O Insurgente

Outubro 30, 2007

A objecção de consciência face ao mal objectivo

Arquivar em: Política, Religião — André Azevedo Alves @ 01:33

Objecção de consciência

Bento XVI defendeu hoje no Vaticano que a objecção de consciência “é um direito que deve ser reconhecido” também aos farmacêuticos nos casos do aborto e da eutanásia.
Recebendo no Vaticano os participantes do Congresso Mundial “As novas fronteiras do acto farmacêutico”, o Papa pediu que estes profissionais possam ter a opção de “não colaborar directa ou indirectamente no fornecimento de produtos que têm como objectivo escolhas claramente imorais”.

5 Comentários »

  1. Nos primórdios do uso de anestesias em procedimentos cirúrgicos, a Igreja defendia que era imoral as mulheres serem sedadas durante o parto, já evoluiram um pouco desde tais tempos…

    Um médico invocar objecção de consciência inda é aceitável, as suas acções têm consequência directa na imoralidade. Agora um farmacêutico recusar-se a vender uma caixa de comprimidos já é abusar. Porque não também recusarem uma caixa de preservativos a um jovem que os vá comprar? Ou mesmo a pílula… espero que depois não caia o carmo e a trindade quando o patrão dispensar os seus serviços por abuso de objecções.

    Comentário por João — Outubro 30, 2007 @ 03:15

  2. no outro dia não criticavam coisas parecidas que se passavam em farmácias islâmicas?

    Comentário por callapez — Outubro 30, 2007 @ 14:05

  3. este papa também apelou aos advogados objectores de consciencia em casos de divorcio, por isso nao deve ser levado a sério… a época dele já passou e ainda bem…

    Comentário por Ricardo Ferreira — Outubro 30, 2007 @ 20:38

  4. Ter consciência “já passou”?

    Comentário por CN — Outubro 30, 2007 @ 22:32

  5. “Ter consciência “já passou”?”

    Para alguns, parece que sim…

    Comentário por André Azevedo Alves — Outubro 30, 2007 @ 23:05


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