Quantas mais hão de morrer assassinadas?
Melanie Phillips commenta, indignadíssima, a situação das mulheres muçulmanas na Grã Bretanha, perante mais um caso da ‘honra’. Onde estão as feministas radicais perante estas práticas bárbaras? E esses homens europeus, que se dizem liberais mas acham bem que possa existir a lei da sharia nas comunidades muçulmanas da UE? E depois diz-se que os Estados da UE são Estados de Direito.
Ver o artigo em:
http://www.melaniephillips.com/diary/?p=1548
THE LETHAL REALITY OF LONDONISTAN
Os casos de honra também existiram e existem em qualquer sociedade latina.
A Sharia pode aplicar-se aos muçulmanos como a ortodoxia judaica pode aplicar-se a judeus, como poderia aplicar-se a lei canónica entre Católicos.
O problema surge quando um tipo de contrato sobre um determinado aspecto civil é imposto.
Como a herança ser compulsóriamente distribuida por quotas obrigatórias entre herdeiros.
Mas vamos ver como podem por vezes estar mais avançados:
Wikipedia “Under Shia jurisprudence a nikah mut’ah is the second form of marriage recognized in the Qur’an. It is a fixed term marriage, which is a marriage with a preset duration, after which the marriage is automatically dissolved.”
Casamentos a prazo!
Comentário por CN — Junho 12, 2007 @ 23:59
Realmente, o último comentário fala por si! O mínimo que se pode dizer é que é inqualificável.
Comentário por patricialanca — Junho 13, 2007 @ 01:40
O casamento nem devia existir de todo ser legislado, sendo um assunto contratual livre entre as partes.
Se duas partes se casam num quadro normativo da Sharia submetem-se a ela. A Sharia parece ter aspectos positivos (não estou a falar do casamento a prazo) como assegurar a propriedade da mulher no casamento, etc.
Ou os Católicos para o qual formas de divórcio são aplicáveis apenas em determinados pontos a serem julgados pela sua hierarquia.
O problema do controle da imigração é real, mas dentro da imigração legal, a liberdade contratual e de tolerância perante os costumes (esta tolerância não pode ser só aplicada aos libertinismo, a tolerância tem de existir também com o conservadorismo social) deve aplicar-se.
Existem limites? Claro. Assassinar alguém por quebra de um contrato por exemplo.
Mas eu acho mais grave que toda a sociedade civil se tenha de se submeter à divisão da herança de forma compulsória do que o facto das comunidades muçulmanos seguirem a Sharia (de resto, cuja interpretação tem muitos ramos diferentes) e recorrerem a tribunais internos infromais para resolver os seus litigios.
De resto, a actividade comercial cada vez mais começa a recorrer a formas arbitrais e e informais de resolver litigios
Comentário por CN — Junho 13, 2007 @ 09:33
[...] Phillips on Honour Killings Jump to Comments I have found this article by Melanie Phillips at O Insurgente about the honour killing I wrote [...]
Pingback por Mellanie Phillips on Honour Killings « Spanish Pundit — Junho 13, 2007 @ 16:15
[...] Leitura complementar: ASSASSINAR PARA PROTEGER A HONRA. [...]
Pingback por O Insurgente » Blog Archive » À atenção dos defensores das causas fracturantes — Junho 16, 2007 @ 17:07
Numa Europa onde ainda se é assassinado por motivos passionais e onde o senso comum procura encontrar argumentos que justifiquem e desculpabilizem os agressores, não se pode esperar mais nada senão passividade! É triste e acima de tudo revoltante e indigno que em pleno Séc.XXI a violência sobre as mulheres seja de certa forma aceite.
O facto de não haver manifestações contra estes episódios, que não são tão episódicos quanto isso, mostra bem o comformismo e a aceitação destes crimes.Numa Europa que se quer exemplar em termos de direitos humanos é inadmissível que isto possa acontecer.
Quanto ao respeito pelas outras culturas, defendo que esse respeito só deva existir se os valores culturais desses grupos não colidirem com os direitos humanos, nem com a cultura dos países recptores desses imigrantes.Apesar de ser a favor da liberdade de movimento humano (migrações) no mundo,considero que não devem ser as sociedades receptoras as que se devem moldar aos interesses dos imigrantes(a nível cultural)são estes que se devem adptar às novas formas culturais que vão encontrar. Sob pena de sermos nós os aculturados do SEC.XXI.
Comentário por hera-luna — Junho 13, 2008 @ 17:10