O Insurgente

Março 7, 2008

Os Israelitas são Israel

Filed under: Comentário,Diversos,Médio Oriente — Carlos Guimarães Pinto @ 19:23

1. A mobilidade chegou ao Médio Oriente bem antes de ter chegado à União Europeia. Ainda Schengen não passava de uma vila perdida no centro da Europa e já os países do Golfo tinham dado liberdade de movimentos a trabalhadores e turistas oriundos dos países da Cooperação. Estando a trabalhar há mais de meio ano no Médio Oriente tive já a oportunidade de conversar com pessoas de muitas nacionalidades, incluindo muitos Palestinianos, aqui da região. Inevitavelmente o assunto acaba por ir sempre parar à política. O cidadão médio (aquilo que se chamará o islão moderado) tem o mesmo apreço pelos EUA que o cidadão médio europeu, ou seja, muito pouco. Ainda menos apreço tem por Israel. Mas há uma diferença profunda entre ambas as situações: para o cidadão médio, moderado, dos países árabes, há diferenças entre os EUA e o seu governo, e os americanos. Mas para a mesma pessoa não há qualquer diferença entre Israel e os Israelitas. Todos os cidadãos de Israel, por terem vindo para a Palestina de livre vontade, conhecendo a situação que os esperava, são invasores. Isto vindo do cidadão médio faz entender melhor como pensarão os terroristas (ou militares Palestinianos se assim os quisermos chamar). Para o militar Palestiniano não existe diferença entre militares e civis. São poucos os ataques Palestinianos a Israel que demonstram algum outro objectivo que não o de matar civis. Pelo contrário, as mortes civis nos ataques de Israel à Palestina não são objectivos primários, são resultado do facto de a força militar Palestiniana não se distinguir da sua população e do desleixo e desprezo pela vida dos Palestinianos que os militares Israelitas foram desenvolvendo. Desleixo obviamente condenável mas que nem por isso esconde a profunda diferença de motivos e intenções dos ataques militares de ambos os lados: Israel ataca, mata, isola para reduzir a força militar (terrorista) do adversário, os Palestinianos apenas querem matar israelitas. Extraordinário o facto de esta posição dos palestinianos se estender a muitos europeus, nomeadamente quando noticiam as acções militares de ambos os lados. Quando há um ataque à Palestina faz-se questão de referenciar as vítimas inocentes, civis e crianças, mas isso raramente acontece na contagem de mortos Israelitas. É como se para os europeus também não houvesse israelitas inocentes.

2. A criação de um estado Judeu foi a forma mais idiota que os Europeus tiveram para arrumar o seu anti-semitismo para debaixo do tapete. Esqueceram-se que já alguém lá estava debaixo do tapete. A minha opinião é de que Israel nunca deveria ter existido e foi constituído de forma ilegítima. Mas, como muitos outros estados, até diria a maioria dos estados, ganhou legitimidade com o tempo. Como parece defender o Daniel Oliveira, idealmente a solução para o conflito israelo-árabe passaria pelo regresso às fronteiras de 1967, ou outro qualquer acordo que implicasse a aceitação do direito à existência de uns e outros. Pragmaticamente, tal não será possível, porque o objectivo último (porventura com algum fundo de legitimidade) dos países árabes é a extinção do estado de Israel. Em todos os países árabes, Israel não consta nos mapas, os cidadãos israelitas estão proibidos de entrar e até a própria palavra “Israel” surge sempre entre aspas. Ninguém, por mais pacifista ou idealista que seja, acredita que se Israel abandonasse os ataques e recuasse para as fronteiras de 1967, os Palestianos passassem a conviver pacificamente com a existência de Israel. Pragmaticamene teremos que admitir que se Israel levantasse o bloqueio a Gaza, se permitisse a livre entrada e saída de pessoas entre os dois territórios, o número de atentados em Israel subiria. Poupar centenas de vidas palestinianas custaria algumas dezenas de vidas israelitas. Mas quando falamos da defesa da vida dos mais próximos, a aritmética não conta. Se a solução me agrada? Obviamente que não. Sempre lamentarei as mortes inocentes de ambos os lados. Mas também aceito que há menos imoralidade em lutar pelo direito a existir do que lutar pela extinção do outro, independentemente da aritmética da guerra. Mas, claro, como afirma o João Galâncio do topo do seu pedestal moral, eu devo é ser um fanático da guerra.

42 Comentários »

  1. Bom artigo, principalmente pela sinceridade e honestidade.

    “A minha opinião é de que Israel nunca deveria ter existido e foi constituído de forma ilegítima.”

    Não te conhecia com uma opinião tão radical nesse sentido. Eu próprio, depois das várias conversas que já tivemos sobre o assunto em geral (e sabes bem o meu ponto de vista), acho que Israel tem toda a legitimidade de existir e que foi constituído de forma legítima, mas não nas fronteiras que ocupa presentemente.

    “Para o militar Palestiniano não existe diferença entre militares e civis. São poucos os ataques Palestinianos a Israel que demonstram algum outro objectivo que não o de matar civis.”

    Sinceramente, acho essa perspectiva um pouco ingénua. A questão é que tu tens “civis” do lado de Israel que de “civil” têm muito pouco.

    Quando tu tens colonos em colonatos construídos em território que não é de Israel, e que têm o estatuto internacional de “zona de interposição”, colonatos esses em franca expansão territorial (mais uma vez, em território que não faz parte de Israel), e em que esses colonos operam como autêntica milícias armadas e forças de ocupação sustentadas pelo exército regular israelita, pergunta-se se o facto de cair um rocket nesse território, que devia ser tão somente uma zona de segurança militar (em território palestiniano), apanha “civis inocentes” ou pessoas com uma missão muito clara e definida, e bem cientes do que estão a fazer.

    É que essa estratégia de ocupação, conjugada com mecanismos de “legitimação com o tempo” e de política de “factos consumados” como tu referes, faz questionar se não são legítimos todos os meios de resposta em relação a essa zona, e se se espera que os palestinianos fiquem de braços cruzados à espera que depois venham dizer que lá estão porque ninguém se queixou.

    “Mas há uma diferença profunda entre ambas as situações: para o cidadão médio, moderado, dos países árabes, há diferenças entre os EUA e o seu governo, e os americanos.”

    Desde a reeleição do Bush, e pela ausência de revolta dos cidadãos americanos contra a política isolacionista americana e de desprezo pelos estrangeiros e pelos seus compromissos internacionais, para mim deixaram de haver muitas diferenças entre os EUA, o seu governo e os americanos.

    Comentário por João Luís Pinto — Março 7, 2008 @ 20:22

  2. “A minha opinião é de que Israel nunca deveria ter existido e foi constituído de forma ilegítima.”

    Nada tem de ilegítimo, sendo assim Portugal, EUA e maioria dos países foram ilegítimos.
    Qual a diferença para outros países? Jordânia, Síria, Líbano, Iraque por exemplo?

    “desleixo e desprezo pela vida dos Palestinianos que os militares Israelitas foram desenvolvendo.”

    Onde está evidência de semelhante coisa a um nível diferente de Por exemplo outro exército Ocidental ? Se há alguma mudança é precisamente o contrário. O facto de em vez de morrerem 100 Israelitas para 120 Àrabes ter passado para 10 Israelitas para 120 Árabes deve-se á evolução de Israel de um país de maltrapilhos fugidos da Europa para um País onde a preservação da vida dos seus cidadãos é essencial.
    Quem quiser perceber porque é que os numeros são esses só precisa de analisar a história do Tanque Israelita Merkava e porque é que ao contrário de todos os outros tem o motor á frente em vez de na retaguarda. Depois poderemos começar a falar desde cuidados médicos até ás táticas de combate.
    Analise-se como a Europa(UE) e os EUA combateram contra Sérvia e compare-se com Israel. Note-se que quer a UE quer os EUA não estavam a defender o seu território nem as suas familias.

    “Pragmaticamene teremos que admitir que se Israel levantasse o bloqueio a Gaza, se permitisse a livre entrada e saída de pessoas entre os dois territórios, o número de atentados em Israel subiria. Poupar centenas de vidas palestinianas custaria algumas dezenas de vidas israelitas.”

    Discordo, haveria muitos mais combates.

    “Pragmaticamente, tal não será possível, porque o objectivo último (porventura com algum fundo de legitimidade) dos países árabes é a extinção do estado de Israel.”

    Como é que isso é “porventura legítimo”, se pela mesma bitola a maioria dos Estados Árabes são ilegitimos.

    “Em todos os países árabes, Israel não consta nos mapas, os cidadãos israelitas estão proibidos de entrar e até a própria palavra “Israel” surge sempre entre aspas.”

    Isso não é totalmente verdade.

    —————————-
    A ocupação da Alemanha foi ilegítima? faz parte das leis da guerra a ocupação, mudança de Governo e a eventual perda de território.

    Comentário por lucklucky — Março 7, 2008 @ 21:03

  3. “há menos imoralidade em lutar pelo direito a existir do que lutar pela extinção do outro”

    Como assim ? Ninguém luta pela extinção dos judeus mas pela eliminação do regime nazi-sionista-apartheidesco, para o substituir por uma Palestina democrática e multicultural para todos os crentespalestiniuanos, incluindo os judeus. Também o regime nazi foi aniquilado mas não os alemães… o apartheid mas não os brancos. A imoralidade é ser terrorista ocupante e expuulsar um povo das suas terras e casas. Isso nem os nazis fizeram na Alsácia e Lorena… Abater israelitas (são racistas e ladrões) ocupantes é o dever patriótico da resistência árabe. Não há qualquer equivalência moral entre heróis resistentes e terroristas ocupantes…

    Comentário por EUROLIBERAL — Março 7, 2008 @ 21:25

  4. A política do Hamas (ÚNICO GOVERNO LEGÍTIMO DA PALESTINA) é a do estado único e multicultural, sem “excepcionalismos” fundamentalistas baseados na religião. One man, one vote, one land.

    Não se trata de nenhuma novidade, mas da única solução política que foi aplicada na Palestina em 2.000 anos (com apenas dois interregnos, os das cruzadas cristãs há 800 anos e os da invasão sionista, a Nakba, desde 1948).

    Os traidores colaboracionistas da Fatah de Abbas aceitaram a capitulação e a sua redução a uma reserva índia ou a guettos-bantustões de menos de 22% do território, onde sem exército e sem contiguidade territorial estariam sujeitos a pogroms permanentes, como o último de Gaza ! Nenhum patriota aceita essa traição. A Palestina não está à venda !

    E nada, absolutamente NADA, na Carta do Hamas desmente esse objectivo político. O aniquilamento (obliterating) de israel e do regime sionista-apartheidesco NÂO significa obviamente o aniquilamento dos judeus (com excecpção dos criminosos de guerra…), como o fim do apartheid não significou a morte e a expulsão dos brancos sul-africanos, nem o esmagamento do regime nazi implicou o massacre de todos os alemães… Mas os nazi-sionistas gostam de levantar sempre o papão da shoa enquanto “holocaustam” os “subhomens” dos guettos de extermínio de Gaza ou Jenin…

    O sionismo é um crime contra a humanidade e é como tal que deve ser tratado. Retirar-lhe um quinto das terras que ocupou para fazer aí uma reserva índia dos palestinianos que ainda sobrevivem NÂO É SOLUÇÂO !

    A solução está nas armas da Nação Árabe e Muçulmana. Não na hipotética boa-vontade de americanos ou europeus. Quando chegar a hora de libertar Jerusalém e a Palestina e de extrirpar o tumor nazi-sionista, nada nem ninguém o impedirá.

    O regime sionista será esmagado.

    Comentário por EUROLIBERAL — Março 7, 2008 @ 21:26

  5. O nazi luckyluck que por aqui vomita o seu ódio antisemita e islamocida é por exemplo um bandalho, ao passo que eu…

    Comentário por EUROLIBERAL — Março 7, 2008 @ 21:28

  6. “Sinceramente, acho essa perspectiva um pouco ingénua. A questão é que tu tens “civis” do lado de Israel que de “civil” têm muito pouco.

    Quando tu tens colonos em colonatos construídos em território que não é de Israel, e que têm o estatuto internacional de “zona de interposição”, colonatos esses em franca expansão territorial (mais uma vez, em território que não faz parte de Israel), e em que esses colonos operam como autêntica milícias armadas e forças de ocupação sustentadas pelo exército regular israelita, pergunta-se se o facto de cair um rocket nesse território, que devia ser tão somente uma zona de segurança militar (em território palestiniano), apanha “civis inocentes” ou pessoas com uma missão muito clara e definida, e bem cientes do que estão a fazer.”

    Por essa ordem de ideias não há vítimas palestinianas civis. Normalmente os palestinianos mortos em ataques estão lá a proteger ou servir de escudo e camuflagem aos “militares”. Se quiseres podemos chamar-lhes “meios civis”.

    “Desde a reeleição do Bush, e pela ausência de revolta dos cidadãos americanos contra a política isolacionista americana e de desprezo pelos estrangeiros e pelos seus compromissos internacionais, para mim deixaram de haver muitas diferenças entre os EUA, o seu governo e os americanos.”

    Mas tu és um anti-americano primário, pá. Nem os Palestinianos são tão anti-americanos…

    “Nada tem de ilegítimo, sendo assim Portugal, EUA e maioria dos países foram ilegítimos.
    Qual a diferença para outros países? Jordânia, Síria, Líbano, Iraque por exemplo? ”

    Israel foi imposto pelo poder colonial da altura contra a vontade da maioria da população residente no território. esta é a minha noção de ilegitimidade. Seria o mesmo se Salazar tivesse criado um estado judeu no norte de Angola antes da declaração de independência.

    “Discordo, haveria muitos mais combates.”

    E não é isso que digo?

    “Como é que isso é “porventura legítimo”, se pela mesma bitola a maioria dos Estados Árabes são ilegitimos.”

    Absolutamente ninguém com direitos passados sobre esse território, defende a sua ilegitimidade. O mesmo não acontece com israel.

    “Isso não é totalmente verdade.”

    Em que estado árabe isso não acontece?

    Comentário por Carlos Guimarães Pinto — Março 7, 2008 @ 21:36

  7. O discurso do Euroliberal é semelhante ao discurso do Árabe médio em relação a Israel, sem tirar nem pôr.

    Comentário por Carlos Guimarães Pinto — Março 7, 2008 @ 21:41

  8. por favor deportem este pedaço de excremento de camelo, o euroliberal, o euroliberal, para a caverna que o viu parir

    Comentário por td — Março 7, 2008 @ 22:06

  9. “São poucos os ataques Palestinianos a Israel que demonstram algum outro objectivo que não o de matar civis. Pelo contrário, as mortes civis nos ataques de Israel à Palestina não são objectivos primários, são resultado do facto de a força militar Palestiniana não se distinguir da sua população e do desleixo e desprezo pela vida dos Palestinianos que os militares Israelitas foram desenvolvendo. Desleixo obviamente condenável mas que nem por isso esconde a profunda diferença de motivos e intenções dos ataques militares de ambos os lados: Israel ataca, mata, isola para reduzir a força militar (terrorista) do adversário, os Palestinianos apenas querem matar israelitas.”

    A distinção fundamental está bem assinalada.

    Quanto aos militares israelitas, estou certo que haverá bons e maus exemplos. Num cenário de guerra e perante uma constante ameaça terrorista, nem sempre são as virtudes humanas que sobressaem.

    Mas há outra distinção importante: Israel tem meios militares mais do que suficientes para responder de forma muitíssimo mais agressiva aos constantes ataques terroristas e não o faz. Alguém acredita que o Hamas demonstraria semelhante contenção?

    Comentário por André Azevedo Alves — Março 7, 2008 @ 23:39

  10. “Israel foi imposto pelo poder colonial da altura contra a vontade da maioria da população residente no território. esta é a minha noção de ilegitimidade.”

    É uma noção um pouco estranha.

    Nesse caso o que distinguiria Israel do Brasil, dos EUA, da Austrália, da Nova Zelândia, por exemplo.
    Não parece que os povos nativos desses países tivessem sido consultados ou que concordassem com a ocupação do seu território.

    Aliás para todos os efeitos legalistas, Israel foi criado por uma resolução da ONU e não por qualquer poder colonial.
    E uma boa parte da sua população inicial já lá habitava.
    .
    .

    Comentário por Mentat — Março 8, 2008 @ 00:02

  11. “Israel foi imposto pelo poder colonial da altura contra a vontade da maioria da população residente no território. esta é a minha noção de ilegitimidade. Seria o mesmo se Salazar tivesse criado um estado judeu no norte de Angola antes da declaração de independência.”

    Não percebo a analogia com Angola.
    Como é que foi imposta se quem lutou foram os Israelitas?
    Para imposições temos o Reino Hachemita da Jordânia foi imposta pela Inglaterra em terras do Mandato muito antes de Israel . A Arábia Saudita foi imposta pela Tribo de Saud e pelos Ingleses sem o apoio de muitas outras tribos da Arábia, arrisco-me a dizer a maioria delas. O Iraque a controlar os Curdos. O Libano é aquilo que sabemos a Síria idem.

    Comentário por lucklucky — Março 8, 2008 @ 13:38

  12. Bah, se os argumentos desse nazista “Euroliberal” correspondem à média dos europeus, estamos ferrados…

    Hamas usa crianças-soldado… escudos humanos… homens-bomba… lavagem cerebral… Promoção do “martírio”… É uma das coisas mais próximas ao fascismo, e um autodenominado “liberal” os defende e ainda acha o máximo…

    Não é de forma alguma consolo, mas em dez, vinte anos, os mesmos fundamentalistas islâmicos (Irmandade Islâmica) vão estar lançando foguete e colocando bomba por toda a Europa… Já estão, mas em quinze anos serão mais e vai ser pior… E os “euroliberais” vão perceber que “ser bonzinho com os palestinos” de pouco lhes serviu… Aliás de pouco lhes serve… Não obstante os milhões de euros despejados lá (que o Hamas usa para comprar foguetes, não comida para a população), pesquisas mostram que os europeus são quase tão odiados em Gaza quanto os americanos e israelenses… E que os islâmicos locais, com cidadania e tudo, que hoje reclamam por Gaza, amanhã reclamarão por Al Andaluz… E não duvido que mesmo então os “euroliberais” os apoiarão… O último a sair apague a luz…

    Bah.

    Comentário por Mr X — Março 8, 2008 @ 17:52

  13. Gente como os neo-coneiros que por aqui soltam patéticos grunhidos simbolizam a estupidez e a desonestidade intelectual sem limites , porque não há outra maneira de defender o indefensável nazi-sionismo, nojento tumor canceroso que pretende arrastar o mundo para o holocausto armageddónico…

    Fiquem sabendo que são exactamente pessoas como eu, que têm uma exigente consciência, guiada pela lei moral (kantiana) e não por lógicas etnocêntricas e egoísmos de manada (como a reles neoconeiragem), que nos anos trinta e quarenta constituiram o grosso dos justos que salvaram milhares de judeus perseguidos pelos nazis. Porque nessa altura isso era perigoso e implicava riscos, e as manadas não gostam de riscos. Só que o faria NÂO por eles serem judeus (para mim não há “povos eleitos”, sou cidadão do mundo !), mas porque eram então os “underdogs” cujos direitos violados exigiam pungentemente a solidariedade da elite moral a que eu pertenço.

    Hoje os “judeus” são os palestinianos e os “nazis” são os nazi-sionistas. Logo, sou coerente ao defender os “underdogs” de hoje, como defenderia os de ontem. NÂO é coerente quem defende sempre os judeus, por mero reflexo identitário, e não por um imperativo moral, quer eles sejam os holocaustizados ou os verdugos de um novo terror islamocida e apartheidesco. Vocês, neo-coneiros de esgoto, a mim não dão lições de moral (como vermes nazi-sionistas, não têm estatura para isso). Recebem-nas !

    Vocês perfilham a concepção típicamente sionista, a do egocentrismo comunitarista. O judeu, na perspectiva sionista, é sempre a favor do judeu, tenha ele ou não razão, seja ele o perseguido e massacrado ou o carrasco e ocupante. O direito e a moral estão ausentes deste pronunciamento. Apoia-se o judeu porque ele é judeu. Só por isso. E rouba-se a terra do outro só porque se tem a força para o fazer, o que não dá resposta satisfatória a esta questão: e se a força mudar ?

    Ora isso é profundamente racista e incompatível com a ideossincrasia europeia. Na nossa cultura política pós-45, todos os povos do mundo são iguais e os conflitos resolvem-se tomando por referência normas ético-jurídicas universalizáveis (que possam ser reconhecidas como justas por todos), segundo a lição de Kant. O europeu da UE (culto e não cretino/a, ça va de soi) é assim pró-judeu, não sistematicamente, mas apenas quando o judeu é vitima de discriminação e genocídio, e anti-sionista quando o sionismo oprime, massacra e ocupa.

    Só assim há coerência e justiça. Não vivemos num mundo de aliados e inimigos imutáveis, ao sabor de alianças baseadas, não no direito, mas num prescrito estado de necessidade pré-45. É isso que o poder sionista e o seu lacaio buhista esquecem, perfilhando o unilateralismo e a irrelevância do direito internacional, e com isso fazendo perigar a paz do mundo, já que o unilateralismo legitima o unilateralismo oposto e nem sempre o que parece mais forte o vem a demonstrar, como se viu no Iraque e no Líbano e ainda se verá melhor no futuro. O regime nazi-sionista será aniquilado e desaparecerá das páginas de história a não ser como longinqua recordação da ignomínia suprema. Hoje, somos todos palestinianos ! ALLAH U AKBAR !

    Comentário por EUROLIBERAL — Março 8, 2008 @ 19:06

  14. “Nesse caso o que distinguiria Israel do Brasil, dos EUA, da Austrália, da Nova Zelândia, por exemplo.
    Não parece que os povos nativos desses países tivessem sido consultados ou que concordassem com a ocupação do seu território” -bacorada do Mentat…

    O Mentat está completamente enganado. Pudera, é nazi-sionista ! Ele julga que a orgulhosa Nação árabe (de que os palestinianos fazem parte) são os índios da selva amazónica, os aborígenes da Audstrália ou Nova Zelândia, ou os peles-vermelhas exterminados pela coboiada! Que grande besta. É como confundir um gato vadio com um leão… Desta estória, quem vai sair mal, muito mal, são as amélias da SS Tsahal, que pagarão com o seu sangue impuro as judiarias que tem infligido ao povo mártir da Palestina. Não haverá perdão para essa escória humanóide que profana a Palestina sagrada desde 1948 ! Morte à canalha nazi-sionista !

    Comentário por EUROLIBERAL — Março 8, 2008 @ 19:26

  15. Os askeNAZIS (90% dos judeus) não são semitas nem têm nem NUNCA tiveram nada a ver com a Palestina !

    Pequena lição de História do Médio Oriente para ignorantes nazi-sionistas e neo-coneiros…

    Os palestinianos são a população autóctone da Palestina, pelo menos há 4.000 anos. A sua religião maioritária até aos finais do séc. I foi o judaísmo, passando depois a ser o cristianismo (em todo o Médio Oriente e norte de Africa). Houve um fenómeno duplo de conversão religiosa (cristã) e de aculturação (helenística) que se repetiu seis séculos mais tarde, passando então a religião maioritária a ser o islão e a cultura a árabe. MAS O POVO É E FOI SEMPRE O MESMO. Só os ignorantes é que desconhecem o fenómeno da aculturação e imaginam que os “árabes” vieram todos de Meca !!! Meca era uma aldeia com umas centenas de beduínos… que não podiam povoar o vastíssimo império árabe do Indo aos Pirinéus. Os povos desses territórios não mudaram. Só que se converteram ao islão e assimilaram a cultura e lingua árabes. Também não foram os cidadãos de Roma que povoaram o também vastíssimo império Romano, mas os autóctones que se romanizaram a adoptaram o latim como lingua…Elementar…

    Mas há mais… É que a maioria (90%) dos judeus de hoje, os askenazis nem sequer são semitas e oriundos, mesmo longinquamente da Palestina !!! Só a minoria sefardita pode invocar esse parentesco longinquo: são os descendentes dos poucos judeus do séc I que não se converteram ao cristianismo e foram expulsos por Tito no ano 70. Mas os palestinianos de hoje é que são os descendentes directos dos habitantes da Palestina do tempo de Cristo. O povo é ETNICAMENTE o mesmo. É semita. Só a religião dominante mudou duas vezes em 2.000 anos. E não perdem o parentesco de sangue pelo facto de os seus antepassados se terem convertido sucessivamente ao cristianismo e ao islão. Foram judeus (que é religião e não comunidade étnica) mas já não são. Mas continuam a ser semitas palestinianos. Sempre.

    Os askenazins de pele e olhos claros são descendentes dos turcos khazares do antigo império Khazar, convertido ao judaísmo (séc VII-X) na região do Cáucaso, Ucrânia e Casaquistão (hoje), que foram depois empurrados pelos mongóis para a Polónia e Lituânia, berço dos askenazins medievais e dos quais descendem 90% dos judeus actuais e dos israelitas judeus. Não são semitas e NADA têm a ver com a Palestina. Também os filipinos são católicos e nem por isso têm a ver etnicamente com a terra de Jesus. Elementar…

    Ver, v.g., a obra de Arthur Koestler, judeu askenazin, “a 13ª Tribo” onde tudo está explicado…

    Comentário por EUROLIBERAL — Março 8, 2008 @ 19:45

  16. Tudo está condicionado desde 1948 pela ilegalidade da colonização-invasão da Palestina por nazi-sionistas que ai estabeleceram um Estado judeu, isto é, só para crentes da religião judaica, com expulsão de 80% dos não-judeus aí residentes desde tempos imemoriais.
    É obvio que issso violou frontalmente a Carta das Nações Unidas e os principios gerais do direito internacional (jus cogens). Nomeadamente o de que a descolonização (auto-determinação) deve sempre ser efectuada mantendo as fronteiras coloniais (sem divisões de território) e a favor da população então residente no território colonial, seja qual for a religião de uns e outros (o que proibe re-colonizações por terceiros vindos do exterior em substituição do colonizador de saída).

    Como foi este escândalo jurídico aprovado por uma resolução da ONU (de hierarquia inferior à Carta e principios gerais) ? Bom, o ambiente de complexo de culpa pelo holocausto judeu dos europeus (que então formavam quase exclusivamente a ONU) jogou aí sem dúvida, até porque se tratava de fazer pagar por terceiros (os palestinianos, sem NUNHUMA responsabilidade no holocausto) os crimes de alguns europeus. Santa hipocrisia ! Dr qualquer modo resoluççao ilegal por violação de normas superiores.
    Mas mesmo essa resolução que reconheceu a Nakba (o início da Shoa palestiniana) poderia ser uma base de solução aceitável se compreendida em conjunto com A CONDIÇÃO SINE QUA NON que enunciava: A OBRIGAÇÃO DE RESPEITAR O DIREITO DE RETORNO DE TODOS OS EXPULSOS PELOS TERROR SIONISTA.

    Porque através desse sagrado direito de retorno (a que nenhum árabe, mesmo o mais “moderado” ainda renunciou), permanentemente violado pelos nazi-sionistas (para quem os palestinianos são subhomens, ou Untermenschen) poder-se-ia chegar á solução plenamente legal: ONE LAND, ONE MAN, ONE VOTE. E ao consequente governo de maioria (islâmica), segundo o princípio democrático. Foi a solução que o mundo impôs aos racistas sul-africanos (foram totalmente embargados até aceitarem demantelar o apartheid…) e que terá também de impôr aos racistas sionistas-apartheidescos de israel, de preferência antes que a Nação árabo-islâmica se levante de vez e esmague essa escória da humanidade, esse tumor que ameaça a Paz Mundial.

    A existência de uma entidade racista-apartheidesca- teocrática-fundamentalista-militarista-nuclear-sionista na Palestina é pois completamente ilegal desde 1948, e qualquer ataque a esses foras-da-lei internacional é legítimo.
    O ladrão de terras, o “limpador” étnico e religioso, o genocida, o ditador fundamentalista que exclui do voto 60% dos residentes de jure, mantem na cadeia 12.000 presos políticos sem julgamento, alguns há 30 anos, e executa sumariamente centenas de oposicionistas ao regime por ano, NÃO PODE INVOCAR QUALQUER NORMA LEGAL EM SEU FAVOR, a não ser as que impõem um julgamento justo.

    A verdadeira pergunta/questão (que Ahmedinejad repetidamente formula e a que nenhum sionista ainda conseguiu responder), é a seguinte:
    Mas que é que o povo palestiniano tem a ver com o holocausto judeu para ser ele a pagar a factura de crimes alheios ?

    Algum dos antisemitas islamocidas que por aqui pululam é capaz de responder ?

    Comentário por EUROLIBERAL — Março 8, 2008 @ 21:29

  17. “…-bacorada do Mentat…Pudera, é nazi-sionista !…”

    Inspirado no post do JLP mais acima apetece-me dizer:

    Euroliberal vá BARDAMERDA com o nazi-sionista !

    Comentário por Mentat — Março 8, 2008 @ 22:27

  18. Acho que o EUROLIBERAL tem problemas mentais.

    Comentário por Mr X — Março 9, 2008 @ 02:31

  19. Aliás, “caro” EUROLIBERAL,

    Normalmente não discuto com retardados ou nazistas, mas no seu caso (embora não tenha certeza sobre qual das duas categorias se encaixa) farei uma exceção.

    Vocês, hã, “euroliberais” inventaram o Nazismo (o qual agora hipocritamente ainda jogam na cara dos judeus, chamando-os de “nazi-sionistas”), e exterminaram milhões de judeus, dando claramente a entender que o lugar deles não era a Europa.

    Não contentes, agora querem insistir que o lugar deles tampouco é a Palestina.

    E se os judeus houvessem se estabelecido na Uganda, alegariam o direito das tribos ugandesas para dizer que o lugar deles tampouco é lá.

    Quer saber? Vão tomar no cu.

    Os judeus não precisam dos seus “amigáveis conselhos” sobre onde devem se estabelecer. Esta briga é entre os judeus e os muçulmanos, e vocês “euroliberais” não tem mais direito a qualquer pitaco na história. De mais a mais, Israel tem armas nucleares e um bom exército e pode se defender. Vocês “euroliberais” fariam melhor em ver como vão resolver o problema com os seus próprios fanáticos muçulmanos, que a cada dia são mais.

    Comentário por Mr X — Março 9, 2008 @ 04:47

  20. Então, caros sionistas, não têm mais argumentos ? Lançam a esponja ? Bem, para remediar a vossa grande ignorância (quem é amigo, quem é ?) peguem lá mais umas leituras úteis sobre como tudo começou, em Deir Yassin em 1948…

    “O massacre de Deir Yassin pelos nazi-sionistas

    Deir Yassin, era uma típica vila palestina, com pouco mais de mil habitantes, por volta de 1948. Também foi dado como nome simbólico de uma das fases da guerra de ocupação sionista, com o objetivo específico de obter mais territórios e de expulsar os habitantes nativos do “Estado Judaico”.
    (…) Em abril, comandantes locais dos grupos terroristas Irgun e Stern procuraram o comandante da Haganah em Jerusalém, David Shaltiel, desejando tomar parte na operação destinada a abrir um corredor entre Jerusalém e Tel-Aviv. Embora receoso, Shaltiel acabou por autorizar o ataque, embora argumentasse que haveria outros motivos mais valiosos do ponto de vista militar. A operação foi chamada de Unidade, por reunir numa só ação os três setores das forças judaicas-Haganah, Stern, Irgun-, embora a primeira entrasse, a princípio, apenas com apoio “logístico” e armamentos, além de enviar um “observador”, o jovem oficial Meir Pa’il. Nos dias seguintes, os líderes dos dois grupos terroristas reuniram-se para planejar o ataque, que visava “quebrar” o moral árabe e criar pânico entre os árabes palestinos. Segundo um comandante da Irgun, a maioria dos comandantes presentes às reuniões “decidiu pela liquidação de todos os homens da aldeia e quaisquer outros que se opuséssem a nós, mesmo que fossem velhos, mulheres ou crianças”.
    Na madrugada o dia 9 de abril de 1948, a força de assalto sionista, com 120 homens, aproximou-se da aldeia. Os sentinelas, armados com velhos rifles turcos, alertaram a população, que rapidamente começou a fugir para as aldeias vizinhas, enquanto alguns homens faziam frente aos invasores. No começo, os sionistas fizeram pouco progresso; segundo o observador da Haganah, Meir Pa’il: “Eles conseguiram ocupar apenas a metade oriental da aldeia, não conseguindo ocupar a parte ocidental. Dez ou doze árabes atiravam contra eles usando apenas rifles, não tinham armas automáticas, e seguraram-nos do lado oriental”. Percebendo a dificuldade dos invasores sionistas, o próprio Pa’il enviou um mensageiro a uma base próxima da Haganah, solicitando reforços. Logo, um pelotão da Palmach(a força principal da Haganah)chegou aldeia, ocupando-a em poucos minutos e sem nenhuma baixa. Com a vitória, o pelotão da Palmach retirou-se, deixando as ações sob responsabilidade dos comandantes terroristas.
    O que se seguiu na aldeia foi a mais brutal selvageria, e embora até hoje a literatura sionista e israelense divida-se quanto aos seus motivos e consequências, há unanimidade entre historiadores árabes e ocidentais, e entre observadores de organizações humanitárias. de que o que houve em Deir Yassin foi uma matança deliberada e cruel da população civil com o objetivo de atemorizar os habitantes de toda a região e provocar sua fuga. Anos depois, o jornal judaico-americano Jewish Newsletter relatou:
    ” Depois que os homens da Haganah se retiraram, membros da Irgun e do Grupo Stern perpetraram as mais revoltantes atrocidades: 254 homens, muilheres e crianças árabes foram massacrados a sangue frio e seus corpos mutilados foram atirados em um poço; mulheres e moças árabes capturadas e trazidas para Jerusalém em caminhões e conduzidas em parada pelas ruas, onde eram humilhadas e cuspidas. No mesmo dia, os irgunistas deram uma entrevista à imprensa na qual disseram que amatança coletiva era uma “vitória” na guerra de conquista da Palestina e da Transjordânia”.
    Para completar a ocupação, os terroristas jogavam granadas pelas portas das casas e metralhavam indiscriminadamente a todos os que viessem pela frente. mulheres tiveram suas barrigas rasgadas por baionetas, e crianças foram mortas em frente a suas mães. Uma comissão inglesa que entrevistou sobreviventes alguns dias depois, conclui que “muitas atrocidades sexuais foram cometidas pelos atacantes judeus. muitas mulheres foram estupradas e depois trucidadas. Mulheres idosas também foram molestadas”. Alguns corpos foram encontrados com mais de 60 tiros, ou com membros amutados. Quinze casas foram dinamitadas, incluindo a casa do muktar, enquanto as demais foram saqueadas.
    De acordo com o médico da Cruz Vermelha, Dr. Jacques de Reynier: “A limpeza foi feita com metralhadoras e depois granadas de mão. Foi terminada com facas, qualquer um podia ver isso”. O médico suíço ficou particularmente chocado por uma das terroristas que segurava uma faca. “Uma bonita jovem israelense com olhos criminosos, mostrou-me uma faca com sangue ainda pingando, ela me mostrava aquilo como se fosse um troféu”. O comportamento dos terroristas sionistas lembrou o médico da Cruz Vermelha de seu serviço durante a segunda guerra mundial, quando lhe veio a mente uma cena em que viu “uma jovem nazista apunhalar um casal de velhos sentados em frente de sua cabana”.
    O saldo do massacre foi de 254 civis palestinos mortos, grande parte constituída por crianças, mulheres e idosos. Os sobreviventes fugiram aterrorizados, abandonando a aldeia e disseminando o pânico entre a população palestina. Entre os invasores, o número total de mortos foi de QUATRO.”
    Obtido em http://pt.wikipedia.org/wiki/Deir_Yassin

    Comentário por EUROLIBERAL — Março 9, 2008 @ 12:14

  21. Massacres fazem os amigos do Euroliberal todos os dias. Contra Cristãos, Judeus ou Muçulmanos. Aliás têm uma especial predilecção por muçulmanos.

    O que é significativo é que apesar de estar em guerra á 40 naos não há muitos casos desses a apontar a Israel.

    Só a guerra nos Balcãs teve mais massacres de parte a parte com vilas e aldeias queimadas até ao chão em 1/5 do tempo e isto perto do Séc XXI.

    Os amigos do Euroliberal são cobardes atacam o elo mais fraco. Não piam contra Assad o Aluita nem contra Hussein o Hachmita..

    Comentário por lucklucky — Março 9, 2008 @ 12:34

  22. Esta opinião é respeitável, como qualquer outra, incluindo a do anormal que para aqui anda a despejar lixo, mas assenta em algumas falácias e notória hemiplegia moral.
    Acredito que o autor esteja convicto do que escreve, mas o facto de isto ser um mero post e não um “paper” académico, não o devia isentar de adoptar uma perspectiva mais razoável, sobretudo quando mistura factos com opiniões.
    Por exemplo:

    “ do desleixo e desprezo pela vida dos Palestinianos que os militares Israelitas foram desenvolvendo”

    Esta afirmação é falaciosa. Os militares quem?
    Se está a dizer que há militares que se estão nas tintas para a vida dos civis inimigos, tem razão, mas isso é verdade em qq parte do mundo. Outra coisa é a posição da Instituição Militar, enquanto tal. E nesse aspecto, o autor não podia estar mais afastado da verdade. O Exército Israelita tem consultores jurídicos em todos os níveis do comando, cuja função é, na prática, pronunciar-se sobre a adequação entre a valor militar de um alvo e o Direito Internacional. São incontáveis as vezes em que o comandante militar quer neutralizar um objectivo e se vê dissuadido de o fazer pela opinião do assessor jurídico sobre as consequências para civis. Isto está documentado.Como compreende, não seria difícil a Israel acabar com o terrorismo proveniente de Gaza, se usasse todos os meios ao seu dispor, com esse “desleixo” de que fala. O facto de o não fazer, é a melhor demonstração da fraqueza da sua afirmação.

    “A criação de um estado Judeu foi a forma mais idiota que os Europeus tiveram para arrumar o seu anti-semitismo para debaixo do tapete”

    Esta afirmação é já o resultado da intensa lavagem ao cérebro que vai fazendo o seu caminho, bombardeada a partir da extrema-direita anti-semita e da esquerda “anti-sionista”, ao som da música do islamismo que quer retomar um local que considera “seu”. Israel não foi “criado por europeus”. De facto a Inglaterra tentou até impedir a imigração, internando em campos de prisioneiros em Chipre, centenas de milhares de judeus que fugiam da Europa. Os judeus lutaram contra os ingleses, que era a potência administrante do território.

    “A minha opinião é de que Israel nunca deveria ter existido e foi constituído de forma ilegítima”.

    Não sei em que mito se baseia o autor para afirmar isto com tal certeza.
    Os factos esses, são outros.
    Israel foi constituído em territórios historicamente judaicos, onde viviam milhões de judeus e por votação esmagadora da Assembleia das Nações Unidas.
    Se isto não é “legitimidade”, então qual é a legitimidade de Portugal, de Espanha, dos EUA, etc,etc, países feitos à força da espada?
    Ou, para não ir mais longe, da Jordânia, do Iraque, etc,etc.
    Poderia o Carlos Amorim explicar em que conceito de “legitimidade” sustenta a sua extraordinária opinião?
    E, se a das Nações Unidas e a histórica não forem suficientes, então resta a das armas e até essa Israel ganhou ao derrotar sucessivas invasões de exércitos árabes bastante mais poderosos, à época.
    Que falta, em termos de legitimidade? Porque razão os árabes, invasores do território no séc VII, têm mais “legitimidade”?
    E quando diz que “Absolutamente ninguém com direitos passados sobre esse território, defende a sua ilegitimidade. O mesmo não acontece com Israel”, está na prática a subordinar o juízo moral ao juízo fáctico. Uma coisa passa a ser ilegítima, porque alguém reclama. E basta alguém reclamar, para que se torne ilegítimo.
    Bem, os judeus reclamaram um território sobre o qual tinham inegáveis direitos passados.
    Os francos também podem fazê-lo, os romanos, os otomanos, os ingleses.
    Portugal pode ser ilegítimo, se os romanos reclamarem, os leoneses, os godos, os berberes, os espanhóis, etc.
    Peço-lhe desculpa, caro Carlos, mas esse seu raciocínio não tem a mínima solidez e parece-me apenas uma fraca tentativa de racionalizar a sua opinião. Não se aguenta como argumento.

    “ objectivo último (porventura com algum fundo de legitimidade) dos países árabes é a extinção do estado de Israel”.

    Que esse é o objectivo dos países árabes, não oferece dúvidas. É um facto repetido de viva voz e em surdina. Que o Carlos encontre aqui um “fundo de legitimidade”, é para mim, assombroso, porque, mais uma vez, parece confundir a sua opinião com “legitimidade”. Custa-me entender este delírio da razão, a não ser pelo facto de o ambiente em que trabalha, estar a produzir os seus efeitos na elaboração das ideias e na sua cosmovisão. O Carlos no fundo, acaba por fazer seu o conceito de “legitimidade” dos seus hospedeiros.
    É pena!

    Comentário por Lidador — Março 10, 2008 @ 13:31

  23. “Quando tu tens colonos em colonatos construídos em território que não é de Israel, e que têm o estatuto internacional de “zona de interposição”, colonatos esses em franca expansão territorial (mais uma vez, em território que não faz parte de Israel”

    Esta opinião do JLP é mais uma das falácias que são normalmente repetidas e que, se tomadas como “verdadeiras”, inquinam o debate logo à partida.
    O Direito Internacional não sustenta tal opinião ( e as Resoluções das NU não são normalmente DI, mas apenas o resultado de conjunturas e equilibrios políticos na altura em que foram votadas.
    O DI é uma teia algo etérea, mas há coisas que estão bem assentes.

    A ocupação de territórios deu-se na sequência de guerras movidas contra Israel. Foi a guerra que levou à “ocupação” de Gaza e da Cisjordânia, bem como dos Montes Golan e do Sinai. De facto Gaza e a Cisjordânia estiveram sob controle egipcio e jordano até à guerra de 1967 e nenhum desses países permitiu a constituição do Estado Palestiniano para aí previsto pela Rsolução das Nações Unidas.

    Não se trata pois de uma ocupação “ilegal”. À luz do direito da guerra (4ª Convenção de Genebra), e do DI relevante, não há ilegitimidade na colonização de terras obtidas no decurso de uma guerra defensiva, pelo vencedor que se defende vitoriosamente.
    São terras disputadas que o vencedor gere como muito bem entender (veja-se por exemplo o caso de Gdansk-Danzig)

    Israel, de moto próprio, devolveu o Sinai ao Egipto quando fez a paz. E quis devolver Gaza e a Cisjordânia também, ao Egipto e Jordânia.
    Agora, as fronteiras de um estado palestiniano já não poderão ser as da partilha, porque essas foram recusadas pelos árabes. Nas guerras que moveram, Israel, estado agredido, venceu e tem o direito de as desenhar à medida dos seus interesses.
    Quem ataca e perde, não pode agora esperar que fique tudo como dantes e que não haja consequências, como se a guerra fosse um jogo em que se pode voltar atrás, fingindo que nada aconteceu.

    Comentário por Lidador — Março 10, 2008 @ 14:21

  24. Este Lidador julga que ainda estamos no tempo do D. Afonso Henriques…

    No direito internacional pós-45 estão proibidas as anexações territoriais, e as descolonizações devem-se fazer apenas em favor do povo autóctone do território descolonizado e sem alterações de fronteiras ou divisões de território.

    Além do mais seu nazi-sionista, iSSrael não se defendeu nada porque desde o início (1948) é o agressor. Os sionistas são estrangeiros que agrediram, sem provocação prévia, um povo que vivia pacificamente nas suas terras, a Palestina. É nesse momento que se fixa a legitimidade. Depois pode ser atacado que esse ataque é SEMPRE DEFENSIVO em relação à agressão inicial ! Senão teríamos que aceitar a legítima defesa do assaltante de bancos com assassínios no currículo em relação aos polícias que o tentassem prender em casa…
    Você é um jurista de merda…

    Comentário por EUROLIBERAL — Março 10, 2008 @ 16:06

  25. LIDADOR É MENTIROSO !

    “Israel foi constituído em territórios historicamente judaicos, onde viviam milhões de judeus”

    Milhões de judeus ? Em 1948 não chegavam a 600.000 mil para mais de um milhão de árabes ! E esses judeus eram emigrados recentes, não residentes autóctones. Como porco sionista, o Lidador é mentiroso compulsivo !

    E territórios históricamente judaicos ? Que grande besta ! releia o comentário acima sobre a história religiosa do Médio Oriente. Os judeus não SÃO POVO, mas comunidade religiosa. E se os palestinianos eram maioritariamente seguidorres do judaismo no tempo de Cristo, depois, tal como Ele, converteram-se ao cristianismo, e no séc. VII ao Islão, seu grande BURRO NAZI !

    A Palestina É HISTÓRICAMENTE PALESTINIANA, SEMPRE O FOI E SERÁ, INDEPENDENTEMENTE DA RELIGIÃO MAIORITÁRIA QUE OS PALESTINIANOS PROFESSARAM EM CADA MOMENTO HISTÓRICO ! ESCREVA ISTO DEZ VEZES, SEU BURRO !

    Os povos podem mudar de religião, mas NUNCA mudam a sua identidade étnica, seu porco nazi !
    Você é intelectualmente desonesto, e anda a prostituir a blogosfera com a sua mediocridade intelectual ao serviço dos nazis islamocidas. Tenha cuidado !

    Comentário por EUROLIBERAL — Março 10, 2008 @ 16:16

  26. Já agora, sobre o “massacre de Deir Yassin”.

    Trata-se de um dos mais conhecidos versículos do missal anti-semita, exemplo prático de como uma mentira muitas vezes repetida acaba por se transformar em verdade oficial. Deir Yassin foi um episódio da guerra que os árabes moveram aos judeus logo após a aprovação do Plano de Partilha pela ONU e que é largado com ar profundo e indignado ne velha táctica de demonizar o judeu.

    Vamos aos factos:

    Deir Yassin era uma aldeola árabe perto de Jerusalém, na estrada para Telaviv. Na primavera de 1948 os árabes tinham lançado a chamada “Guerra das Estradas” e a parte judaica de Jerusalém estava cercada excepto por essa estrada.

    A 13 de Março de 1948, uma companhia iraquiana tinha entrado na aldeia com a intenção de fechar o cerco sobre Jerusalém.

    Em 09 de Abril de 1948, uma companhia mista do Irgun e do Lehi atacou a aldeia a fim de a capturar e neutralizar os iraquianos.

    Quando os paramilitares judaicos chegaram foram recebidos a tiro pelos iraquianos, muitos dos quais se tinham vestido de mulheres e se protegiam no meio delas, ardil que de resto continua a ser usado nos dias de hoje.
    Nos combates que se seguiram, a unidade do Irgun sofreu 50 baixas mas conseguiu neutralizar os iraquianos, capturando alguns ainda vestidos de mulher.
    Quando já se tinham rendido, um grupo deles voltou a fazer fogo com armas que mantinham escondidas debaixo das vestes de mulher. Os judeus ripostaram acabando por matá-los todos no tiroteio que se seguiu, fazendo lembrar o que aconteceu por exemplo em Aljubarrota batalha na qual os nossos ascendentes executaram centenas de prisioneiros gascões que se tinham rendido, quando a área dos trens foi atacada pelo Mestre de Alcântara e os portugueses corriam o risco de ficar entre dois fogos.

    Quando o Haganah chegou à aldeia encontrou os mortos e passou a ideia de que tinha havido um massacre. Alguns investigadores entendem que esta posição da Haganah foi pensada, uma vez que por um lado tinha interesse em fazer fugir os árabes de certas aldeias, espalhando rumores sobre a ferocidade dos judeus, e por outro, convinha-lhe isolar o Irgun, numa luta interna de ordem ideológica, já que a Haganah era de esquerda e o Irgun de direita.

    A Cruz Vermelha foi chamada ao local e não encontrou prova de qualquer massacre, conclusão corroborada por um estudo feito em Julho de 1999, por investigadores árabes da Universidade de Birzeit, de Ramalah, segundo o qual não houve qualquer massacre mas sim um confronto militar no qual morreram 107 árabes em consequência do fogo cruzado. Na verdade o número de mortos é até inferior ao número de combatentes da companhia iraquiana que ocupou a aldeia.

    De onde vem então a ideia do “massacre”?

    Do mesmo local de onde vieram as ideias dos “massacres” de Jenin, e outrios: empolamento e distorção deliberadas para gerar indignação e estimular o ódio e a mobilização. Neste caso, a cargo da Rádio “Voz da Palestina”, cujo director, o Dr Hussein Khalidi afirmou que “ nós temos o dever de capitalizar esta grande oportunidade”

    E foi com base na versão distorcida do Dr Hussein Khalidi que saiu um artigo no New York Times a divulgar ao mundo o “massacre” de Deir Yassin, suscitando várias declarações condenatórias das mais diversas personalidades de referência, e basta recordar o que aconteceu última guerra do Líbano com o “massacre” de Canaa, para se ter uma ideia das asneiras que as pessoas proferem, quando enfunadas pela ignorância convencida e pelas visões estrábicas do mundo.

    Um documentário da PBS (Os 50 anos de Guerra, 1993) que registou depoimentos de aldeões e protagonistas de Deir Yassin tem passagens como esta:

    “Não houve violações. É tudo mentira. Não foram esventradas mulheres grávidas. Era propaganda, para que os árabes fugissem e os exércitos árabes pudessem invadir e expulsar os judeus”
    (Mohammed Radwan, combatente árabe de Deir Yassin, , Middle East Times, 20 de Abril de 1998)

    “A rádio árabe falou de mulheres a serem mortas e violadas, mas não é verdade…eu creio que a maior parte dos que morreram eram combatentes e mulheres e crianças que os ajudaram. Os lideres árabes cometeram um grande erro. Exagerando as atrocidades eles pretendiam encorajar as pessoas a lutar, mas acabaram por criar o pânico e as pessoas fugiram”
    (Ayish Zeidan, aldeão de Deir Yassin,Daily Telegraph, 8Abril1998 )

    Deir Yassin não foi um massacre mas sim uma construçãos propagandística tendo em vista objectivos de guerra psicológica. Os muçulmanos fazem isto constantemente, procurando manipular as receptivas opiniões públicas ocidentais, jogando com os nossos interditos e tabus.
    Os exemplos são vastos: usar escudos humanos, fazer explodir crianças, atacar deliberadamente alvos civis, transformar locais de culto, escolas e hospitais em posições de combate, louvar o culto da morte, etc.

    Dias depois de Deir Yassin, deu-se um verdadeiro massacre que todavia está dentro do vasto recipiente de amnésia localizada ao dispor dos “apoiantes da causa palestiniana”:
    Uma coluna médica do Hospital de Hadassah, foi atacada e metodicamente executados 77 médicos, enfermeiros e estudantes.
    Mas destes não reza a história…eram apenas “porcos judeus”.

    Comentário por Lidador — Março 10, 2008 @ 17:41

  27. Um dos versículos do missal anti-semita, exemplo prático de como uma mentira muitas vezes repetida acaba por se transformar em verdade oficial, é o “massacre” de Deir Yassin, episódio da guerra que os árabes moveram aos judeus logo após a aprovação do Plano de Partilha pela ONU.

    Deir Yassin era uma aldeola árabe perto de Jerusalém, na estrada para Telaviv. Na primavera de 1948 os árabes tinham lançado a chamada “Guerra das Estradas” e a parte judaica de Jerusalém estava cercada excepto por essa estrada.

    A 13 de Março de 1948, uma companhia iraquiana tinha entrado na aldeia, com a intenção de fechar o garrote sobre Jerusalém.

    Em 09 de Abril de 1948, uma companhia mista do Irgun e do Lehi atacou a aldeia a fim de a capturar e neutralizar os iraquianos.
    A maioria da população saiu da aldeia antes do ataque.

    Os paramilitares judaicos foram recebidos a tiro pelos iraquianos, muitos dos quais se tinham vestido de mulheres e se protegiam no meio delas, ardil que de resto continua a ser usado.
    Nos combates que se seguiram, a unidade do Irgun sofreu 50 baixas mas conseguiu neutralizar os iraquianos, capturando alguns ainda vestidos de mulher.
    Quando já se tinham rendido, um grupo deles voltou a fazer fogo com armas que mantinham escondidas debaixo das vestes. Muitos paramilitares do Irgun morreram e os restantes ripostaram, matando todos os prisioneiros.
    Reacção normal…sem ir mais longe, em Aljubarrota os portugueses executaram centenas de prisioneiros gascões que se tinham rendido, quando a área dos trens foi atacada pelo Mestre de Alcântara.

    Quando o Haganah chegou à aldeia encontrou os civis mortos e passou a ideia de que tinha havido um massacre. Alguns investigadores entendem que esta posição da Haganah foi pensada, uma vez que por um lado tinha interesse em fazer fugir os árabes de certas aldeias, espalhando rumores sobre a ferocidade dos judeus, e por outro, convinha-lhe isolar o Irgun, numa luta interna de ordem ideológica, já que a Haganah era de esquerda e o Irgun de direita.

    A Cruz Vermelha foi chamada ao local e não encontrou prova de qualquer massacre, conclusão corroborada por um estudo feito em Julho de 1999, por investigadores árabes da Universidade de Birzeit, de Ramalah, segundo o qual não houve qualquer massacre mas sim um confronto militar no qual morreram 107 iraquiano em consequência do fogo cruzado. Ou sejam, o número de mortos é até inferior ao número de combatentes da companhia iraquiana que ocupou a aldeia.

    De onde vem a ideia do “massacre”?

    Do mesmo local de onde vieram as ideias dos “massacres” de Jenin, e outros: empolamento e distorção deliberadas para gerar indignação e estimular o ódio e a mobilização dos países árabes, neste caso a cargo da Rádio “Voz da Palestina”, cujo director, o Dr Hussein Khalidi afirmou que “ nós temos o dever de capitalizar esta grande oportunidade” .

    Na verdade foi com base na versão distorcida do Dr Hussein Khalidi que saiu um artigo no New York Times a divulgar ao mundo o “massacre” de Deir Yassin, suscitando várias declarações condenatórias das mais diversas personalidades, e basta recordar o que aconteceu na última guerra do Líbano,com o “massacre” de Canaa, ou da família palestiniana morta numa praia por uma bomba do próprio Hamas, para se ter uma ideia das asneiras que as pessoas proferem, quando enfunadas pela ignorância e pelas visões estrábicas do mundo.

    Um documentário da PBS (Os 50 anos de Guerra, 1993) registou depoimentos de aldeões e protagonistas de Deir Yassin:

    “Não houve violações. É tudo mentira. Não foram esventradas mulheres grávidas. Era propaganda, para que os árabes fugissem e os exércitos árabes pudessem invadir e expulsar os judeus”
    (Mohammed Radwan, combatente árabe de Deir Yassin, , Middle East Times, 20 de Abril de 1998)

    “A rádio árabe falou de mulheres a serem mortas e violadas, mas não é verdade…eu creio que a maior parte dos que morreram eram combatentes e mulheres e crianças que os ajudaram. Os lideres árabes cometeram um grande erro. Exagerando as atrocidades eles pretendiam encorajar as pessoas a lutar, mas acabaram por criar o pânico e as pessoas fugiram”
    (Ayish Zeidan, aldeão de Deir Yassin,Daily Telegraph, 8Abril1998 )

    Deir Yassin não foi um massacre, tal como Jenin não foi um massacre, mas sim construções propagandísticas tendo em vista objectivos de guerra psicológica. Os muçulmanos fazem isto constantemente, procurando manipular as receptivas opiniões públicas ocidentais, jogando com os nossos interditos e tabus.
    Os exemplos são vastos: usar escudos humanos, fazer explodir crianças, atacar deliberadamente alvos civis, transformar locais de culto, escolas e hospitais em posições de combate, louvar o culto da morte, etc.

    Dias depois de Deir Yassin, deu-se um verdadeiro massacre que todavia está dentro do vasto recipiente de amnésia localizada ao dispor dos “apoiantes da causa palestiniana”.
    Uma coluna médica do Hospital de Hadassah, foi atacada e metodicamente executados 77 médicos, enfermeiros e estudantes.
    Mas destes não reza a história…eram meros “porcos judeus”.

    Comentário por Lidador — Março 10, 2008 @ 17:48

  28. Massacres tipo Deir Yassin (que o bandalho anti-cristão Lidador tenta maquilhar) há todos os anos vários há 60 anos. Ainda há pouco mais 120 palestinianos foram martirizados em Gaza pelas bestas satânicas das SS Tsahal…

    A solução “um estado” que defendo (e que é cada vez mais defendida no mundo, como pelos académicos britânicos que boicotam contactos com universidades sionistas, por Edward Said passando por judeus como Ilan Pappe, Stazewsky, Chomsy, Finkelstein e tutti quanti, todos “one staters”) é democrática e multicultural: serão cidadãos da Palestina libertada do regime nazi-sionista-apartheidesco todos os palestinianos independentemente da sua religião (muçulmana, cristã ou JUDAICA), como é próprio de uma Terra Santa das 3 religiões do Livro e como sempre aí aconteceu desde há 2 mil anos, onde apesar da sucessão de religiões dominantes (judaica, cristã e finalmenmte, muçulmana) o povo manteve a sua unidade étnica e a tradicional tolerância religiosa para com as minorias. NUNCA, desde 632 (data da conquista árabe pelo califa Omar), aí se fecharam igrejas e sinagogas. Construiram-se mesquitas ao lado, não em cima dos templos preexistentes (enquanto que na Europa cristã…nem vale a pena falar).

    Esssa tolerância teve apenas dois interregnos: o das cruzadas dos séc. XI-XII, pelos cristãos, e a Nakba desde 1948, pelos judeus sionistas. Mas um novo Saladino libertará de novo Jerusalém, castigará os nazi-sionistas e nunca mais haverá crentes chacinados por um exército fundamentalista ao serviço de uma só religião (para mais ultra-minoritária) em Jerusalém. Sempre houve judeus na Palestina e continuará a haver depois da Libertação.

    Mas o Oberkommando das SS Tsahal e os políticos sionistas que fizeram judiarias aos palestinianos e outros povos da região, esses terão a sorte dos nazis. Os mártires serão escrupulosamente vingados. A chutzpah (arrogância) sionista transformar-se-á em sorriso amarelo e em esgar de dor…

    Comentário por EUROLIBERAL — Março 10, 2008 @ 19:48

  29. Desde sempre judeus decentes, como Einstein e Hannah Arendt, denunciaram o fascismo sionista e os seus crimes, como Deir Yassin, apenas um entre muitos…

    “Einstein Letter Warning Of
    Zionist Facism In Israel
    Letter That Albert Einstein Sent to the New York Times
    1948, Protesting the Visit of Menachem Begin”

    http://www.rense.com/general59/ein.htm

    Não é só em “iSSrael” que terroristas satânicos são abatidos:

    5 U.S. soldiers killed in Baghdad blast
    Suicide bomber reportedly approached patrol outside computer store

    MSNBC News Services
    updated 12:58 p.m. ET March 10, 2008

    HURRAH !

    Comentário por EUROLIBERAL — Março 10, 2008 @ 19:56

  30. Vejam o que Einstein diz sobre os crimes das SS sionistas em Deir Yassin e depois decidam se Einstein e Arendt, judeus de estatura universal, têm ou não mais credibilidade que o bandalho islamocida Lidador e as agências de informação da entidade nazi-sionista onde ele vai beber a desinformação…

    “A shocking example was their behavior in the Arab village of Deir Yassin. This village, off the main roads and surrounded by Jewish lands, had taken no part in the war, and had even fought off Arab bands who wanted to use the village as their base. On April 9 (THE NEW YORK TIMES), terrorist bands attacked this peaceful village, which was not a military objective in the fighting, killed most of its inhabitants ? 240men, women, and children – and kept a few of them alive to parade as captives through the streets of Jerusalem. Most of the Jewish community was horrified at the deed, and the Jewish Agency sent a telegram of apology to King Abdullah of Trans-Jordan. But the terrorists, far from being ashamed of their act, were proud of this massacre, publicized it widely, and invited all the foreign correspondents present in the country to view the heaped corpses and the general havoc at Deir Yassin. The Deir Yassin incident exemplifies the character and actions of the Freedom Party…” – Einstein, 1948

    Comentário por EUROLIBERAL — Março 10, 2008 @ 20:01

  31. “Edward Said passando por judeus como Ilan Pappe, Stazewsky, Chomsy, Finkelstein ”

    Ó cromo, e desde quando é que a palavra de comunistas é algo que se possa citar como “verdade”?

    Comentário por Lidador — Março 10, 2008 @ 20:22

  32. “Na verdade foi com base na versão distorcida do Dr Hussein Khalidi que saiu um artigo no New York Times a divulgar ao mundo o “massacre” de Deir Yassin, suscitando várias declarações condenatórias das mais diversas personalidades”

    Comentário por Lidador — Março 10, 2008 @ 21:07

  33. O cristianismo e o judaísmo projectam visões políticas diferentes acerca do mundo. O cristianismo, como cisão do judaísmo, afirmou desde o início, como marca distintiva, o seu carácter universalista. O Deus da Nova Aliança era o Deus de todos os homens, não o do “povo eleito” da Aliança do Pentateuco – a matriz judaica. Daí o amor ao Próximo, ao Outro, como argumento moral primordial do cristianismo. Sendo Deus universal, de todos os povos – judeus, romanos e gentios – Ele está, assim, no Outro. Amar o Outro é, pois, amar a Deus. O cristianismo é, por isso, desde os seus primórdios, inclusivista – inclui o Outro – e pretende a sua Salvação.

    O judaísmo, pelo contrário, é exclusivista. Jeová é só seu – deles -, dá-lhes em exclusivo a Terra Prometida, e a afirmação identitária do povo eleito é alcançada pela exclusão do – e em conflito permanente com o – Outro, cuja salvação igualitária não é prevista, antes o seu aniquilamento.
    Não é por acaso que os principais teorizadores do neoconservadorismo americano são quase exclusivamente judeus. Judeus (e cristãos evangélicos) foram escolhidos por Deus para submeterem o mundo num Armageddon apocalíptico que abriria as portas ao mundo novo.”

    Comentário por EUROLIBERAL — Março 10, 2008 @ 22:13

  34. Jewish Racism towards Non-Jews as expressed in the Talmud (ou o que os judeus pensam do Lidador e de outros cristãos que lhes beijam o rabo…)

    The Jews refer to the remainder of Earths inhabitants, the non-Jewish peoples, as “Gentiles”, “Goyim”. Let’s see what the Jewish Talmud teaches the Jews concerning the non-Jewish majority, i.e. those who are not part of Jahve’s “Chosen People”:

    “The Jews are called human beings, but the non-Jews are not humans. They are beasts.”

    Talmud: Baba mezia, 114b

    “The Akum (non-Jew) is like a dog. Yes, the scripture teaches to honor the the dog more than the non-Jew.”

    Ereget Raschi Erod. 22 30

    “Even though God created the non-Jew they are still animals in human form. It is not becoming for a Jew to be served by an animal. Therfore he will be served by animals in human form.”

    Midrasch Talpioth, p. 255, Warsaw 1855

    “A pregnant non-Jew is no better than a pregnant animal.”

    Coschen hamischpat 405

    “The souls of non-Jews come from impure sprits and are called pigs.”

    Jalkut Rubeni gadol 12b

    “Although the non-Jew has the same body structure as the Jew, they compare with the Jew like a monkey to a human.”

    Schene luchoth haberith, p. 250 b

    “If you eat with a Gentile, it is the same as eating with a dog.”

    Tosapoth, Jebamoth 94b

    “If a Jew has a non-Jewish servant or maid who dies, one should not express sympathy to the Jew. You should tell the Jew: “God will replace ‘your loss’, just as if one of his oxen or asses had died”.”

    Jore dea 377, 1

    “Sexual intercourse between Gentiles is like intercourse between animals.”

    Talmud Sanhedrin 74b

    “It is permitted to take the body and the life of a Gentile.”

    Sepher ikkarim III c 25

    “It is the law to kill anyone who denies the Torah. The Christians belong to the denying ones of the Torah.”

    Comentário por EUROLIBERAL — Março 10, 2008 @ 22:16

  35. Cristianismo e islamismo

    Uma das principais causas do choque entre o Islão e o Ocidente busca raízes na religião.
    As próprias designações são reveladoras.
    De um lado, uma cultura que a si mesma se designa utilizando uma referência geográfica , do outro uma civilização que se define submissa a Deus (“Islão” significa “submissão”).
    A matriz ética e moral do Ocidente, para além das contribuições clássicas e judaicas, vem do cristianismo e este assenta sobretudo no elogio do perdão.

    A prece fundamental do islamismo é uma declaração de fé: “só há um Deus e Maomé é o seu Profeta”. Tudo o resto se pode resumir na saborosa expressão de Scruton, “e ai de quem não acredite nisto”.
    O Islão reclama e louva a clemência de Deus, mas não a condiciona à clemência para com os inimigos, ao contrário da prece cristã que inclui a frase “perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”.

    Nem sempre os cristãos agiram e agem de acordo com este ideal, mas ele está presente nos arquétipos culturais, naquilo que se ensina, se transmite, e reverte para a ordem social e jurídica.
    Em termos políticos, o cristianismo retoma a ideia de Ésquilo de solução política assente na ruptura do ciclo da vingança, visando a paz pela conciliação.
    No Islão, pelo contrário, a paz só pode ser alcançada ou pela destruição do infiel, ou pela sua submissão.
    Quando isso não se alcança, a solução passa pelo ritual sacrificial do “bode expiatório”, indivíduo estranho à comunidade, que congrega sobre si a fúria da vingança e lhe fecha o ciclo.
    Unindo-se contra o “bode expiatório” a comunidade islâmica apazigua o desejo de vingança, liberta-se das rivalidades internas e reforça a sua identidade.
    Este mecanismo ajuda a explicar as degolações públicas de “infiéis”, as vociferações exaltadas contra os EUA, “o Bush e o Blair ”, o “inimigo sionista”, o Papa, os ataques a “apóstatas”, a queima de bandeiras e retratos, etc., por parte das multidões muçulmanas.
    O cristianismo rompe com este ciclo, pela transcendência da expiação. O “bode expiatório” é Cristo que se superioriza aos agressores, perdoando-lhes.
    A ideia de perdão é portanto essencial na distinção entre o legado cristão e o legado muçulmano.
    Cristo manda dar a outra face, Alá manda matar os idólatras.

    O que importa ao nosso mundo, é que o cristianismo inspirou (embora com muitas lutas) uma ordem política que não se funda na crença, mas que acolhe as diferenças desse tipo, e as submete à jurisdição soberana demarcada num território, o estado-nação, com leis feitas pelos homens.
    Um português pode ser cristão ou budista, branco ou preto, mas, acima de tudo, é português.
    O islamismo não propiciou este tipo de ordem política. O indivíduo pode ser branco ou preto, egípcio ou pastun , árabe ou persa, mas acima de tudo, é membro da comunidade de crença, a Umma, com leis imutáveis porque divinas..
    O nacionalismo é entendido como um conceito estranho, importado ou imposto a partir do Ocidente .
    Todas as sondagens levadas a cabo no Reino Unido ou França, revelam que mais de 50% dos muçulmanos se sentem mais muçulmanos que nacionais desses países. Identificam-se sobretudo com a sua comunidade de crença, a Umma, por enquanto ainda desterritorializada
    Ora é justamente esse o projecto do islamismo político, partilhado pela Al Qaeda e pelos ulemas, aiatolas, mulahs e imãs que o apregoam e ensinam em todas as mesquitas e madrassas do mundo.
    O exemplo mais próximo da Umma foi o Império Otomano, no qual as comunidades não islâmicas submissas, às quais era, (mediante elevado tributo) permitido viver de acordo com regras jurídicas próprias, tinham de se submeter à regra religiosa islâmica nos conflitos com outras comunidades.
    O Islão era a sua pertença definitiva e por isso, após a queda dos Reinos Francos, nunca houve “nações” no Médio Oriente.
    Ironicamente, a “nação palestiniana” é uma criação cultural ocidental e só passou a existir como identidade, em função da existência de Israel.

    Comentário por Lidador — Março 11, 2008 @ 09:00

  36. Os judeus odeiam Cristo (que executaram por idolatria e blasfémia, contínuando a defender a legitimidade da Sua execução) e são ensinados a cuspir na Cruz, que pretendem eleiminar até dos livros de aritmética !

    Ao invés, o Corão cita 35 vezes o Profeta Issa (Jesus) e pune severamente a blasfémia contra Jesus.

    Hoje, face ao eixo evangélico (hereges cristãos)- judaico que sonha lançar o Mundo no holocausto armageddónico, começa-se a erguer um eixo católico-islâmico (ver os repetidos encontros ente o Vaticano e teólogos muçulmanos) orientado para a superação do relativismo e decadência morais causados pelo ateísmo lacista e jacobino.

    Vejam como o judaísmo continua a odiar Cristo e a Cruz onde O executou há 2.000 anos:

    “Desonrar símbolos cristãos é um velho dever religioso no Judaísmo. Cuspir na cruz, e especialmente no crucifixo, e cuspir quando um judeu passa por uma igreja, se tornaram obrigatórios desde por volta do ano 200 d.C. para judeus pios. No passado, quando o perigo de hostilidade anti-semita era real, os judeus pios eram aconselhados por seus rabinos tanto para cuspir de tal modo que a razão para isso fosse desconhecida, ou cuspir sobre seu peito, não realmente na cruz ou abertamente em frente à igreja. A força em aumento do Estado judaico causou que tais costumes se tornaram mais abertos novamente mas não devem haver enganos: Cuspindo na cruz para convertidos do Cristianismo ao Judaísmo, organizado no Kibutz Sa’ad e financiado pelo governo israelense é um ato de tradicional piedade judaica. Isso não se agarra a ser bárbaro, horrificador e perverso por causa disso! Ao contrário, isto é pior porque é tão tradicional, e muito mais perigoso na verdade, como o anti-semitismo renovado dos nazistas era perigoso, porque, em parte, ele continuava o tradicional passado anti-semita.

    Esta atitude bárbara de desprezo e ódio por símbolos religiosos cristãos tem crescido em Israel. Na década de 1950 Israel criou uma série de selos representando e fotos de cidades israelenses. Na foto de Nazaré, havia uma igreja e no topo uma cruz – quase invisível, talvez do tamanho de um milímetro. Todavia, os partidos religiosos, apoiados por muitos na “esquerda” sionista fizeram um escândalo e os selos foram rapidamente retirados e substituídos por uma série quase idêntica da qual a microscópica cruz foi retirada.

    Então houve uma longamente mantida batalha sobre a influência cristã na aritmética elementar. Judeus pios objecionaram o fato do símbolo internacional de adição ser uma cruz, o que poderia, na sua opinião, influenciar as crianças para se converter ao cristianismo. Outra “explanação” afirma: seria difícil “educar” as crianças para cuspirem na cruz, se se acostumassem a ela em seus exercícios aritméticos. Até o início da década de 70 dois diferentes tipos de livros eram utilizados em Israel. Um para as escolas seculares, empregando um sinal de “T” invertido. No início dos anos 70 os fanáticos religiosos “converteram” o Partido Trabalhista sobre o grande perigo da cruz na aritmética, e daquele tempo em diante, em todas as escolas elementares hebréias (e agora também muitas escolas de segundo grau) o sinal internacional de adição foi proibido.

    Desenvolvimento similar é visível em outras áreas da educação. Ensinar o Novo Testamento sempre foi proibido, mas nos tempos antigos professores de História conscientes normalmente contornavam a proibição, organizando seminários ou enviando as crianças à bibliotecas (não as das escolas, é claro). Há aproximadamente 10 anos houve uma onda de denunciar tais professores. Uma em Jerusalém foi quase demitida por aconselhar aos seus alunos de História, que estavam estudando a História dos Judeus na Palestina na época 30-40 d.C., que seria bom se eles lessem alguns capítulos do Novo Testamento como uma ajuda histórica. Ela manteve seu emprego somente após humildemente prometer não fazer aquilo novamente.

    Entretanto, em anos recentes, sentimentos anti-cristãos estão literalmente explodindo em Israel (e também entre os judeus da Diáspora adoradores de Israel) junto com o aumento do fanaticismo judeu em todas as áreas.

    Os verdadeiros inimigos da verdade aqui, como em muitos outros aspectos da realidade judaica, são os socialistas, “liberais”, “radicais”, etc. nos Estados Unidos. Imagine a reação dos liberais norte-americanos, e de jornais como The Nation e New York Review of Books, para não falar no New York Times se em qualquer Estado sem distinção, o governo financiasse o cuspimento na estrela de Davi? Mas quando, aqui em Israel, o governo financia o cuspimento na cruz, eles estão e continuarão a estar bem silenciosos. Mais do que isso, eles ajudam a financiar isso. Os pagadores de impostos norte-americanos, que é claro são em sua maioria cristãos, estão financiando pelo menos a metade do orçamento israelense, de um modo ou de outro, e portanto o cuspimento na cruz está incluído.” – Prof. Israel Shahak

    Comentário por EUROLIBERAL — Março 11, 2008 @ 10:01

  37. O ignorante Lidador (um cruzado troglodita e grunhóide) desconhece que não há “nação palestiniana” mas sim “Nação árabe”, sedimentada pela identidade de etnia, língua, cultura e religião. Mas há um “estado palestiniano” que faz parte da Nação árabe (tal como a centena de estados germânicos do séc XIX, antes de Bismarck, integrava a Nação alemã). E há ainda a Umma (califado) que engloba 1.500 milhões de muçulmanos (dos quais apenas 15% são árabes) que tem também como primeiro objectivo libertar Jerusalém e o povo palestiniano dos terroristas nazi-sionistas…. O ocidente não criou a Palestina (grunhice típica de eurocêntricos alarves como o Lidador), porque a civilização (e as religiões) vêm do Médio oriente (o crescente fértil) que já era próspero quando na Europa ainda só havia trogloditas como o Lidador.

    Comentário por EUROLIBERAL — Março 11, 2008 @ 10:12

  38. “The Muslim Jesus

    Video – ITV documentary – narrated by Melvyn Bragg

    Leading theology scholars examine the role of Jesus Christ in the Islamic tradition, revealing the two faiths have more in common than is generally realised. Muslims share the Christian belief in the Virgin Birth, Christ’s status as the Messiah and his ability to perform miracles, but reject the biblical account of the Crucifixion.”

    http://www.informationclearinghouse.info/article19505.htm

    Comentário por EUROLIBERAL — Março 11, 2008 @ 12:36

  39. Massacres nazi-sionistas de civis no Líbano e em Gaza:

    (Atenção: imagens chocantes que pessoas sensíveis devem abster-se de visionar)

    http://www.radioislam.org/jewish-photos/index.htm

    Comentário por EUROLIBERAL — Março 11, 2008 @ 13:17

  40. [...] Internacional, Médio Oriente — João Luís Pinto @ 3:18 pm O comentador Lidador acusa-me num comentário ao recente artigo do Carlos sobre Israel de propagar uma falácia sobre a questão [...]

    Pingback por Os poetas do direito internacional « O Insurgente — Março 11, 2008 @ 15:19

  41. Somos todos um, e na falta deste entendimento nos aniquilamos, e nos dá uma fome enorme que acabamos devorando o mais próximo ou seja nós mesmos.Deus é único nós somos filho desta fonte criadora, então somos iguais o que nos diferencia é a experiencia divina em criar indivíduos diferentes para se apoiarem mutualmente.

    Silvia R. Santos Figueiredo

    Comentário por silvia figueiredo — Maio 21, 2008 @ 16:55

  42. Carlos Guimarães.
    Embora com quase um ano de atraso estou lendo o teu texto, não sabia da existencia do mesmo até hoje. Muito bem elaborado e muito bem escrito. Parabéns, demonstra que sabe sobre o que opina. Pensando no que hoje vislumbramos nos noticiários sobre a guerra que Israel esta travando contra os terroristas do Hamas, concordo com voce em que é mais “legitimo lutar para existir que lutar para exterminar.”

    Comentário por Theresa — Janeiro 6, 2009 @ 17:25


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