Ainda sobre esta notícia, Maria João Marques salienta o papel das madrinhas do Cytotec na comunicação social: Nem sei bem o que diga…
Não creio que lhes deva ser atribuída nenhum tipo de responsabilidade directa, mas é sem dúvida uma ocasião oportuna para relembrar a irresponsabilidade extrema de algum “jornalismo de causas” e a sua lamentável promoção do desrespeito pela vida humana.
Leitura complementar: O aborto e a cultura da morte.