Um ano depois. Por Pedro Picoito.
Um ano depois, o “sim” deu um Ministro da Cultura ao Governo, António Pinto Ribeiro, célebre pelo argumento “um ovo não é um pinto e não tem os mesmos direitos”. Por esta é que niguém esperava.
(Sempre pensei que o lugar fosse de Lídia Jorge, a revolucionária teorizadora da “coisa humana”. Não se pode acertar sempre.)