Zoofilia e bestialidade no Doc Lisboa
Recorde-se que o Doc Lisboa é uma co-produção da Culturgest (do grupo CGD) com financiamento do Ministério da Cultura, do ICAM e da Câmara Municipal de Lisboa: Rabos de cavalo. Por Rodrigo Moita de Deus.
Zoo conta a história de homens que gostam de fazer amor com…cavalos. Nem ovelhas, nem cabras, nem cães. Cavalos. E dentro dos equídeos, nem mongóis, nem póneis, nem sequer éguas. Cavalos! Só garanhões. Só puro-sangue árabes. Aqueles bem grandes.
Sou tão pervertido como o vizinho do lado. Talvez um pouco mais, admito. Mas este filme implica cinco diferentes perversões. Cada uma mais feliniana que a outra. A perversão de pensar no acto. A perversão do praticar o acto. A perversão de fazer um documentário sobre o acto. A perversão de alguém pagar para ver o acto (voyerismo) e a perversão de, no fim de tudo, lhe chamar arte.

Penso que a “melhor” é os impostos pagarem parte? da perversão…
Comentário por lucklucky — Outubro 22, 2007 @ 7:07 pm
-Qual é o ministério donde sai o subsídio para estas aberrações? Será o ministério da cultura? Aquele que vive permanentemente sem verbas, sem capacidade para as gerar, despede os poucos responsáveis capazes de conseguirem uma gestão equilibrada, e paga este lixo?
Comentário por António de Almeida — Outubro 22, 2007 @ 7:29 pm
Agora já somos pelo politicamente correcto?
Comentário por lobotomias — Outubro 22, 2007 @ 8:36 pm
E não se pode mandar esses cavalos para a Casa Branca ? Há lá pelo menos um que anda a pedi-las…
Comentário por Euroliberal — Outubro 22, 2007 @ 8:52 pm
O insurgente politicamente correcto… Não gosta de perversões. Mas elas existem, não são invenção do Freud nem do Wilhelm Reich.
Não viram o documentário, e no entanto não se coíbem de criticá-lo.
P.S. O Doclisboa não é a escola primária…
Comentário por Luís Marvão — Outubro 23, 2007 @ 9:59 am
“Não viram o documentário, e no entanto não se coíbem de criticá-lo.”
Faz-me lembrar os teus comentários sobre Hayek ou economia.
Comentário por Miguel — Outubro 23, 2007 @ 10:40 am
Um APARTE que faz toda a diferença
Os cavalos deram o seu consentimento para o acto?!
Comentário por Tiago — Outubro 23, 2007 @ 6:42 pm
[...] Leitura complementar: “um rapaz gay na pré-adolescência”; Zoofilia e bestialidade no Doc Lisboa. [...]
Pingback por O Insurgente » Blog Archive » O avanço da agenda LGBT — Novembro 6, 2007 @ 2:17 am
[...] complementar: “um rapaz gay na pré-adolescência”; Zoofilia e bestialidade no Doc Lisboa; Quando a verdade não interessa [...]
Pingback por O Insurgente » Blog Archive » O avanço da agenda LGBT (2) — Novembro 8, 2007 @ 2:02 am
E por cá… há marginais que se põem em frente a hotéis a mostrarem coisas que não devem… Um turista, na sua paz de espírito e vem para o balcão do hotel e depara-se com isto.. é lixado.
Comentário por paranoiasnfm — Abril 22, 2008 @ 6:05 pm
“Não viram o documentário, e no entanto não se coíbem de criticá-lo.”
faz lembrar anuncios sobre criancinhas.
Comentário por Ester R — Maio 3, 2008 @ 2:49 am
Os cavalos fizeram os testes da SIDA? Os intervenientes usam preservativo? São todos de maioridade? Os cavalos também podem tomar a iniciativa? Há alguma lei para uniões de facto com os cavalos? Os vizinhos irão aceitar o relinchar?
Comentário por A. R — Maio 10, 2008 @ 10:59 pm
Tivessem estes “artistas” que ganhar para pagar devaneios, e ainda andavam com a handicam betamax dos papás. A arte que não se vende por si, não vale nada para ninguém, mas o contribuinte que a pague.
Bem-haja!
Comentário por Augusto Emilio — Maio 16, 2008 @ 10:11 am
Onde posso arranjar um garanhão desses?
Obrigado
Comentário por Pastor — Maio 26, 2008 @ 1:21 am
A Arte nao justifica todos os devaneios mais ou menos lunaticos com que alguns querem mostrar-se em publico.
Arte e algo mais do que simples impulsos mais ou menos bestiais.
Logo nao se pode chamar Arte a tudo o que aparece so porque o nome e facil de pronunciar.
Comentário por Maria — Junho 10, 2008 @ 4:28 pm
Mesmo que “O Insurgente”, não se insurja contra estas formas de perversão, quem aqui vem tem o direito de o fazer. O principal problema deste tipo de perversão são os termos de desigualdade que à partida envolve.Não tenho, nem me sinto no direito de julgar ninguém pelas perversões ou demências que tenham, desde que elas não atinjam terceiros que não deram o seu consentimento.Mais do que a perversão o que me choca é o uso abuso de animais que são vítimas de diversas formas de violência.Na verdade gostaria de ver os dinheiros públicos mais bem empregues.Nomeadamente os da cultura. Este ministério tem no governo Socrates, tido uma política de destruição das actividades culturais sem precedentes. Para mim que vivo no alentejo, onde a bitola da qualidade das manifestações culturais raia muitas vezes o absurdo,seria interessante ver algum apoio por parte do M.da Cultura às associações que durante décadas continuam a tentar fazer um trabalho sério nas mais diversa àreas, quase sempre sem meios.
SORRIAM, mesmo sabendo que a cada segundo algum “ANIMAL” está a ser violentado
Comentário por hera-luna — Junho 18, 2008 @ 5:04 pm