Respondendo aos reptos do PPM e do CMC, aqui ficam cinco dos últimos livros que li ou estou a ler:
Leviathan on the Right: How Big-Government Conservatism Brought Down the Republican Revolution. Por Michael Tanner.
Fighting Poverty in the US and Europe: A World of Difference . Por Alberto Alesina a Edward Glaeser.
Social Policy in the Modern World: A Comparative Text. Por Michael Hill.
Investment Banking: Institutions, Politics, and Law . Por Alan D. Morrison and William J. Wilhelm Jr.
Adam Smith – A Primer (disponível para download gratuito em pdf aqui). Por Eamonn Butler.
Para não aborrecer muita gente, passo a bola apenas ao Comandante Miguel e ao Pedro Sette Câmara.
Leitura recomendada:
http://www.royalsoc.ac.uk/page.asp?id=6229
Comentário por Pedro Barros — Julho 7, 2007 @ 11:58
[...] a bola do do André, e subvertendo consideravelmente as regras, aqui deixo as cinco melhores leituras do primeiro [...]
Pingback por O Insurgente » Blog Archive » Cinco livros cinco — Julho 8, 2007 @ 16:00
[...] Pediu-me o André que dissesse os cinco livros que li ou estou lendo. Lá vão, com gosto: [...]
Pingback por O Insurgente » Blog Archive » Os meus cinco livros — Julho 11, 2007 @ 02:58
Não resisto atrapalhar, mando logo os cinco quadros em que tenho pensado ultimamente:
1. “Retrato do Papa Inocêncio X” de Velásquez. O que mais me atormenta nele é como o espanhol conseguiu aquele brilho rosado no manto. Provavelmente o fez com o carmim do fundo e um pouco do francês da figura. E branco de chumbo, é claro. Um concerto em vermelho, se bem que o papa parece que vai te perguntar porque raios assim você o está olhando. Velásquez acaba com qualquer mito de expressionismo possível.
2. Madame Bonnard e seu gato de Bonnard. O que hiperealistas insistem em não entender é que pêlo a pêlo bastam os dos pincéis.
3. Auto-retrato de Rembrandt (gravura): http://www.rijksmuseum.nl/images/aria/rp/z/rp-p-ob-697.z
Auto-retrato é a melhor forma de auto-paródia.
4. “A Conversa” de Matisse. O não no gradil resume todo o modernismo. Mas não seria então o quadro uma anti-anunciação?
5. “Saudade” do Almeida Júnior. Fatalista mas bom.
Comentário por José Luis Bomfim — Julho 12, 2007 @ 03:58