscópica cruz foi retirada.

Então houve uma longamente mantida batalha sobre a influência cristã na aritmética elementar. Judeus pios objecionaram o fato do símbolo internacional de adição ser uma cruz, o que poderia, na sua opinião, influenciar as crianças para se converter ao cristianismo. Outra &quot;explanação&quot; afirma: seria difícil &quot;educar&quot; as crianças para cuspirem na cruz, se se acostumassem a ela em seus exercícios aritméticos. Até o início da década de 70 dois diferentes tipos de livros eram utilizados em Israel. Um para as escolas seculares, empregando um sinal de &quot;T&quot; invertido. No início dos anos 70 os fanáticos religiosos &quot;converteram&quot; o Partido Trabalhista sobre o grande perigo da cruz na aritmética, e daquele tempo em diante, em todas as escolas elementares hebréias (e agora também muitas escolas de segundo grau) o sinal internacional de adição foi proibido.

Desenvolvimento similar é visível em outras áreas da educação. Ensinar o Novo Testamento sempre foi proibido, mas nos tempos antigos professores de História conscientes normalmente contornavam a proibição, organizando seminários ou enviando as crianças à bibliotecas (não as das escolas, é claro). Há aproximadamente 10 anos houve uma onda de denunciar tais professores. Uma em Jerusalém foi quase demitida por aconselhar aos seus alunos de História, que estavam estudando a História dos Judeus na Palestina na época 30-40 d.C., que seria bom se eles lessem alguns capítulos do Novo Testamento como uma ajuda histórica. Ela manteve seu emprego somente após humildemente prometer não fazer aquilo novamente.

Entretanto, em anos recentes, sentimentos anti-cristãos estão literalmente explodindo em Israel (e também entre os judeus da Diáspora adoradores de Israel) junto com o aumento do fanaticismo judeu em todas as áreas.

Os verdadeiros inimigos da verdade aqui, como em muitos outros aspectos da realidade judaica, são os socialistas, &quot;liberais&quot;, &quot;radicais&quot;, etc. nos Estados Unidos. Imagine a reação dos liberais norte-americanos, e de jornais como The Nation e New York Review of Books, para não falar no New York Times se em qualquer Estado sem distinção, o governo financiasse o cuspimento na estrela de Davi? Mas quando, aqui em Israel, o governo financia o cuspimento na cruz, eles estão e continuarão a estar bem silenciosos. Mais do que isso, eles ajudam a financiar isso. Os pagadores de impostos norte-americanos, que é claro são em sua maioria cristãos, estão financiando pelo menos a metade do orçamento israelense, de um modo ou de outro, e portanto o cuspimento na cruz está incluído.&quot; - Prof. Israel Shahak]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os judeus odeiam Cristo (que executaram por idolatria e blasfémia, contínuando a defender a legitimidade da Sua execução) e são ensinados a cuspir na Cruz, que pretendem eleiminar até dos livros de aritmética ! </p>
<p>Ao invés, o Corão cita 35 vezes o Profeta Issa (Jesus) e pune severamente a blasfémia contra Jesus. </p>
<p>Hoje, face ao eixo evangélico (hereges cristãos)- judaico que sonha lançar o Mundo no holocausto armageddónico, começa-se a erguer um eixo católico-islâmico (ver os repetidos encontros ente o Vaticano e teólogos muçulmanos) orientado para a superação do relativismo e decadência morais causados pelo ateísmo lacista e jacobino.</p>
<p>Vejam como o judaísmo continua a odiar Cristo e a Cruz onde O executou há 2.000 anos:</p>
<p>&#8220;Desonrar símbolos cristãos é um velho dever religioso no Judaísmo. Cuspir na cruz, e especialmente no crucifixo, e cuspir quando um judeu passa por uma igreja, se tornaram obrigatórios desde por volta do ano 200 d.C. para judeus pios. No passado, quando o perigo de hostilidade anti-semita era real, os judeus pios eram aconselhados por seus rabinos tanto para cuspir de tal modo que a razão para isso fosse desconhecida, ou cuspir sobre seu peito, não realmente na cruz ou abertamente em frente à igreja. A força em aumento do Estado judaico causou que tais costumes se tornaram mais abertos novamente mas não devem haver enganos: Cuspindo na cruz para convertidos do Cristianismo ao Judaísmo, organizado no Kibutz Sa&#8217;ad e financiado pelo governo israelense é um ato de tradicional piedade judaica. Isso não se agarra a ser bárbaro, horrificador e perverso por causa disso! Ao contrário, isto é pior porque é tão tradicional, e muito mais perigoso na verdade, como o anti-semitismo renovado dos nazistas era perigoso, porque, em parte, ele continuava o tradicional passado anti-semita.</p>
<p>Esta atitude bárbara de desprezo e ódio por símbolos religiosos cristãos tem crescido em Israel. Na década de 1950 Israel criou uma série de selos representando e fotos de cidades israelenses. Na foto de Nazaré, havia uma igreja e no topo uma cruz &#8211; quase invisível, talvez do tamanho de um milímetro. Todavia, os partidos religiosos, apoiados por muitos na &#8220;esquerda&#8221; sionista fizeram um escândalo e os selos foram rapidamente retirados e substituídos por uma série quase idêntica da qual a microscópica cruz foi retirada.</p>
<p>Então houve uma longamente mantida batalha sobre a influência cristã na aritmética elementar. Judeus pios objecionaram o fato do símbolo internacional de adição ser uma cruz, o que poderia, na sua opinião, influenciar as crianças para se converter ao cristianismo. Outra &#8220;explanação&#8221; afirma: seria difícil &#8220;educar&#8221; as crianças para cuspirem na cruz, se se acostumassem a ela em seus exercícios aritméticos. Até o início da década de 70 dois diferentes tipos de livros eram utilizados em Israel. Um para as escolas seculares, empregando um sinal de &#8220;T&#8221; invertido. No início dos anos 70 os fanáticos religiosos &#8220;converteram&#8221; o Partido Trabalhista sobre o grande perigo da cruz na aritmética, e daquele tempo em diante, em todas as escolas elementares hebréias (e agora também muitas escolas de segundo grau) o sinal internacional de adição foi proibido.</p>
<p>Desenvolvimento similar é visível em outras áreas da educação. Ensinar o Novo Testamento sempre foi proibido, mas nos tempos antigos professores de História conscientes normalmente contornavam a proibição, organizando seminários ou enviando as crianças à bibliotecas (não as das escolas, é claro). Há aproximadamente 10 anos houve uma onda de denunciar tais professores. Uma em Jerusalém foi quase demitida por aconselhar aos seus alunos de História, que estavam estudando a História dos Judeus na Palestina na época 30-40 d.C., que seria bom se eles lessem alguns capítulos do Novo Testamento como uma ajuda histórica. Ela manteve seu emprego somente após humildemente prometer não fazer aquilo novamente.</p>
<p>Entretanto, em anos recentes, sentimentos anti-cristãos estão literalmente explodindo em Israel (e também entre os judeus da Diáspora adoradores de Israel) junto com o aumento do fanaticismo judeu em todas as áreas.</p>
<p>Os verdadeiros inimigos da verdade aqui, como em muitos outros aspectos da realidade judaica, são os socialistas, &#8220;liberais&#8221;, &#8220;radicais&#8221;, etc. nos Estados Unidos. Imagine a reação dos liberais norte-americanos, e de jornais como The Nation e New York Review of Books, para não falar no New York Times se em qualquer Estado sem distinção, o governo financiasse o cuspimento na estrela de Davi? Mas quando, aqui em Israel, o governo financia o cuspimento na cruz, eles estão e continuarão a estar bem silenciosos. Mais do que isso, eles ajudam a financiar isso. Os pagadores de impostos norte-americanos, que é claro são em sua maioria cristãos, estão financiando pelo menos a metade do orçamento israelense, de um modo ou de outro, e portanto o cuspimento na cruz está incluído.&#8221; &#8211; Prof. Israel Shahak</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/07/os-israelitas-sao-israel/#comment-12359</link>
		<dc:creator><![CDATA[Lidador]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 09:00:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/?p=12154#comment-12359</guid>
		<description><![CDATA[Cristianismo e islamismo

Uma das principais causas do choque entre o Islão e o Ocidente busca raízes na religião.
As próprias designações são reveladoras.
De um lado, uma cultura que a si mesma se designa utilizando uma referência geográfica , do outro uma civilização que se define submissa a Deus (“Islão” significa “submissão”).
A matriz ética e moral do Ocidente, para além das contribuições clássicas e judaicas, vem do cristianismo e este assenta sobretudo no elogio do perdão.

A prece fundamental do islamismo é uma declaração de fé: “só há um Deus e Maomé é o seu Profeta”. Tudo o resto se pode resumir na saborosa expressão de Scruton, “e ai de quem não acredite nisto”.
O Islão reclama e louva a clemência de Deus, mas não a condiciona à clemência para com os inimigos, ao contrário da prece cristã que inclui a frase “perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido&quot;.

Nem sempre os cristãos agiram e agem de acordo com este ideal, mas ele está presente nos arquétipos culturais, naquilo que se ensina, se transmite, e reverte para a ordem social e jurídica.
Em termos políticos, o cristianismo retoma a ideia de Ésquilo de solução política assente na ruptura do ciclo da vingança, visando a paz pela conciliação.
No Islão, pelo contrário, a paz só pode ser alcançada ou pela destruição do infiel, ou pela sua submissão.
Quando isso não se alcança, a solução passa pelo ritual sacrificial do &quot;bode expiatório&quot;, indivíduo estranho à comunidade, que congrega sobre si a fúria da vingança e lhe fecha o ciclo.
Unindo-se contra o “bode expiatório” a comunidade islâmica apazigua o desejo de vingança, liberta-se das rivalidades internas e reforça a sua identidade.
Este mecanismo ajuda a explicar as degolações públicas de “infiéis”, as vociferações exaltadas contra os EUA, “o Bush e o Blair ”, o “inimigo sionista”, o Papa, os ataques a &quot;apóstatas&quot;, a queima de bandeiras e retratos, etc., por parte das multidões muçulmanas.
O cristianismo rompe com este ciclo, pela transcendência da expiação. O &quot;bode expiatório&quot; é Cristo que se superioriza aos agressores, perdoando-lhes.
A ideia de perdão é portanto essencial na distinção entre o legado cristão e o legado muçulmano.
Cristo manda dar a outra face, Alá manda matar os idólatras.

O que importa ao nosso mundo, é que o cristianismo inspirou (embora com muitas lutas) uma ordem política que não se funda na crença, mas que acolhe as diferenças desse tipo, e as submete à jurisdição soberana demarcada num território, o estado-nação, com leis feitas pelos homens.
Um português pode ser cristão ou budista, branco ou preto, mas, acima de tudo, é português.
O islamismo não propiciou este tipo de ordem política. O indivíduo pode ser branco ou preto, egípcio ou pastun , árabe ou persa, mas acima de tudo, é membro da comunidade de crença, a Umma, com leis imutáveis porque divinas..
O nacionalismo é entendido como um conceito estranho, importado ou imposto a partir do Ocidente .
Todas as sondagens levadas a cabo no Reino Unido ou França, revelam que mais de 50% dos muçulmanos se sentem mais muçulmanos que nacionais desses países. Identificam-se sobretudo com a sua comunidade de crença, a Umma, por enquanto ainda desterritorializada
Ora é justamente esse o projecto do islamismo político, partilhado pela Al Qaeda e pelos ulemas, aiatolas, mulahs e imãs que o apregoam e ensinam em todas as mesquitas e madrassas do mundo.
O exemplo mais próximo da Umma foi o Império Otomano, no qual as comunidades não islâmicas submissas, às quais era, (mediante elevado tributo) permitido viver de acordo com regras jurídicas próprias, tinham de se submeter à regra religiosa islâmica nos conflitos com outras comunidades.
O Islão era a sua pertença definitiva e por isso, após a queda dos Reinos Francos, nunca houve “nações” no Médio Oriente.
Ironicamente, a “nação palestiniana” é uma criação cultural ocidental e só passou a existir como identidade, em função da existência de Israel.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cristianismo e islamismo</p>
<p>Uma das principais causas do choque entre o Islão e o Ocidente busca raízes na religião.<br />
As próprias designações são reveladoras.<br />
De um lado, uma cultura que a si mesma se designa utilizando uma referência geográfica , do outro uma civilização que se define submissa a Deus (“Islão” significa “submissão”).<br />
A matriz ética e moral do Ocidente, para além das contribuições clássicas e judaicas, vem do cristianismo e este assenta sobretudo no elogio do perdão.</p>
<p>A prece fundamental do islamismo é uma declaração de fé: “só há um Deus e Maomé é o seu Profeta”. Tudo o resto se pode resumir na saborosa expressão de Scruton, “e ai de quem não acredite nisto”.<br />
O Islão reclama e louva a clemência de Deus, mas não a condiciona à clemência para com os inimigos, ao contrário da prece cristã que inclui a frase “perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido&#8221;.</p>
<p>Nem sempre os cristãos agiram e agem de acordo com este ideal, mas ele está presente nos arquétipos culturais, naquilo que se ensina, se transmite, e reverte para a ordem social e jurídica.<br />
Em termos políticos, o cristianismo retoma a ideia de Ésquilo de solução política assente na ruptura do ciclo da vingança, visando a paz pela conciliação.<br />
No Islão, pelo contrário, a paz só pode ser alcançada ou pela destruição do infiel, ou pela sua submissão.<br />
Quando isso não se alcança, a solução passa pelo ritual sacrificial do &#8220;bode expiatório&#8221;, indivíduo estranho à comunidade, que congrega sobre si a fúria da vingança e lhe fecha o ciclo.<br />
Unindo-se contra o “bode expiatório” a comunidade islâmica apazigua o desejo de vingança, liberta-se das rivalidades internas e reforça a sua identidade.<br />
Este mecanismo ajuda a explicar as degolações públicas de “infiéis”, as vociferações exaltadas contra os EUA, “o Bush e o Blair ”, o “inimigo sionista”, o Papa, os ataques a &#8220;apóstatas&#8221;, a queima de bandeiras e retratos, etc., por parte das multidões muçulmanas.<br />
O cristianismo rompe com este ciclo, pela transcendência da expiação. O &#8220;bode expiatório&#8221; é Cristo que se superioriza aos agressores, perdoando-lhes.<br />
A ideia de perdão é portanto essencial na distinção entre o legado cristão e o legado muçulmano.<br />
Cristo manda dar a outra face, Alá manda matar os idólatras.</p>
<p>O que importa ao nosso mundo, é que o cristianismo inspirou (embora com muitas lutas) uma ordem política que não se funda na crença, mas que acolhe as diferenças desse tipo, e as submete à jurisdição soberana demarcada num território, o estado-nação, com leis feitas pelos homens.<br />
Um português pode ser cristão ou budista, branco ou preto, mas, acima de tudo, é português.<br />
O islamismo não propiciou este tipo de ordem política. O indivíduo pode ser branco ou preto, egípcio ou pastun , árabe ou persa, mas acima de tudo, é membro da comunidade de crença, a Umma, com leis imutáveis porque divinas..<br />
O nacionalismo é entendido como um conceito estranho, importado ou imposto a partir do Ocidente .<br />
Todas as sondagens levadas a cabo no Reino Unido ou França, revelam que mais de 50% dos muçulmanos se sentem mais muçulmanos que nacionais desses países. Identificam-se sobretudo com a sua comunidade de crença, a Umma, por enquanto ainda desterritorializada<br />
Ora é justamente esse o projecto do islamismo político, partilhado pela Al Qaeda e pelos ulemas, aiatolas, mulahs e imãs que o apregoam e ensinam em todas as mesquitas e madrassas do mundo.<br />
O exemplo mais próximo da Umma foi o Império Otomano, no qual as comunidades não islâmicas submissas, às quais era, (mediante elevado tributo) permitido viver de acordo com regras jurídicas próprias, tinham de se submeter à regra religiosa islâmica nos conflitos com outras comunidades.<br />
O Islão era a sua pertença definitiva e por isso, após a queda dos Reinos Francos, nunca houve “nações” no Médio Oriente.<br />
Ironicamente, a “nação palestiniana” é uma criação cultural ocidental e só passou a existir como identidade, em função da existência de Israel.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: EUROLIBERAL</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/07/os-israelitas-sao-israel/#comment-12354</link>
		<dc:creator><![CDATA[EUROLIBERAL]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 22:16:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/?p=12154#comment-12354</guid>
		<description><![CDATA[Jewish Racism towards Non-Jews as expressed in the Talmud (ou o que os judeus pensam do Lidador e de outros cristãos que lhes beijam o rabo...)

The Jews refer to the remainder of Earths inhabitants, the non-Jewish peoples, as &quot;Gentiles&quot;, &quot;Goyim&quot;. Let&#039;s see what the Jewish Talmud teaches the Jews concerning the non-Jewish majority, i.e. those who are not part of Jahve&#039;s &quot;Chosen People&quot;:

&quot;The Jews are called human beings, but the non-Jews are not humans. They are beasts.&quot; 

Talmud: Baba mezia, 114b

&quot;The Akum (non-Jew) is like a dog. Yes, the scripture teaches to honor the the dog more than the non-Jew.&quot;

Ereget Raschi Erod. 22 30

&quot;Even though God created the non-Jew they are still animals in human form. It is not becoming for a Jew to be served by an animal. Therfore he will be served by animals in human form.&quot; 

Midrasch Talpioth, p. 255, Warsaw 1855

&quot;A pregnant non-Jew is no better than a pregnant animal.&quot; 

Coschen hamischpat 405

&quot;The souls of non-Jews come from impure sprits and are called pigs.&quot; 

Jalkut Rubeni gadol 12b

&quot;Although the non-Jew has the same body structure as the Jew, they compare with the Jew like a monkey to a human.&quot; 

Schene luchoth haberith, p. 250 b

&quot;If you eat with a Gentile, it is the same as eating with a dog.&quot; 

Tosapoth, Jebamoth 94b

&quot;If a Jew has a non-Jewish servant or maid who dies, one should not express sympathy to the Jew. You should tell the Jew: &quot;God will replace &#039;your loss&#039;, just as if one of his oxen or asses had died&quot;.&quot;

Jore dea 377, 1

&quot;Sexual intercourse between Gentiles is like intercourse between animals.&quot; 

Talmud Sanhedrin 74b

&quot;It is permitted to take the body and the life of a Gentile.&quot; 

Sepher ikkarim III c 25

&quot;It is the law to kill anyone who denies the Torah. The Christians belong to the denying ones of the Torah.&quot;]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Jewish Racism towards Non-Jews as expressed in the Talmud (ou o que os judeus pensam do Lidador e de outros cristãos que lhes beijam o rabo&#8230;)</p>
<p>The Jews refer to the remainder of Earths inhabitants, the non-Jewish peoples, as &#8220;Gentiles&#8221;, &#8220;Goyim&#8221;. Let&#8217;s see what the Jewish Talmud teaches the Jews concerning the non-Jewish majority, i.e. those who are not part of Jahve&#8217;s &#8220;Chosen People&#8221;:</p>
<p>&#8220;The Jews are called human beings, but the non-Jews are not humans. They are beasts.&#8221; </p>
<p>Talmud: Baba mezia, 114b</p>
<p>&#8220;The Akum (non-Jew) is like a dog. Yes, the scripture teaches to honor the the dog more than the non-Jew.&#8221;</p>
<p>Ereget Raschi Erod. 22 30</p>
<p>&#8220;Even though God created the non-Jew they are still animals in human form. It is not becoming for a Jew to be served by an animal. Therfore he will be served by animals in human form.&#8221; </p>
<p>Midrasch Talpioth, p. 255, Warsaw 1855</p>
<p>&#8220;A pregnant non-Jew is no better than a pregnant animal.&#8221; </p>
<p>Coschen hamischpat 405</p>
<p>&#8220;The souls of non-Jews come from impure sprits and are called pigs.&#8221; </p>
<p>Jalkut Rubeni gadol 12b</p>
<p>&#8220;Although the non-Jew has the same body structure as the Jew, they compare with the Jew like a monkey to a human.&#8221; </p>
<p>Schene luchoth haberith, p. 250 b</p>
<p>&#8220;If you eat with a Gentile, it is the same as eating with a dog.&#8221; </p>
<p>Tosapoth, Jebamoth 94b</p>
<p>&#8220;If a Jew has a non-Jewish servant or maid who dies, one should not express sympathy to the Jew. You should tell the Jew: &#8220;God will replace &#8216;your loss&#8217;, just as if one of his oxen or asses had died&#8221;.&#8221;</p>
<p>Jore dea 377, 1</p>
<p>&#8220;Sexual intercourse between Gentiles is like intercourse between animals.&#8221; </p>
<p>Talmud Sanhedrin 74b</p>
<p>&#8220;It is permitted to take the body and the life of a Gentile.&#8221; </p>
<p>Sepher ikkarim III c 25</p>
<p>&#8220;It is the law to kill anyone who denies the Torah. The Christians belong to the denying ones of the Torah.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: EUROLIBERAL</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/07/os-israelitas-sao-israel/#comment-12353</link>
		<dc:creator><![CDATA[EUROLIBERAL]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 22:13:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/?p=12154#comment-12353</guid>
		<description><![CDATA[O cristianismo e o judaísmo projectam visões políticas diferentes acerca do mundo. O cristianismo, como cisão do judaísmo, afirmou desde o início, como marca distintiva, o seu carácter universalista. O Deus da Nova Aliança era o Deus de todos os homens, não o do &quot;povo eleito&quot; da Aliança do Pentateuco - a matriz judaica. Daí o amor ao Próximo, ao Outro, como argumento moral primordial do cristianismo. Sendo Deus universal, de todos os povos - judeus, romanos e gentios - Ele está, assim, no Outro. Amar o Outro é, pois, amar a Deus. O cristianismo é, por isso, desde os seus primórdios, inclusivista - inclui o Outro - e pretende a sua Salvação.

O judaísmo, pelo contrário, é exclusivista. Jeová é só seu - deles -, dá-lhes em exclusivo a Terra Prometida, e a afirmação identitária do povo eleito é alcançada pela exclusão do - e em conflito permanente com o - Outro, cuja salvação igualitária não é prevista, antes o seu aniquilamento.
Não é por acaso que os principais teorizadores do neoconservadorismo americano são quase exclusivamente judeus. Judeus (e cristãos evangélicos) foram escolhidos por Deus para submeterem o mundo num Armageddon apocalíptico que abriria as portas ao mundo novo.&quot;]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O cristianismo e o judaísmo projectam visões políticas diferentes acerca do mundo. O cristianismo, como cisão do judaísmo, afirmou desde o início, como marca distintiva, o seu carácter universalista. O Deus da Nova Aliança era o Deus de todos os homens, não o do &#8220;povo eleito&#8221; da Aliança do Pentateuco &#8211; a matriz judaica. Daí o amor ao Próximo, ao Outro, como argumento moral primordial do cristianismo. Sendo Deus universal, de todos os povos &#8211; judeus, romanos e gentios &#8211; Ele está, assim, no Outro. Amar o Outro é, pois, amar a Deus. O cristianismo é, por isso, desde os seus primórdios, inclusivista &#8211; inclui o Outro &#8211; e pretende a sua Salvação.</p>
<p>O judaísmo, pelo contrário, é exclusivista. Jeová é só seu &#8211; deles -, dá-lhes em exclusivo a Terra Prometida, e a afirmação identitária do povo eleito é alcançada pela exclusão do &#8211; e em conflito permanente com o &#8211; Outro, cuja salvação igualitária não é prevista, antes o seu aniquilamento.<br />
Não é por acaso que os principais teorizadores do neoconservadorismo americano são quase exclusivamente judeus. Judeus (e cristãos evangélicos) foram escolhidos por Deus para submeterem o mundo num Armageddon apocalíptico que abriria as portas ao mundo novo.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/07/os-israelitas-sao-israel/#comment-12352</link>
		<dc:creator><![CDATA[Lidador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 21:07:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/?p=12154#comment-12352</guid>
		<description><![CDATA[&quot;Na verdade foi com base na versão distorcida do Dr Hussein Khalidi que saiu um artigo no New York Times a divulgar ao mundo o “massacre” de Deir Yassin, suscitando várias declarações condenatórias das mais diversas personalidades&quot;]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Na verdade foi com base na versão distorcida do Dr Hussein Khalidi que saiu um artigo no New York Times a divulgar ao mundo o “massacre” de Deir Yassin, suscitando várias declarações condenatórias das mais diversas personalidades&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/07/os-israelitas-sao-israel/#comment-12351</link>
		<dc:creator><![CDATA[Lidador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 20:22:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/?p=12154#comment-12351</guid>
		<description><![CDATA[&quot;Edward Said passando por judeus como Ilan Pappe, Stazewsky, Chomsy, Finkelstein &quot;

Ó cromo, e desde quando é que a palavra de comunistas é algo que se possa citar como &quot;verdade&quot;?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Edward Said passando por judeus como Ilan Pappe, Stazewsky, Chomsy, Finkelstein &#8221;</p>
<p>Ó cromo, e desde quando é que a palavra de comunistas é algo que se possa citar como &#8220;verdade&#8221;?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: EUROLIBERAL</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/07/os-israelitas-sao-israel/#comment-12350</link>
		<dc:creator><![CDATA[EUROLIBERAL]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 20:01:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/?p=12154#comment-12350</guid>
		<description><![CDATA[Vejam o que Einstein diz sobre os crimes das SS sionistas em Deir Yassin e depois decidam se Einstein e Arendt, judeus de estatura universal, têm ou não mais credibilidade que o bandalho islamocida Lidador  e as agências de informação da entidade nazi-sionista onde ele vai beber a desinformação...

&quot;A shocking example was their behavior in the Arab village of Deir Yassin. This village, off the main roads and surrounded by Jewish lands, had taken no part in the war, and had even fought off Arab bands who wanted to use the village as their base. On April 9 (THE NEW YORK TIMES), terrorist bands attacked this peaceful village, which was not a military objective in the fighting, killed most of its inhabitants ? 240men, women, and children - and kept a few of them alive to parade as captives through the streets of Jerusalem. Most of the Jewish community was horrified at the deed, and the Jewish Agency sent a telegram of apology to King Abdullah of Trans-Jordan. But the terrorists, far from being ashamed of their act, were proud of this massacre, publicized it widely, and invited all the foreign correspondents present in the country to view the heaped corpses and the general havoc at Deir Yassin. The Deir Yassin incident exemplifies the character and actions of the Freedom Party...&quot; - Einstein, 1948]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vejam o que Einstein diz sobre os crimes das SS sionistas em Deir Yassin e depois decidam se Einstein e Arendt, judeus de estatura universal, têm ou não mais credibilidade que o bandalho islamocida Lidador  e as agências de informação da entidade nazi-sionista onde ele vai beber a desinformação&#8230;</p>
<p>&#8220;A shocking example was their behavior in the Arab village of Deir Yassin. This village, off the main roads and surrounded by Jewish lands, had taken no part in the war, and had even fought off Arab bands who wanted to use the village as their base. On April 9 (THE NEW YORK TIMES), terrorist bands attacked this peaceful village, which was not a military objective in the fighting, killed most of its inhabitants ? 240men, women, and children &#8211; and kept a few of them alive to parade as captives through the streets of Jerusalem. Most of the Jewish community was horrified at the deed, and the Jewish Agency sent a telegram of apology to King Abdullah of Trans-Jordan. But the terrorists, far from being ashamed of their act, were proud of this massacre, publicized it widely, and invited all the foreign correspondents present in the country to view the heaped corpses and the general havoc at Deir Yassin. The Deir Yassin incident exemplifies the character and actions of the Freedom Party&#8230;&#8221; &#8211; Einstein, 1948</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: EUROLIBERAL</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/07/os-israelitas-sao-israel/#comment-12349</link>
		<dc:creator><![CDATA[EUROLIBERAL]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 19:56:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/?p=12154#comment-12349</guid>
		<description><![CDATA[Desde sempre judeus decentes, como Einstein e Hannah Arendt,  denunciaram o fascismo sionista e os seus crimes, como Deir Yassin, apenas um entre muitos...

&quot;Einstein Letter Warning Of 
Zionist Facism In Israel
Letter That Albert Einstein Sent to the New York Times
1948, Protesting the Visit of Menachem Begin&quot;

http://www.rense.com/general59/ein.htm

Não é só em &quot;iSSrael&quot; que terroristas satânicos são abatidos:

5 U.S. soldiers killed in Baghdad blast
Suicide bomber reportedly approached patrol outside computer store

MSNBC News Services
updated 12:58 p.m. ET March 10, 2008

HURRAH !]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desde sempre judeus decentes, como Einstein e Hannah Arendt,  denunciaram o fascismo sionista e os seus crimes, como Deir Yassin, apenas um entre muitos&#8230;</p>
<p>&#8220;Einstein Letter Warning Of<br />
Zionist Facism In Israel<br />
Letter That Albert Einstein Sent to the New York Times<br />
1948, Protesting the Visit of Menachem Begin&#8221;</p>
<p><a href="http://www.rense.com/general59/ein.htm" rel="nofollow">http://www.rense.com/general59/ein.htm</a></p>
<p>Não é só em &#8220;iSSrael&#8221; que terroristas satânicos são abatidos:</p>
<p>5 U.S. soldiers killed in Baghdad blast<br />
Suicide bomber reportedly approached patrol outside computer store</p>
<p>MSNBC News Services<br />
updated 12:58 p.m. ET March 10, 2008</p>
<p>HURRAH !</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: EUROLIBERAL</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/07/os-israelitas-sao-israel/#comment-12348</link>
		<dc:creator><![CDATA[EUROLIBERAL]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 19:48:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/?p=12154#comment-12348</guid>
		<description><![CDATA[Massacres tipo Deir Yassin (que o bandalho anti-cristão Lidador tenta maquilhar) há todos os anos vários há 60 anos. Ainda há pouco mais 120 palestinianos foram martirizados em Gaza pelas bestas satânicas das SS Tsahal...

A solução “um estado” que defendo (e que é cada vez mais defendida no mundo, como pelos académicos britânicos que boicotam contactos com universidades sionistas, por Edward Said passando por judeus como Ilan Pappe, Stazewsky, Chomsy, Finkelstein e tutti quanti, todos “one staters”) é democrática e multicultural: serão cidadãos da Palestina libertada do regime nazi-sionista-apartheidesco todos os palestinianos independentemente da sua religião (muçulmana, cristã ou JUDAICA), como é próprio de uma Terra Santa das 3 religiões do Livro e como sempre aí aconteceu desde há 2 mil anos, onde apesar da sucessão de religiões dominantes (judaica, cristã e finalmenmte, muçulmana) o povo manteve a sua unidade étnica e a tradicional tolerância religiosa para com as minorias. NUNCA, desde 632 (data da conquista árabe pelo califa Omar), aí se fecharam igrejas e sinagogas. Construiram-se mesquitas ao lado, não em cima dos templos preexistentes (enquanto que na Europa cristã…nem vale a pena falar). 

Esssa tolerância teve apenas dois interregnos: o das cruzadas dos séc. XI-XII, pelos cristãos, e a Nakba desde 1948, pelos judeus sionistas. Mas um novo Saladino libertará de novo Jerusalém, castigará os nazi-sionistas e nunca mais haverá crentes chacinados por um exército fundamentalista ao serviço de uma só religião (para mais ultra-minoritária) em Jerusalém. Sempre houve judeus na Palestina e continuará a haver depois da Libertação. 

Mas o Oberkommando das SS Tsahal e os políticos sionistas que fizeram judiarias aos palestinianos e outros povos da região, esses terão a sorte dos nazis. Os mártires serão escrupulosamente vingados. A chutzpah (arrogância) sionista transformar-se-á em sorriso amarelo e em esgar de dor…]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Massacres tipo Deir Yassin (que o bandalho anti-cristão Lidador tenta maquilhar) há todos os anos vários há 60 anos. Ainda há pouco mais 120 palestinianos foram martirizados em Gaza pelas bestas satânicas das SS Tsahal&#8230;</p>
<p>A solução “um estado” que defendo (e que é cada vez mais defendida no mundo, como pelos académicos britânicos que boicotam contactos com universidades sionistas, por Edward Said passando por judeus como Ilan Pappe, Stazewsky, Chomsy, Finkelstein e tutti quanti, todos “one staters”) é democrática e multicultural: serão cidadãos da Palestina libertada do regime nazi-sionista-apartheidesco todos os palestinianos independentemente da sua religião (muçulmana, cristã ou JUDAICA), como é próprio de uma Terra Santa das 3 religiões do Livro e como sempre aí aconteceu desde há 2 mil anos, onde apesar da sucessão de religiões dominantes (judaica, cristã e finalmenmte, muçulmana) o povo manteve a sua unidade étnica e a tradicional tolerância religiosa para com as minorias. NUNCA, desde 632 (data da conquista árabe pelo califa Omar), aí se fecharam igrejas e sinagogas. Construiram-se mesquitas ao lado, não em cima dos templos preexistentes (enquanto que na Europa cristã…nem vale a pena falar). </p>
<p>Esssa tolerância teve apenas dois interregnos: o das cruzadas dos séc. XI-XII, pelos cristãos, e a Nakba desde 1948, pelos judeus sionistas. Mas um novo Saladino libertará de novo Jerusalém, castigará os nazi-sionistas e nunca mais haverá crentes chacinados por um exército fundamentalista ao serviço de uma só religião (para mais ultra-minoritária) em Jerusalém. Sempre houve judeus na Palestina e continuará a haver depois da Libertação. </p>
<p>Mas o Oberkommando das SS Tsahal e os políticos sionistas que fizeram judiarias aos palestinianos e outros povos da região, esses terão a sorte dos nazis. Os mártires serão escrupulosamente vingados. A chutzpah (arrogância) sionista transformar-se-á em sorriso amarelo e em esgar de dor…</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/07/os-israelitas-sao-israel/#comment-12344</link>
		<dc:creator><![CDATA[Lidador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 17:48:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/?p=12154#comment-12344</guid>
		<description><![CDATA[Um dos versículos do missal anti-semita, exemplo prático de como uma mentira muitas vezes repetida acaba por se transformar em verdade oficial, é o “massacre” de Deir Yassin, episódio da guerra que os árabes moveram aos judeus logo após a aprovação do Plano de Partilha pela ONU.

Deir Yassin era uma aldeola árabe perto de Jerusalém, na estrada para Telaviv. Na primavera de 1948 os árabes tinham lançado a chamada “Guerra das Estradas” e a parte judaica de Jerusalém estava cercada excepto por essa estrada. 

A 13 de Março de 1948, uma companhia iraquiana tinha entrado na aldeia, com a intenção de fechar o garrote sobre Jerusalém.

Em 09 de Abril de 1948, uma companhia mista do Irgun e do Lehi atacou a aldeia a fim de a capturar e neutralizar os iraquianos.
A maioria da população saiu da aldeia antes do ataque.

Os paramilitares judaicos  foram recebidos a tiro pelos iraquianos, muitos dos quais se tinham vestido de mulheres e se protegiam no meio delas, ardil que de resto continua a ser usado.
Nos combates que se seguiram, a unidade do Irgun sofreu 50 baixas mas conseguiu  neutralizar os iraquianos, capturando alguns ainda vestidos de mulher.
Quando já se tinham rendido, um grupo deles voltou a fazer fogo com armas que mantinham escondidas debaixo das vestes. Muitos paramilitares do Irgun morreram e os restantes ripostaram, matando todos os prisioneiros.
Reacção normal…sem ir mais longe, em Aljubarrota os portugueses executaram centenas de prisioneiros gascões que se tinham rendido, quando a área dos trens foi atacada pelo Mestre de Alcântara.

Quando o Haganah chegou à aldeia encontrou os civis mortos e passou a ideia de que tinha havido um massacre. Alguns investigadores entendem que esta posição da Haganah foi pensada, uma vez que por um lado tinha interesse em fazer fugir os árabes de certas aldeias, espalhando rumores sobre a ferocidade dos judeus, e por outro, convinha-lhe isolar o Irgun, numa luta interna de ordem ideológica, já que a Haganah era de esquerda e o Irgun de direita. 

A Cruz Vermelha foi chamada ao local e não encontrou prova de qualquer massacre, conclusão corroborada por um estudo feito em Julho de 1999, por investigadores árabes da Universidade de Birzeit, de Ramalah, segundo o qual não houve qualquer massacre mas sim um confronto militar no qual morreram 107 iraquiano em consequência do fogo cruzado. Ou sejam, o número de mortos é até inferior ao número de combatentes da companhia iraquiana que ocupou a aldeia.

De onde vem a ideia do “massacre”?

Do mesmo local de onde vieram as ideias dos “massacres” de Jenin, e outros:  empolamento e distorção deliberadas para gerar indignação e estimular o ódio e a mobilização dos países árabes, neste caso a cargo da Rádio “Voz da Palestina”, cujo director, o Dr Hussein Khalidi afirmou que “ nós temos o dever de capitalizar esta grande oportunidade” .

Na verdade foi com base na versão distorcida do Dr Hussein Khalidi que saiu um artigo no New York Times a divulgar ao mundo o “massacre” de Deir Yassin, suscitando várias declarações condenatórias das mais diversas personalidades, e basta recordar o que aconteceu na última guerra do Líbano,com o “massacre” de Canaa,  ou da família palestiniana morta numa praia por uma bomba do próprio Hamas, para se ter uma ideia das asneiras que as pessoas proferem, quando enfunadas pela ignorância e pelas visões estrábicas do mundo.

Um documentário da PBS (Os 50 anos de Guerra, 1993) registou depoimentos de aldeões e protagonistas de Deir Yassin:

“Não houve violações. É tudo mentira. Não foram esventradas mulheres grávidas. Era propaganda, para que os árabes fugissem e os exércitos árabes pudessem invadir e expulsar os judeus”
(Mohammed Radwan, combatente árabe de Deir Yassin, , Middle East Times, 20 de Abril de 1998) 

“A rádio árabe falou de mulheres a serem mortas e violadas, mas não é verdade…eu creio que a maior parte dos que morreram eram combatentes e mulheres e crianças que os ajudaram. Os lideres árabes cometeram um grande erro. Exagerando as atrocidades eles pretendiam encorajar as pessoas a lutar, mas acabaram por criar o pânico e as pessoas fugiram”
(Ayish Zeidan, aldeão de Deir Yassin,Daily Telegraph, 8Abril1998 )

Deir Yassin não foi um massacre, tal como Jenin não foi um massacre, mas sim construções propagandísticas tendo em vista objectivos de guerra psicológica. Os muçulmanos fazem isto constantemente, procurando manipular as receptivas opiniões públicas ocidentais, jogando com os nossos interditos e tabus.
Os exemplos são vastos: usar escudos humanos, fazer explodir crianças, atacar deliberadamente alvos civis, transformar locais de culto, escolas e hospitais em posições de combate, louvar o culto da morte, etc.

Dias depois de Deir Yassin, deu-se um verdadeiro massacre que todavia está dentro do vasto recipiente de amnésia localizada ao dispor dos “apoiantes da causa palestiniana”.
Uma coluna médica do Hospital de Hadassah, foi atacada e metodicamente executados 77 médicos, enfermeiros e estudantes.
Mas destes não reza a história...eram meros &quot;porcos judeus&quot;.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos versículos do missal anti-semita, exemplo prático de como uma mentira muitas vezes repetida acaba por se transformar em verdade oficial, é o “massacre” de Deir Yassin, episódio da guerra que os árabes moveram aos judeus logo após a aprovação do Plano de Partilha pela ONU.</p>
<p>Deir Yassin era uma aldeola árabe perto de Jerusalém, na estrada para Telaviv. Na primavera de 1948 os árabes tinham lançado a chamada “Guerra das Estradas” e a parte judaica de Jerusalém estava cercada excepto por essa estrada. </p>
<p>A 13 de Março de 1948, uma companhia iraquiana tinha entrado na aldeia, com a intenção de fechar o garrote sobre Jerusalém.</p>
<p>Em 09 de Abril de 1948, uma companhia mista do Irgun e do Lehi atacou a aldeia a fim de a capturar e neutralizar os iraquianos.<br />
A maioria da população saiu da aldeia antes do ataque.</p>
<p>Os paramilitares judaicos  foram recebidos a tiro pelos iraquianos, muitos dos quais se tinham vestido de mulheres e se protegiam no meio delas, ardil que de resto continua a ser usado.<br />
Nos combates que se seguiram, a unidade do Irgun sofreu 50 baixas mas conseguiu  neutralizar os iraquianos, capturando alguns ainda vestidos de mulher.<br />
Quando já se tinham rendido, um grupo deles voltou a fazer fogo com armas que mantinham escondidas debaixo das vestes. Muitos paramilitares do Irgun morreram e os restantes ripostaram, matando todos os prisioneiros.<br />
Reacção normal…sem ir mais longe, em Aljubarrota os portugueses executaram centenas de prisioneiros gascões que se tinham rendido, quando a área dos trens foi atacada pelo Mestre de Alcântara.</p>
<p>Quando o Haganah chegou à aldeia encontrou os civis mortos e passou a ideia de que tinha havido um massacre. Alguns investigadores entendem que esta posição da Haganah foi pensada, uma vez que por um lado tinha interesse em fazer fugir os árabes de certas aldeias, espalhando rumores sobre a ferocidade dos judeus, e por outro, convinha-lhe isolar o Irgun, numa luta interna de ordem ideológica, já que a Haganah era de esquerda e o Irgun de direita. </p>
<p>A Cruz Vermelha foi chamada ao local e não encontrou prova de qualquer massacre, conclusão corroborada por um estudo feito em Julho de 1999, por investigadores árabes da Universidade de Birzeit, de Ramalah, segundo o qual não houve qualquer massacre mas sim um confronto militar no qual morreram 107 iraquiano em consequência do fogo cruzado. Ou sejam, o número de mortos é até inferior ao número de combatentes da companhia iraquiana que ocupou a aldeia.</p>
<p>De onde vem a ideia do “massacre”?</p>
<p>Do mesmo local de onde vieram as ideias dos “massacres” de Jenin, e outros:  empolamento e distorção deliberadas para gerar indignação e estimular o ódio e a mobilização dos países árabes, neste caso a cargo da Rádio “Voz da Palestina”, cujo director, o Dr Hussein Khalidi afirmou que “ nós temos o dever de capitalizar esta grande oportunidade” .</p>
<p>Na verdade foi com base na versão distorcida do Dr Hussein Khalidi que saiu um artigo no New York Times a divulgar ao mundo o “massacre” de Deir Yassin, suscitando várias declarações condenatórias das mais diversas personalidades, e basta recordar o que aconteceu na última guerra do Líbano,com o “massacre” de Canaa,  ou da família palestiniana morta numa praia por uma bomba do próprio Hamas, para se ter uma ideia das asneiras que as pessoas proferem, quando enfunadas pela ignorância e pelas visões estrábicas do mundo.</p>
<p>Um documentário da PBS (Os 50 anos de Guerra, 1993) registou depoimentos de aldeões e protagonistas de Deir Yassin:</p>
<p>“Não houve violações. É tudo mentira. Não foram esventradas mulheres grávidas. Era propaganda, para que os árabes fugissem e os exércitos árabes pudessem invadir e expulsar os judeus”<br />
(Mohammed Radwan, combatente árabe de Deir Yassin, , Middle East Times, 20 de Abril de 1998) </p>
<p>“A rádio árabe falou de mulheres a serem mortas e violadas, mas não é verdade…eu creio que a maior parte dos que morreram eram combatentes e mulheres e crianças que os ajudaram. Os lideres árabes cometeram um grande erro. Exagerando as atrocidades eles pretendiam encorajar as pessoas a lutar, mas acabaram por criar o pânico e as pessoas fugiram”<br />
(Ayish Zeidan, aldeão de Deir Yassin,Daily Telegraph, 8Abril1998 )</p>
<p>Deir Yassin não foi um massacre, tal como Jenin não foi um massacre, mas sim construções propagandísticas tendo em vista objectivos de guerra psicológica. Os muçulmanos fazem isto constantemente, procurando manipular as receptivas opiniões públicas ocidentais, jogando com os nossos interditos e tabus.<br />
Os exemplos são vastos: usar escudos humanos, fazer explodir crianças, atacar deliberadamente alvos civis, transformar locais de culto, escolas e hospitais em posições de combate, louvar o culto da morte, etc.</p>
<p>Dias depois de Deir Yassin, deu-se um verdadeiro massacre que todavia está dentro do vasto recipiente de amnésia localizada ao dispor dos “apoiantes da causa palestiniana”.<br />
Uma coluna médica do Hospital de Hadassah, foi atacada e metodicamente executados 77 médicos, enfermeiros e estudantes.<br />
Mas destes não reza a história&#8230;eram meros &#8220;porcos judeus&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/07/os-israelitas-sao-israel/#comment-12343</link>
		<dc:creator><![CDATA[Lidador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 17:41:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/?p=12154#comment-12343</guid>
		<description><![CDATA[Já agora, sobre o &quot;massacre de  Deir Yassin&quot;.

Trata-se de um dos mais conhecidos  versículos do missal anti-semita, exemplo prático de como uma mentira muitas vezes repetida acaba por se transformar em verdade oficial. Deir Yassin foi  um episódio da guerra que os árabes moveram aos judeus logo após a aprovação do Plano de Partilha pela ONU e que é largado com ar profundo e indignado ne velha táctica  de demonizar o judeu.

Vamos aos factos:

Deir Yassin era uma aldeola árabe perto de Jerusalém, na estrada para Telaviv. Na primavera de 1948 os árabes tinham lançado a chamada “Guerra das Estradas” e a parte judaica de Jerusalém estava cercada excepto por essa estrada. 

A 13 de Março de 1948, uma companhia iraquiana tinha entrado na aldeia com a intenção de fechar o cerco sobre Jerusalém.

Em 09 de Abril de 1948, uma companhia mista do Irgun e do Lehi atacou a aldeia a fim de a capturar e neutralizar os iraquianos.

Quando os paramilitares judaicos chegaram foram recebidos a tiro pelos iraquianos, muitos dos quais se tinham vestido de mulheres e se protegiam no meio delas, ardil que de resto continua a ser usado nos dias de hoje.
Nos combates que se seguiram, a unidade do Irgun sofreu 50 baixas mas  conseguiu  neutralizar os iraquianos, capturando alguns ainda vestidos de mulher.
Quando já se tinham rendido, um grupo deles voltou a fazer fogo com armas que mantinham escondidas debaixo das vestes de mulher. Os judeus ripostaram acabando por matá-los todos no tiroteio que se seguiu, fazendo lembrar o que aconteceu por exemplo em Aljubarrota batalha na qual os nossos ascendentes  executaram centenas de prisioneiros gascões que se tinham rendido, quando a área dos trens foi atacada pelo Mestre de Alcântara e os portugueses corriam o risco de ficar entre dois fogos.

Quando o Haganah chegou à aldeia encontrou os  mortos e passou a ideia de que tinha havido um massacre. Alguns investigadores entendem que esta posição da Haganah foi pensada, uma vez que por um lado tinha interesse em fazer fugir os árabes de certas aldeias, espalhando rumores sobre a ferocidade dos judeus, e por outro, convinha-lhe isolar o Irgun, numa luta interna de ordem ideológica, já que a Haganah era de esquerda e o Irgun de direita. 

A Cruz Vermelha foi chamada ao local e não encontrou prova de qualquer massacre, conclusão corroborada por um estudo feito em Julho de 1999, por investigadores árabes da Universidade de Birzeit, de Ramalah, segundo o qual não houve qualquer massacre mas sim um confronto militar no qual morreram 107 árabes  em consequência do fogo cruzado. Na verdade o número de mortos é até inferior ao número de combatentes da companhia iraquiana que ocupou a aldeia.

De onde vem então a ideia do “massacre”?

Do mesmo local de onde vieram as ideias dos “massacres” de Jenin, e outrios: empolamento e distorção deliberadas para gerar indignação e estimular o ódio e a mobilização. Neste caso, a cargo da Rádio “Voz da Palestina”, cujo director, o Dr Hussein Khalidi afirmou que “ nós temos o dever de capitalizar esta grande oportunidade” 

E foi com base na versão distorcida do Dr Hussein Khalidi que saiu um artigo no New York Times a divulgar ao mundo o “massacre” de Deir Yassin, suscitando várias declarações condenatórias das mais diversas personalidades de referência, e basta recordar o que aconteceu última guerra do Líbano com o  “massacre” de Canaa, para se ter uma ideia das asneiras que as pessoas proferem, quando enfunadas pela ignorância convencida e pelas visões estrábicas do mundo.

Um documentário da PBS (Os 50 anos de Guerra, 1993) que registou depoimentos de aldeões e protagonistas de Deir Yassin tem passagens como esta:

“Não houve violações. É tudo mentira. Não foram esventradas mulheres grávidas. Era propaganda, para que os árabes fugissem e os exércitos árabes pudessem invadir e expulsar os judeus”
(Mohammed Radwan, combatente árabe de Deir Yassin, , Middle East Times, 20 de Abril de 1998) 

“A rádio árabe falou de mulheres a serem mortas e violadas, mas não é verdade…eu creio que a maior parte dos que morreram eram combatentes e mulheres e crianças que os ajudaram. Os lideres árabes cometeram um grande erro. Exagerando as atrocidades eles pretendiam encorajar as pessoas a lutar, mas acabaram por criar o pânico e as pessoas fugiram”
(Ayish Zeidan, aldeão de Deir Yassin,Daily Telegraph, 8Abril1998 )


Deir Yassin não foi um massacre mas  sim uma construçãos propagandística tendo em vista objectivos de guerra psicológica. Os muçulmanos fazem isto constantemente, procurando manipular as receptivas opiniões públicas ocidentais, jogando com os nossos interditos e tabus.
Os exemplos são vastos: usar escudos humanos, fazer explodir crianças, atacar deliberadamente alvos civis, transformar locais de culto, escolas e hospitais em posições de combate, louvar o culto da morte, etc.

Dias depois de Deir Yassin, deu-se um verdadeiro massacre que todavia está dentro do vasto recipiente de amnésia localizada ao dispor dos “apoiantes da causa palestiniana”:
Uma coluna médica do Hospital de Hadassah, foi atacada e metodicamente executados 77 médicos, enfermeiros e estudantes.
Mas destes não reza a história...eram apenas  &quot;porcos judeus&quot;.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já agora, sobre o &#8220;massacre de  Deir Yassin&#8221;.</p>
<p>Trata-se de um dos mais conhecidos  versículos do missal anti-semita, exemplo prático de como uma mentira muitas vezes repetida acaba por se transformar em verdade oficial. Deir Yassin foi  um episódio da guerra que os árabes moveram aos judeus logo após a aprovação do Plano de Partilha pela ONU e que é largado com ar profundo e indignado ne velha táctica  de demonizar o judeu.</p>
<p>Vamos aos factos:</p>
<p>Deir Yassin era uma aldeola árabe perto de Jerusalém, na estrada para Telaviv. Na primavera de 1948 os árabes tinham lançado a chamada “Guerra das Estradas” e a parte judaica de Jerusalém estava cercada excepto por essa estrada. </p>
<p>A 13 de Março de 1948, uma companhia iraquiana tinha entrado na aldeia com a intenção de fechar o cerco sobre Jerusalém.</p>
<p>Em 09 de Abril de 1948, uma companhia mista do Irgun e do Lehi atacou a aldeia a fim de a capturar e neutralizar os iraquianos.</p>
<p>Quando os paramilitares judaicos chegaram foram recebidos a tiro pelos iraquianos, muitos dos quais se tinham vestido de mulheres e se protegiam no meio delas, ardil que de resto continua a ser usado nos dias de hoje.<br />
Nos combates que se seguiram, a unidade do Irgun sofreu 50 baixas mas  conseguiu  neutralizar os iraquianos, capturando alguns ainda vestidos de mulher.<br />
Quando já se tinham rendido, um grupo deles voltou a fazer fogo com armas que mantinham escondidas debaixo das vestes de mulher. Os judeus ripostaram acabando por matá-los todos no tiroteio que se seguiu, fazendo lembrar o que aconteceu por exemplo em Aljubarrota batalha na qual os nossos ascendentes  executaram centenas de prisioneiros gascões que se tinham rendido, quando a área dos trens foi atacada pelo Mestre de Alcântara e os portugueses corriam o risco de ficar entre dois fogos.</p>
<p>Quando o Haganah chegou à aldeia encontrou os  mortos e passou a ideia de que tinha havido um massacre. Alguns investigadores entendem que esta posição da Haganah foi pensada, uma vez que por um lado tinha interesse em fazer fugir os árabes de certas aldeias, espalhando rumores sobre a ferocidade dos judeus, e por outro, convinha-lhe isolar o Irgun, numa luta interna de ordem ideológica, já que a Haganah era de esquerda e o Irgun de direita. </p>
<p>A Cruz Vermelha foi chamada ao local e não encontrou prova de qualquer massacre, conclusão corroborada por um estudo feito em Julho de 1999, por investigadores árabes da Universidade de Birzeit, de Ramalah, segundo o qual não houve qualquer massacre mas sim um confronto militar no qual morreram 107 árabes  em consequência do fogo cruzado. Na verdade o número de mortos é até inferior ao número de combatentes da companhia iraquiana que ocupou a aldeia.</p>
<p>De onde vem então a ideia do “massacre”?</p>
<p>Do mesmo local de onde vieram as ideias dos “massacres” de Jenin, e outrios: empolamento e distorção deliberadas para gerar indignação e estimular o ódio e a mobilização. Neste caso, a cargo da Rádio “Voz da Palestina”, cujo director, o Dr Hussein Khalidi afirmou que “ nós temos o dever de capitalizar esta grande oportunidade” </p>
<p>E foi com base na versão distorcida do Dr Hussein Khalidi que saiu um artigo no New York Times a divulgar ao mundo o “massacre” de Deir Yassin, suscitando várias declarações condenatórias das mais diversas personalidades de referência, e basta recordar o que aconteceu última guerra do Líbano com o  “massacre” de Canaa, para se ter uma ideia das asneiras que as pessoas proferem, quando enfunadas pela ignorância convencida e pelas visões estrábicas do mundo.</p>
<p>Um documentário da PBS (Os 50 anos de Guerra, 1993) que registou depoimentos de aldeões e protagonistas de Deir Yassin tem passagens como esta:</p>
<p>“Não houve violações. É tudo mentira. Não foram esventradas mulheres grávidas. Era propaganda, para que os árabes fugissem e os exércitos árabes pudessem invadir e expulsar os judeus”<br />
(Mohammed Radwan, combatente árabe de Deir Yassin, , Middle East Times, 20 de Abril de 1998) </p>
<p>“A rádio árabe falou de mulheres a serem mortas e violadas, mas não é verdade…eu creio que a maior parte dos que morreram eram combatentes e mulheres e crianças que os ajudaram. Os lideres árabes cometeram um grande erro. Exagerando as atrocidades eles pretendiam encorajar as pessoas a lutar, mas acabaram por criar o pânico e as pessoas fugiram”<br />
(Ayish Zeidan, aldeão de Deir Yassin,Daily Telegraph, 8Abril1998 )</p>
<p>Deir Yassin não foi um massacre mas  sim uma construçãos propagandística tendo em vista objectivos de guerra psicológica. Os muçulmanos fazem isto constantemente, procurando manipular as receptivas opiniões públicas ocidentais, jogando com os nossos interditos e tabus.<br />
Os exemplos são vastos: usar escudos humanos, fazer explodir crianças, atacar deliberadamente alvos civis, transformar locais de culto, escolas e hospitais em posições de combate, louvar o culto da morte, etc.</p>
<p>Dias depois de Deir Yassin, deu-se um verdadeiro massacre que todavia está dentro do vasto recipiente de amnésia localizada ao dispor dos “apoiantes da causa palestiniana”:<br />
Uma coluna médica do Hospital de Hadassah, foi atacada e metodicamente executados 77 médicos, enfermeiros e estudantes.<br />
Mas destes não reza a história&#8230;eram apenas  &#8220;porcos judeus&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: EUROLIBERAL</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/07/os-israelitas-sao-israel/#comment-12337</link>
		<dc:creator><![CDATA[EUROLIBERAL]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 16:16:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/?p=12154#comment-12337</guid>
		<description><![CDATA[LIDADOR É MENTIROSO !

&quot;Israel foi constituído em territórios historicamente judaicos, onde viviam milhões de judeus&quot; 

Milhões de judeus ? Em 1948 não chegavam a 600.000 mil para mais de um milhão de árabes ! E esses judeus eram emigrados recentes, não residentes autóctones. Como porco sionista, o Lidador é mentiroso compulsivo ! 

E territórios históricamente judaicos ? Que grande besta ! releia o comentário acima sobre a história religiosa do Médio Oriente. Os judeus não SÃO POVO, mas comunidade religiosa. E se os palestinianos eram maioritariamente seguidorres do judaismo no tempo de Cristo, depois, tal como Ele, converteram-se ao cristianismo, e no séc. VII ao Islão, seu grande BURRO NAZI !

A Palestina É HISTÓRICAMENTE PALESTINIANA, SEMPRE O FOI E SERÁ, INDEPENDENTEMENTE DA RELIGIÃO MAIORITÁRIA QUE OS PALESTINIANOS PROFESSARAM EM CADA MOMENTO HISTÓRICO ! ESCREVA ISTO DEZ VEZES, SEU BURRO !

Os povos podem mudar de religião, mas NUNCA mudam a sua identidade étnica, seu porco nazi !
Você é intelectualmente desonesto, e anda a prostituir a blogosfera com a sua mediocridade intelectual ao serviço dos nazis islamocidas. Tenha cuidado !]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>LIDADOR É MENTIROSO !</p>
<p>&#8220;Israel foi constituído em territórios historicamente judaicos, onde viviam milhões de judeus&#8221; </p>
<p>Milhões de judeus ? Em 1948 não chegavam a 600.000 mil para mais de um milhão de árabes ! E esses judeus eram emigrados recentes, não residentes autóctones. Como porco sionista, o Lidador é mentiroso compulsivo ! </p>
<p>E territórios históricamente judaicos ? Que grande besta ! releia o comentário acima sobre a história religiosa do Médio Oriente. Os judeus não SÃO POVO, mas comunidade religiosa. E se os palestinianos eram maioritariamente seguidorres do judaismo no tempo de Cristo, depois, tal como Ele, converteram-se ao cristianismo, e no séc. VII ao Islão, seu grande BURRO NAZI !</p>
<p>A Palestina É HISTÓRICAMENTE PALESTINIANA, SEMPRE O FOI E SERÁ, INDEPENDENTEMENTE DA RELIGIÃO MAIORITÁRIA QUE OS PALESTINIANOS PROFESSARAM EM CADA MOMENTO HISTÓRICO ! ESCREVA ISTO DEZ VEZES, SEU BURRO !</p>
<p>Os povos podem mudar de religião, mas NUNCA mudam a sua identidade étnica, seu porco nazi !<br />
Você é intelectualmente desonesto, e anda a prostituir a blogosfera com a sua mediocridade intelectual ao serviço dos nazis islamocidas. Tenha cuidado !</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: EUROLIBERAL</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/07/os-israelitas-sao-israel/#comment-12336</link>
		<dc:creator><![CDATA[EUROLIBERAL]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 16:06:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/?p=12154#comment-12336</guid>
		<description><![CDATA[Este Lidador julga que ainda estamos no tempo do D. Afonso Henriques...

No direito internacional pós-45 estão proibidas as anexações territoriais, e as descolonizações devem-se fazer apenas em favor do povo autóctone do território descolonizado e sem alterações de fronteiras ou divisões de território.

Além do mais seu nazi-sionista, iSSrael não se defendeu nada porque desde o início (1948) é o agressor. Os sionistas são estrangeiros que agrediram, sem provocação prévia, um povo que vivia pacificamente nas suas terras, a Palestina. É nesse momento que se fixa a legitimidade. Depois pode ser atacado que esse ataque é SEMPRE DEFENSIVO em relação à agressão inicial ! Senão teríamos que aceitar a legítima defesa do assaltante de bancos com assassínios no currículo em relação aos polícias que o tentassem prender em casa...
Você é um jurista de merda...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este Lidador julga que ainda estamos no tempo do D. Afonso Henriques&#8230;</p>
<p>No direito internacional pós-45 estão proibidas as anexações territoriais, e as descolonizações devem-se fazer apenas em favor do povo autóctone do território descolonizado e sem alterações de fronteiras ou divisões de território.</p>
<p>Além do mais seu nazi-sionista, iSSrael não se defendeu nada porque desde o início (1948) é o agressor. Os sionistas são estrangeiros que agrediram, sem provocação prévia, um povo que vivia pacificamente nas suas terras, a Palestina. É nesse momento que se fixa a legitimidade. Depois pode ser atacado que esse ataque é SEMPRE DEFENSIVO em relação à agressão inicial ! Senão teríamos que aceitar a legítima defesa do assaltante de bancos com assassínios no currículo em relação aos polícias que o tentassem prender em casa&#8230;<br />
Você é um jurista de merda&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/03/07/os-israelitas-sao-israel/#comment-12333</link>
		<dc:creator><![CDATA[Lidador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 14:21:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/?p=12154#comment-12333</guid>
		<description><![CDATA[&quot;Quando tu tens colonos em colonatos construídos em território que não é de Israel, e que têm o estatuto internacional de “zona de interposição”, colonatos esses em franca expansão territorial (mais uma vez, em território que não faz parte de Israel&quot;

Esta opinião do JLP é mais uma das falácias que são normalmente repetidas e que, se tomadas como &quot;verdadeiras&quot;, inquinam o debate logo à partida.
O Direito Internacional não sustenta tal opinião ( e as Resoluções das NU não são normalmente DI, mas apenas o resultado de conjunturas e equilibrios políticos na altura em que foram votadas.
O DI é uma teia algo etérea, mas há coisas que estão bem assentes.

A ocupação de territórios deu-se na sequência de guerras movidas contra Israel. Foi a guerra que levou à “ocupação” de Gaza e da Cisjordânia, bem como dos Montes Golan e do Sinai. De facto Gaza e a Cisjordânia estiveram sob controle egipcio e jordano até à guerra de 1967 e nenhum desses países permitiu a constituição do Estado Palestiniano para aí previsto pela Rsolução das Nações Unidas.

Não se trata  pois de uma ocupação “ilegal”. À luz do direito da guerra (4ª Convenção de Genebra), e do DI relevante, não há ilegitimidade na colonização de terras obtidas no decurso de uma guerra defensiva, pelo vencedor que se defende vitoriosamente.
São terras disputadas que o vencedor gere como muito bem entender (veja-se por exemplo o caso de Gdansk-Danzig)

Israel, de moto próprio, devolveu o Sinai ao Egipto quando fez a paz. E quis devolver Gaza e a Cisjordânia também, ao Egipto e Jordânia.
Agora, as fronteiras de um estado palestiniano já não poderão ser as da partilha, porque essas foram recusadas pelos árabes. Nas guerras que moveram, Israel, estado agredido, venceu e  tem o direito de as desenhar à medida dos seus interesses.
Quem ataca e perde, não pode agora esperar que fique tudo como dantes e que não haja consequências, como se a guerra fosse um jogo em que se pode voltar atrás, fingindo que nada aconteceu.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Quando tu tens colonos em colonatos construídos em território que não é de Israel, e que têm o estatuto internacional de “zona de interposição”, colonatos esses em franca expansão territorial (mais uma vez, em território que não faz parte de Israel&#8221;</p>
<p>Esta opinião do JLP é mais uma das falácias que são normalmente repetidas e que, se tomadas como &#8220;verdadeiras&#8221;, inquinam o debate logo à partida.<br />
O Direito Internacional não sustenta tal opinião ( e as Resoluções das NU não são normalmente DI, mas apenas o resultado de conjunturas e equilibrios políticos na altura em que foram votadas.<br />
O DI é uma teia algo etérea, mas há coisas que estão bem assentes.</p>
<p>A ocupação de territórios deu-se na sequência de guerras movidas contra Israel. Foi a guerra que levou à “ocupação” de Gaza e da Cisjordânia, bem como dos Montes Golan e do Sinai. De facto Gaza e a Cisjordânia estiveram sob controle egipcio e jordano até à guerra de 1967 e nenhum desses países permitiu a constituição do Estado Palestiniano para aí previsto pela Rsolução das Nações Unidas.</p>
<p>Não se trata  pois de uma ocupação “ilegal”. À luz do direito da guerra (4ª Convenção de Genebra), e do DI relevante, não há ilegitimidade na colonização de terras obtidas no decurso de uma guerra defensiva, pelo vencedor que se defende vitoriosamente.<br />
São terras disputadas que o vencedor gere como muito bem entender (veja-se por exemplo o caso de Gdansk-Danzig)</p>
<p>Israel, de moto próprio, devolveu o Sinai ao Egipto quando fez a paz. E quis devolver Gaza e a Cisjordânia também, ao Egipto e Jordânia.<br />
Agora, as fronteiras de um estado palestiniano já não poderão ser as da partilha, porque essas foram recusadas pelos árabes. Nas guerras que moveram, Israel, estado agredido, venceu e  tem o direito de as desenhar à medida dos seus interesses.<br />
Quem ataca e perde, não pode agora esperar que fique tudo como dantes e que não haja consequências, como se a guerra fosse um jogo em que se pode voltar atrás, fingindo que nada aconteceu.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

