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	<title>Comentários em: Crude media</title>
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		<title>Por: No bom caminho (2) &#171; O Insurgente</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/09/26/crude-media/#comment-26953</link>
		<dc:creator><![CDATA[No bom caminho (2) &#171; O Insurgente]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 11:38:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Até a própria ANAREC começa a fazer as contas em euros. Finalmente! [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Até a própria ANAREC começa a fazer as contas em euros. Finalmente! [...]</p>
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		<title>Por: antonio</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/09/26/crude-media/#comment-11797</link>
		<dc:creator><![CDATA[antonio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 22:13:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A mania de fazer contas! Irritam-me essas piquinhices...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A mania de fazer contas! Irritam-me essas piquinhices&#8230;</p>
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		<title>Por: Ricardo Arroja</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/09/26/crude-media/#comment-11789</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Arroja]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Sep 2007 19:17:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Penso que o euro, ao representar a economia de 13 países, terá uma relação com o dólar consideravelmente diferente do marco em 1995.&quot;

BZ,

Talvez - daí o meu termo &quot;extrapolação&quot;. Vício profissional! É que eu, como especulador profissional, tenho de tomar decisões com base em informação incompleta.

Mas não se esqueça que, antes do euro, o marco é que era a divisa de referência na Europa. E o Banco Central Europeu foi construído à imagem do Bundesbank. Portanto, muitos especuladores profissionais estarão a pensar da mesma forma que eu: assumem que o futuro não será muito diferente do passado. Nos mercados financeiros, é o único método que conduz à decisão. A alternativa é a paralisia. Ou então um golpe de sorte!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Penso que o euro, ao representar a economia de 13 países, terá uma relação com o dólar consideravelmente diferente do marco em 1995.&#8221;</p>
<p>BZ,</p>
<p>Talvez &#8211; daí o meu termo &#8220;extrapolação&#8221;. Vício profissional! É que eu, como especulador profissional, tenho de tomar decisões com base em informação incompleta.</p>
<p>Mas não se esqueça que, antes do euro, o marco é que era a divisa de referência na Europa. E o Banco Central Europeu foi construído à imagem do Bundesbank. Portanto, muitos especuladores profissionais estarão a pensar da mesma forma que eu: assumem que o futuro não será muito diferente do passado. Nos mercados financeiros, é o único método que conduz à decisão. A alternativa é a paralisia. Ou então um golpe de sorte!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo Arroja</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/09/26/crude-media/#comment-11788</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Arroja]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Sep 2007 18:55:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[BZ,

Não concordo. Em ambos os pontos.

1) Petróleo: o problema está mais na escassez da oferta do que na oscilação da procura. Na exploração petrolífera, a oferta é relativamente inelástica. É preciso descobrir os poços, explorá-los, refinar o petróleo e trazê-lo para o mercado final. Um processo que pode durar anos e que requer investimentos de dezenas de milhões - já para não falar no facto de ser raro encontrar bons poços de petróleo. Portanto, o factor que mais influenciará o preço não é a procura. É, sim, a oferta. E a verdade é que há pouca oferta.

Além disso, os poços de petróleo arábes estão a secar (aliás, não é por acaso que a última auditoria independente na Arábia Saudita ocorreu nos anos 70. Desde então, o mundo desenvolvido faz depender as suas estatísticas daquilo que nos dizem as autoridades sauditas!).

E quanto às energias alternativas, estas ainda não descolaram e muitas não substituem o petróleo. É o caso do biodiesel e do bioethanol que apenas reduzem o consumo de combustível fóssil. A única alternativa que, com algum impacto, permitiria reduzir o consumo de combustível fóssil é a energia nuclear.

2) Dólar: os países que mais reservas monetárias possuem em stock, há muito que optaram por diversificar as reservas denominadas em dólares para reservas denominadas em euro e francos suíços. Esse é um processo que não é de agora.

Quanto ao ouro, não se entusiasme excessivamente. Trata-se de um mercado com reduzida liquidez (basta ver o turnover de transacções nos futuros de ouro cotados em Nova Iorque) e pouco transparente. É um mercado que facilmente é manipulado por bancos de investimento e até pelos próprios bancos centrais. Não porque estejam a fazer algo de mal, mas simplesmente pelo facto de ordens de compra e venda de baixa dimensão conseguirem ter impacto na oscilação do preço.

E, ainda em relação ao ouro, não há lógica racional associada à sua detenção em carteira. É que, no mundo pós Bretton Woods, o ouro é um objecto bonito, místico, mas sem utilidade prática. Se Bretton Woods for reeditada, ou seja, associar o valor das divisas a um qualquer activo real, provavelmente, sê-lo-á com padrão &quot;crude oil&quot;. O que, ironicamente, até poderia dar algum suporte ao dólar. Afinal, a principal referência no mercado de petróleo é o petróleo cotado em Nova Iorque (e não o Brent cotado em Londres). E, salvo erro, os Estados Unidos é o país com maiores stocks de petróleo - guardados na célebre Strategic Petroleum Reserve. Aliás, não deixa de ser notável que o ex-presidente do FED, Alan Greenspan, tenha sido tão franco ao assumir que o Iraque tem tudo a ver com petróleo. Será que ele já está a pensar no padrão &quot;ouro negro&quot;?

Concluindo, em matéria de preço de combustível, estamos metidos num sarilho. Que se vai traduzir em (mais) inflação, em taxas de juro mais altas, e num enormíssimo sarilho nas contas/dívidas dos particulares.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>BZ,</p>
<p>Não concordo. Em ambos os pontos.</p>
<p>1) Petróleo: o problema está mais na escassez da oferta do que na oscilação da procura. Na exploração petrolífera, a oferta é relativamente inelástica. É preciso descobrir os poços, explorá-los, refinar o petróleo e trazê-lo para o mercado final. Um processo que pode durar anos e que requer investimentos de dezenas de milhões &#8211; já para não falar no facto de ser raro encontrar bons poços de petróleo. Portanto, o factor que mais influenciará o preço não é a procura. É, sim, a oferta. E a verdade é que há pouca oferta.</p>
<p>Além disso, os poços de petróleo arábes estão a secar (aliás, não é por acaso que a última auditoria independente na Arábia Saudita ocorreu nos anos 70. Desde então, o mundo desenvolvido faz depender as suas estatísticas daquilo que nos dizem as autoridades sauditas!).</p>
<p>E quanto às energias alternativas, estas ainda não descolaram e muitas não substituem o petróleo. É o caso do biodiesel e do bioethanol que apenas reduzem o consumo de combustível fóssil. A única alternativa que, com algum impacto, permitiria reduzir o consumo de combustível fóssil é a energia nuclear.</p>
<p>2) Dólar: os países que mais reservas monetárias possuem em stock, há muito que optaram por diversificar as reservas denominadas em dólares para reservas denominadas em euro e francos suíços. Esse é um processo que não é de agora.</p>
<p>Quanto ao ouro, não se entusiasme excessivamente. Trata-se de um mercado com reduzida liquidez (basta ver o turnover de transacções nos futuros de ouro cotados em Nova Iorque) e pouco transparente. É um mercado que facilmente é manipulado por bancos de investimento e até pelos próprios bancos centrais. Não porque estejam a fazer algo de mal, mas simplesmente pelo facto de ordens de compra e venda de baixa dimensão conseguirem ter impacto na oscilação do preço.</p>
<p>E, ainda em relação ao ouro, não há lógica racional associada à sua detenção em carteira. É que, no mundo pós Bretton Woods, o ouro é um objecto bonito, místico, mas sem utilidade prática. Se Bretton Woods for reeditada, ou seja, associar o valor das divisas a um qualquer activo real, provavelmente, sê-lo-á com padrão &#8220;crude oil&#8221;. O que, ironicamente, até poderia dar algum suporte ao dólar. Afinal, a principal referência no mercado de petróleo é o petróleo cotado em Nova Iorque (e não o Brent cotado em Londres). E, salvo erro, os Estados Unidos é o país com maiores stocks de petróleo &#8211; guardados na célebre Strategic Petroleum Reserve. Aliás, não deixa de ser notável que o ex-presidente do FED, Alan Greenspan, tenha sido tão franco ao assumir que o Iraque tem tudo a ver com petróleo. Será que ele já está a pensar no padrão &#8220;ouro negro&#8221;?</p>
<p>Concluindo, em matéria de preço de combustível, estamos metidos num sarilho. Que se vai traduzir em (mais) inflação, em taxas de juro mais altas, e num enormíssimo sarilho nas contas/dívidas dos particulares.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: BZ</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/09/26/crude-media/#comment-11787</link>
		<dc:creator><![CDATA[BZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Sep 2007 18:38:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ricardo Arroja:
&lt;em&gt;&quot;se assumirmos uma &lt;b&gt;relação de 1 para 1 entre marco e euro&lt;/b&gt; (premissa mais do que razoável), e extrapolarmos a análise para o dólar concluimos que, efectivamente, o máximo histórico do euro/dólar pode muito bem ser 1,4519&quot;&lt;/em&gt;

Penso que o euro, ao representar a economia de 13 países, terá uma relação com o dólar consideravelmente diferente do marco em 1995.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ricardo Arroja:<br />
<em>&#8220;se assumirmos uma <b>relação de 1 para 1 entre marco e euro</b> (premissa mais do que razoável), e extrapolarmos a análise para o dólar concluimos que, efectivamente, o máximo histórico do euro/dólar pode muito bem ser 1,4519&#8243;</em></p>
<p>Penso que o euro, ao representar a economia de 13 países, terá uma relação com o dólar consideravelmente diferente do marco em 1995.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: BZ</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/09/26/crude-media/#comment-11794</link>
		<dc:creator><![CDATA[BZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Sep 2007 18:29:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&lt;em&gt;&quot;Experimenta ir 30 anos atrás nesse raciocínio. Encontram-se outros picos ainda mais altos.&quot;&lt;/em&gt;

jcd, para o preço do barril de petróleo em dólares tal &lt;a href=&quot;http://oinsurgente.blogspot.com/2006/05/recordes-histricos.html&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;análise&lt;/a&gt; foi possível.

Nota: o Financial Trend Forecaster disponibiliza o &lt;a href=&quot;http://inflationdata.com/inflation/images/charts/Oil/Oil_inflation_chart.htm&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;gráfico&lt;/a&gt; com a evolução dos preços nominais e reais, até Janeiro de 2007. Nesta data, para se atingir o recorde histórico, o barril de petróleo teria de ultrapassar os 100 dólares.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Experimenta ir 30 anos atrás nesse raciocínio. Encontram-se outros picos ainda mais altos.&#8221;</em></p>
<p>jcd, para o preço do barril de petróleo em dólares tal <a href="http://oinsurgente.blogspot.com/2006/05/recordes-histricos.html" rel="nofollow">análise</a> foi possível.</p>
<p>Nota: o Financial Trend Forecaster disponibiliza o <a href="http://inflationdata.com/inflation/images/charts/Oil/Oil_inflation_chart.htm" rel="nofollow">gráfico</a> com a evolução dos preços nominais e reais, até Janeiro de 2007. Nesta data, para se atingir o recorde histórico, o barril de petróleo teria de ultrapassar os 100 dólares.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo Arroja</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/09/26/crude-media/#comment-11792</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Arroja]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Sep 2007 18:25:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[jcd,

O nível de 1,4500 é uma referência...pode ser uns ticks acima ou abaixo. E não tem nada a ver com análise técnica - matéria na qual não sou expert nem acredito especialmente.

O nível de 1,4500 tem a ver com análise quantitativa, nomeadamente na extrapolação da relação marco/dólar para euro/dólar. O máximo histórico do marco face ao dólar foi em 1995 a 0,7432 (ou 1,3455 como a relação inversa antigamente convencionada para o cross marco/dólar). Neste momento, o marco está a 0,7222 (ou 1,3847 na relação inversa). Portanto, o marco está a 2,8% do antigo máximo face ao dólar.

Portanto, se assumirmos uma relação de 1 para 1 entre marco e euro (premissa mais do que razoável), e extrapolarmos a análise para o dólar concluimos que, efectivamente, o máximo histórico do euro/dólar pode muito bem ser 1,4519 (cross actual de 1,4124 * 1,028). E este é um limite que, na minha opinião, o FED não deveria estar disposto a ceder.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>jcd,</p>
<p>O nível de 1,4500 é uma referência&#8230;pode ser uns ticks acima ou abaixo. E não tem nada a ver com análise técnica &#8211; matéria na qual não sou expert nem acredito especialmente.</p>
<p>O nível de 1,4500 tem a ver com análise quantitativa, nomeadamente na extrapolação da relação marco/dólar para euro/dólar. O máximo histórico do marco face ao dólar foi em 1995 a 0,7432 (ou 1,3455 como a relação inversa antigamente convencionada para o cross marco/dólar). Neste momento, o marco está a 0,7222 (ou 1,3847 na relação inversa). Portanto, o marco está a 2,8% do antigo máximo face ao dólar.</p>
<p>Portanto, se assumirmos uma relação de 1 para 1 entre marco e euro (premissa mais do que razoável), e extrapolarmos a análise para o dólar concluimos que, efectivamente, o máximo histórico do euro/dólar pode muito bem ser 1,4519 (cross actual de 1,4124 * 1,028). E este é um limite que, na minha opinião, o FED não deveria estar disposto a ceder.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: BZ</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/09/26/crude-media/#comment-11790</link>
		<dc:creator><![CDATA[BZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Sep 2007 18:16:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ricardo Arroja,

A evolução do preço do barril de petróleo dependerá, também, da provável crise da economia americana. Ou seja, se nos EUA a redução da procura for significativa, o preço do barril sofrerá...

Quanto à desvalorização do dólar, o FED não será o único interveniente no mercado. Alguns &quot;especuladores&quot; (bancos centrais da China e Japão) pcomeçam a pensar sobre o que fazer às suas avultadas reservas em dólares. Se optam por comprar ouro, o FED terá pouca margem de manobra para suster a queda do dólar.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ricardo Arroja,</p>
<p>A evolução do preço do barril de petróleo dependerá, também, da provável crise da economia americana. Ou seja, se nos EUA a redução da procura for significativa, o preço do barril sofrerá&#8230;</p>
<p>Quanto à desvalorização do dólar, o FED não será o único interveniente no mercado. Alguns &#8220;especuladores&#8221; (bancos centrais da China e Japão) pcomeçam a pensar sobre o que fazer às suas avultadas reservas em dólares. Se optam por comprar ouro, o FED terá pouca margem de manobra para suster a queda do dólar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jcd</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/09/26/crude-media/#comment-11793</link>
		<dc:creator><![CDATA[jcd]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Sep 2007 18:00:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[BZ.

Experimenta ir 30 anos atrás nesse raciocínio. Encontram-se outros picos ainda mais altos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>BZ.</p>
<p>Experimenta ir 30 anos atrás nesse raciocínio. Encontram-se outros picos ainda mais altos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jcd</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/09/26/crude-media/#comment-11791</link>
		<dc:creator><![CDATA[jcd]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Sep 2007 17:56:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&lt;i&gt;&quot;Se o dólar quebra 1,4500 é que vão ser elas.&quot;&lt;/i&gt;

Ricardo

Tenho uma certa dificuldade em acompanhar estes raciocínios típicos de análise técnica. A 1.4499 não acontece nada. A 0,0001 acima, é o apocalipse. Não se arranja nada no meio termo?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>&#8220;Se o dólar quebra 1,4500 é que vão ser elas.&#8221;</i></p>
<p>Ricardo</p>
<p>Tenho uma certa dificuldade em acompanhar estes raciocínios típicos de análise técnica. A 1.4499 não acontece nada. A 0,0001 acima, é o apocalipse. Não se arranja nada no meio termo?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo Arroja</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/09/26/crude-media/#comment-11795</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Arroja]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Sep 2007 17:35:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/2007/09/26/crude-media/#comment-11795</guid>
		<description><![CDATA[Bz,

Bem analisado. Contudo, dado que o ritmo de valorização do preço do crude é exponencialmente superior ao ritmo de desvalorização do dólar em relação ao euro, em breve teremos o brent a máximos históricos.

Com a agravante de que, enquanto se espera que o petróleo continue a sua subida galopante, no caso do dólar estamos a aproximar-nos de mínimos preocupantes face ao euro e, não tarda nada, o FED vai dar uma lição aos especuladores. Conclusão: é mais provável que o Brent comece a valorizar em flecha em alternativa ao actual ziguezague com tendência de alta.

Quanto ao dólar, aquela ideia maluca de que a sua desvalorização é boa para a economia norte-americana só vale até certo ponto. Estamos, provavelmente, próximos do ponto a partir do qual uma desvalorização adicional do dólar conduzirá ao apocalipse financeiro. Se o dólar quebra 1,4500 é que vão ser elas...e o Bernanke sabe disso.

Portanto, caro BZ, infelizmente, os factos irão vindicar a posição da imprensa financeira.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bz,</p>
<p>Bem analisado. Contudo, dado que o ritmo de valorização do preço do crude é exponencialmente superior ao ritmo de desvalorização do dólar em relação ao euro, em breve teremos o brent a máximos históricos.</p>
<p>Com a agravante de que, enquanto se espera que o petróleo continue a sua subida galopante, no caso do dólar estamos a aproximar-nos de mínimos preocupantes face ao euro e, não tarda nada, o FED vai dar uma lição aos especuladores. Conclusão: é mais provável que o Brent comece a valorizar em flecha em alternativa ao actual ziguezague com tendência de alta.</p>
<p>Quanto ao dólar, aquela ideia maluca de que a sua desvalorização é boa para a economia norte-americana só vale até certo ponto. Estamos, provavelmente, próximos do ponto a partir do qual uma desvalorização adicional do dólar conduzirá ao apocalipse financeiro. Se o dólar quebra 1,4500 é que vão ser elas&#8230;e o Bernanke sabe disso.</p>
<p>Portanto, caro BZ, infelizmente, os factos irão vindicar a posição da imprensa financeira.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/09/26/crude-media/#comment-11796</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Sep 2007 16:58:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/2007/09/26/crude-media/#comment-11796</guid>
		<description><![CDATA[Excelente explicação.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente explicação.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marco Gomes</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/09/26/crude-media/#comment-11798</link>
		<dc:creator><![CDATA[Marco Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Sep 2007 16:55:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[São pequenos &quot;petro-equívicos&quot;...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>São pequenos &#8220;petro-equívicos&#8221;&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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