The global-warming hucksters. Por Pat Buchanan.
Karl Marx was proven dead wrong about the immiseration of the masses under capitalism and the coming revolution in the industrial West, though they still have hopes at Harvard.
Neville Chute’s “On the Beach” proved as fictional as “Dr. Strangelove” and “Seven Days in May.” Paul Ehrlich’s “Population Bomb” never exploded. It fizzled when the Birth Dearth followed the Baby Boom.
“The Crash of ’79″ never happened. Instead, we got Ronald Reagan and record prosperity. The Club of Rome notwithstanding, we did not run out of oil. The world did not end in Y2K, when we crossed the millennium, as some had prophesied. “Nuclear winter,” where we were all going to freeze to death after the soot from Reagan’s nuclear war blotted out the sun, didn’t quite happen. Rather, the Soviet Empire gave up the ghost.
Is then global warming – a steady rise in the temperature of the Earth to where the polar ice caps melt, oceans rise 23 feet, cities sink into the sea and horrendous hurricanes devastate the land – an imminent and mortal danger?
Put me down as a disbeliever.
Like the panics of bygone eras, this one has the aspect of yet another re-enactment of the Big Con. The huckster arrives in town, tells all the rubes that disaster impends for them and their families, but says there may be one last chance they can be saved – but it will take a lot of money. And the folks should go about collecting it, right now.
(…)
The mammoth government we have today is a result of politicians rushing to solve “crises” by creating and empowering new federal agencies.
Whether it’s hunger, poverty or homelessness, in the end, the poor are always with us, but now we have something else always with us: scores of thousands of federal bureaucrats and armies of academics to study the problem and assess the progress, with all their pay and benefits provided by our tax dollars.
Cal Coolidge said that when you see 10 troubles coming up the road toward you, sometimes the best thing to do is nothing, because nine of them will fall into the ditch before they get to you. And so it will be with global warming, if we don’t sell out America to the hucksters who would save us.
Tangas,
Comentário por Revoltado — Outubro 24, 2007 @ 03:36
Cada um tem a sua verdade!
A cada um a verdade que necessita!
A cada um a verdade que o satisfaz!
O universo do André Azevedo Alves é composto pelos iluminados que acreditam que o mercado tudo resolve e os idiotas de esquerda que querem mergulhar o mundo numa idade de trevas vermelhas!
O texto que cita é do tipo “Molinex 3x” – pega-se em alguns factos (cuidadosamente escolhidos) e mistura-se tudo de modo a fazer um belo gaspacho, que mais não diz que há uma conspiração de esquerda contra o mercado livre, definindo-se como esquerda todos os que não seguem o paradigma vigente do “American Dream”, i.e. sucesso (€€€/$$$) a qualquer preço.
Para o André Azevedo Alves não há riscos com o nuclear (os residuos até brilham no escuro sem emitir CO2), o carbono é bom para as plantas, a exploração do homem pelo seu semelhante é um mal necessário para que alguns lavem a cabeça com champô de $600 a garrafa, as revindicações dos trabalhadores são apenas um meio de estes conseguirem não trabalhar e prejudicar a economia, etc, etc, etc…
Se sou de esquerda? Depende do referencial!
Concordo que se deve de tudo falar e discutir, sinceramente não gosto de “posts” do estilo “Perceberam, estúpidos?”, que ainda por cima omitem uma série de factos. O que é o caso do texto citado!
Cumprimentos
Comentário por Daniel Azevedo — Outubro 24, 2007 @ 08:29
Uma ajuda ao Daniel Azevedo:
Não se preocupe com o referencial. Você é mesmo de esquerda! A prova? Nem uma contra-argumentação, apenas frases fogacho.
Comentário por Fernando Costa — Outubro 24, 2007 @ 14:17
Caro Fernando Costa
Quando disse que o galhardete “Esquerda” ou “Direita” dependia do referencial não desejava que me viesse ajudar (do meu posicionamento face à vida sei eu e não necessito da sua ajuda), mas apenas salientar que há discussões e valores que estão acima de tão singela definição.
Se ser de esquerda é ter a convicção que há algo mais na vida do que o lucro e a acumulação de bens materiais, então sou de esquerda.
Se ser de esquerda é achar que há limites e que existe o certo e o errado então serei de esquerda.
Quer contra argumentações? É como eu disse. O texto pega em factos e mistura-os de modo a dar a entender que qualquer das chamdas de atenção feitas pelos “alarmistas” de esquerda se mostraram erradas, procurando retirar a conclusão de que o aquecimento global também é erronea.
Pois bem!
O “inverno nuclear” foi/é um modelo de comportamento para a atmosfera no caso de ocorrer uma guerra nuclear na qual a maioria das cidades de ambos os lados sería incendiada e daria lugar a uma libertação de fuligem imensa; fuligem essa que obscureceria a superficie da Terra.
O modelo foi testado em supercomputadores que confirmavam certas previsões, nomeadamente as piores (maior libertação de fuligem) e demonstravam-se dúbios nos casos intermédios.
Para confirmar ou não é necessário haver uma guerra nuclear.
“Like the panics of bygone eras, this one has the aspect of yet another re-enactment of the Big Con.”
Já o disse em posts anteriores, a discussão cientifica é uma coisa, outra é a discussão política!
Se é o “BIG CON” o cavalheiro que o prove, se o documentário do All Gore é alarmista denunciem-no e provem-no.
Agora, só porque me apetece e não gosto do All Gore só mostro o que lhe é contrário?
E volto a dizer, não é com posts do género “As mentiras de All Gore!” que se chega a alguma conclusão!
Cumprimentos
Comentário por Daniel Azevedo — Outubro 24, 2007 @ 16:04
Daniel vê o que diz um climatologista chamado Bob Carter no You Tube ou via ablasfemia.blogspot.com, entre varias pérolas, vai ver onde se encontram algumas das estações metereologicas que serviram para previsões (por cima de alcatrão, ao lado de chaminés perto de aparelhos de ar condicionado).
Comentário por Tiago — Outubro 24, 2007 @ 18:42
Caro Tiago (obrigado pela dica, não conhecia)
Nunca duvidei da dependencia que existe entre a experiência e a produção cientifica.
O que eu sou contra, e tentei (mal, pelos vistos), expressar nestes comentários é a utilização abusiva de factos/opiniões que se pretende que passem por verdades, em oposição a uma mentira que se pretende exorcizar, tornando-se uma reflexo dos métodos que se pretede denunciar.
Mas o debate de ideias fracturantes é assim…
Se não gostar dos posts/comentários posso sempre desafiar o autor para um duelo! :O)
Cumprimentos
Comentário por Daniel Azevedo — Outubro 24, 2007 @ 20:19
E no entanto e por causa dessas mesmas “verdades inconvenientes” que são repetidas até á nausea que me tenho tornado cada vez mais ceptico na relação CO2- Aumento de temperaturas.
Talvez goste de ser do contra, mas é mais provavel gostar duma boa polémica
Comentário por Tiago — Outubro 24, 2007 @ 22:36