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	<title>Comentários em: Cinco livros</title>
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		<title>Por: José Luis Bomfim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Luis Bomfim]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jul 2007 02:58:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não resisto atrapalhar, mando logo os cinco quadros em que tenho pensado ultimamente:


1. &quot;Retrato do Papa Inocêncio X&quot; de Velásquez. O que mais me atormenta nele é como o espanhol conseguiu aquele brilho rosado no manto. Provavelmente o fez com o carmim do fundo e um pouco do francês da figura. E branco de chumbo, é claro. Um concerto em vermelho, se bem que o papa parece que vai te perguntar porque raios assim você o está olhando. Velásquez acaba com qualquer mito de expressionismo possível.

2. Madame Bonnard e seu gato de Bonnard. O que hiperealistas insistem em não entender é que pêlo a pêlo bastam os dos pincéis.

3. Auto-retrato de Rembrandt (gravura): http://www.rijksmuseum.nl/images/aria/rp/z/rp-p-ob-697.z
Auto-retrato é a melhor forma de auto-paródia.

4. &quot;A Conversa&quot; de Matisse. O não no gradil resume todo o modernismo. Mas não seria então o quadro uma anti-anunciação?

5. &quot;Saudade&quot; do Almeida Júnior. Fatalista mas bom.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não resisto atrapalhar, mando logo os cinco quadros em que tenho pensado ultimamente:</p>
<p>1. &#8220;Retrato do Papa Inocêncio X&#8221; de Velásquez. O que mais me atormenta nele é como o espanhol conseguiu aquele brilho rosado no manto. Provavelmente o fez com o carmim do fundo e um pouco do francês da figura. E branco de chumbo, é claro. Um concerto em vermelho, se bem que o papa parece que vai te perguntar porque raios assim você o está olhando. Velásquez acaba com qualquer mito de expressionismo possível.</p>
<p>2. Madame Bonnard e seu gato de Bonnard. O que hiperealistas insistem em não entender é que pêlo a pêlo bastam os dos pincéis.</p>
<p>3. Auto-retrato de Rembrandt (gravura): <a href="http://www.rijksmuseum.nl/images/aria/rp/z/rp-p-ob-697.z" rel="nofollow">http://www.rijksmuseum.nl/images/aria/rp/z/rp-p-ob-697.z</a><br />
Auto-retrato é a melhor forma de auto-paródia.</p>
<p>4. &#8220;A Conversa&#8221; de Matisse. O não no gradil resume todo o modernismo. Mas não seria então o quadro uma anti-anunciação?</p>
<p>5. &#8220;Saudade&#8221; do Almeida Júnior. Fatalista mas bom.</p>
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		<title>Por: O Insurgente &#187; Blog Archive &#187; Os meus cinco livros</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/07/07/cinco-livros/#comment-21687</link>
		<dc:creator><![CDATA[O Insurgente &#187; Blog Archive &#187; Os meus cinco livros]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jul 2007 01:58:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Pediu-me o André que dissesse os cinco livros que li ou estou lendo. Lá vão, com gosto: [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Pediu-me o André que dissesse os cinco livros que li ou estou lendo. Lá vão, com gosto: [...]</p>
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		<title>Por: O Insurgente &#187; Blog Archive &#187; Cinco livros cinco</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/07/07/cinco-livros/#comment-21688</link>
		<dc:creator><![CDATA[O Insurgente &#187; Blog Archive &#187; Cinco livros cinco]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Jul 2007 15:00:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] a bola do do André, e subvertendo consideravelmente as regras, aqui deixo as cinco melhores leituras do primeiro [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] a bola do do André, e subvertendo consideravelmente as regras, aqui deixo as cinco melhores leituras do primeiro [...]</p>
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		<title>Por: Pedro Barros</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/07/07/cinco-livros/#comment-21689</link>
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jul 2007 10:58:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Leitura recomendada:

http://www.royalsoc.ac.uk/page.asp?id=6229]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Leitura recomendada:</p>
<p><a href="http://www.royalsoc.ac.uk/page.asp?id=6229" rel="nofollow">http://www.royalsoc.ac.uk/page.asp?id=6229</a></p>
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