Via LA-C, cheguei a uma bolsa de apostas para o Nobel da Economia.
Acho que, por larga margem, seria com Israel Kirzner que o prémio ficaria em melhores mãos mas estou consciente de que tal é altamente improvável. Dos principais nomes falados, veria com muito bons olhos a atribuição do Nobel a Gordon Tullock, reparando a injustiça de de não ter recebido o prémio juntamente com James Buchanan em 1986 pela fundação da teoria da escolha pública.
Concordo que Dixit seria uma boa escolha. Outras hipóteses interessantes, na minha perspectiva, seriam Feldstein, Bhagwati ou Alesina. Pelo critério aparentemente seguido em vários anos anteriores, Eugene Fama seria um vencedor justo, ainda que não propriamente entusiasmante. Vários dos outros favoritos (como Barro) não seriam escolhas surpreendentes mas a meu ver seriam indesejáveis por reforçarem algumas das tendências menos aconselháveis do mainstream.
Krugman, nas condições actuais, só se for para seguir a lógica que tem frequentemente marcado a atribuição do Nobel da Paz, mas nunca se sabe…