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	<title>Comentários em: Uma questão disparatada sobre paternalismo liberal</title>
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		<title>Por: jtcb</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3738</link>
		<dc:creator><![CDATA[jtcb]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 16:46:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“A principal razão porque um liberal gosta da liberdade é porque não gosta da coerção. É simples. Não tem nada que ver com justiça.” (JTCB)

&quot;E’ porque acha que e’ “justo” nao haver coercao. Se me disser que apenas desgosta de coercao porque (sao exemplos) isso maximiza a sua riqueza ou porque gosta disso, entao, I’m afraid, nao estamos a falar de “filosofia politica”, mas sim de gostos (legitimos) e de desejos de ver implementadas as preferencias do proprio.&quot; (Tiago Mendes)

Caro Tiago Mendes,
Receio bem que estejamos mesmo a falar de Filosofia Política. Aliás, não sou eu que falo. A frase &quot;A principal razão porque um liberal gosta da liberdade é porque não gosta da coerção&quot; nem sequer é minha. É de Maurice Cranston que, como filósofo político, dispensa apresentações.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“A principal razão porque um liberal gosta da liberdade é porque não gosta da coerção. É simples. Não tem nada que ver com justiça.” (JTCB)</p>
<p>&#8220;E’ porque acha que e’ “justo” nao haver coercao. Se me disser que apenas desgosta de coercao porque (sao exemplos) isso maximiza a sua riqueza ou porque gosta disso, entao, I’m afraid, nao estamos a falar de “filosofia politica”, mas sim de gostos (legitimos) e de desejos de ver implementadas as preferencias do proprio.&#8221; (Tiago Mendes)</p>
<p>Caro Tiago Mendes,<br />
Receio bem que estejamos mesmo a falar de Filosofia Política. Aliás, não sou eu que falo. A frase &#8220;A principal razão porque um liberal gosta da liberdade é porque não gosta da coerção&#8221; nem sequer é minha. É de Maurice Cranston que, como filósofo político, dispensa apresentações.</p>
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		<title>Por: João Luís Pinto</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3737</link>
		<dc:creator><![CDATA[João Luís Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 15:08:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[:)

&quot;Achei que ia encontrar justificacoes nao baseadas num criterio de justica, mas la’ so’ vi uma descricao (que nao e’ novidade, claro).&quot;

Acho que há uma justificação, que já foi referida, que é essencial: a ausência de coerção. Acompanhada com um reconhecimento voluntário da liberdade negativa e da propriedade absolutos, e do monopólio do estado no direito constitucional e penal, da defesa e da segurança.

Nada disto tem a ver com Justiça. Tem a ver com o estabelecimento espontâneo de uma ordem que permita a cooperação, a segurança e integridade físicas pessoais dos que se submetem a esse acordo. Em contraposição ao estado natural em que vigora simplesmente a lei do mais forte.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p> <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&#8220;Achei que ia encontrar justificacoes nao baseadas num criterio de justica, mas la’ so’ vi uma descricao (que nao e’ novidade, claro).&#8221;</p>
<p>Acho que há uma justificação, que já foi referida, que é essencial: a ausência de coerção. Acompanhada com um reconhecimento voluntário da liberdade negativa e da propriedade absolutos, e do monopólio do estado no direito constitucional e penal, da defesa e da segurança.</p>
<p>Nada disto tem a ver com Justiça. Tem a ver com o estabelecimento espontâneo de uma ordem que permita a cooperação, a segurança e integridade físicas pessoais dos que se submetem a esse acordo. Em contraposição ao estado natural em que vigora simplesmente a lei do mais forte.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3736</link>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 14:53:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Mas o paralelo, por muito ridículo que pareça à partida, não é assim tão difícil de estabelecer. Como tu próprio dizes, é complicado estabelecer fronteiras quando resvalamos para um pensamento socializante/paternalista da actuação do estado.&quot;

E&#039; verdade que ha&#039; esse perigo. Eu sempre defendi uma restricao como forma de resolver um conflito de valores num espaco PUBLICO, logo, acho o exemplo da homossexualidade muito pouco adequado, ainda que perceba algumas &quot;pontas&quot; para fazer o paralelo.

&quot;Eu não me pretendia “justificar” ou proclamar a minha “pureza liberal”. Somente enunciar os contornos da maneira como penso e que me fazem pensar ser liberal. E felizmente, motivam e esclarecem outros no sentido de concordarem comigo.&quot;

JLP: nao estava a criticar, estava a descrever! :-) Tu falaste no teu post no contexto de eu referir que a defesa de ideias liberais se faz, como qualquer outra defesa de ideias do foro politico, com base em juizos normativos e avaliacoes sobre o que e&#039; &quot;justo&quot;. Tu referiste o teu post, eu so&#039; achei estranho que nao estivesse la&#039; nada a &quot;justificar&quot; o denominares-te liberal. Foi so&#039; isso. Achei que ia encontrar justificacoes nao baseadas num criterio de justica, mas la&#039; so&#039; vi uma descricao (que nao e&#039; novidade, claro).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Mas o paralelo, por muito ridículo que pareça à partida, não é assim tão difícil de estabelecer. Como tu próprio dizes, é complicado estabelecer fronteiras quando resvalamos para um pensamento socializante/paternalista da actuação do estado.&#8221;</p>
<p>E&#8217; verdade que ha&#8217; esse perigo. Eu sempre defendi uma restricao como forma de resolver um conflito de valores num espaco PUBLICO, logo, acho o exemplo da homossexualidade muito pouco adequado, ainda que perceba algumas &#8220;pontas&#8221; para fazer o paralelo.</p>
<p>&#8220;Eu não me pretendia “justificar” ou proclamar a minha “pureza liberal”. Somente enunciar os contornos da maneira como penso e que me fazem pensar ser liberal. E felizmente, motivam e esclarecem outros no sentido de concordarem comigo.&#8221;</p>
<p>JLP: nao estava a criticar, estava a descrever! <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  Tu falaste no teu post no contexto de eu referir que a defesa de ideias liberais se faz, como qualquer outra defesa de ideias do foro politico, com base em juizos normativos e avaliacoes sobre o que e&#8217; &#8220;justo&#8221;. Tu referiste o teu post, eu so&#8217; achei estranho que nao estivesse la&#8217; nada a &#8220;justificar&#8221; o denominares-te liberal. Foi so&#8217; isso. Achei que ia encontrar justificacoes nao baseadas num criterio de justica, mas la&#8217; so&#8217; vi uma descricao (que nao e&#8217; novidade, claro).</p>
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		<title>Por: Carlos G. Pinto</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3735</link>
		<dc:creator><![CDATA[Carlos G. Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 14:49:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Filipe, muito bom! De antologia, meu caro.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Filipe, muito bom! De antologia, meu caro.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos G. Pinto</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3734</link>
		<dc:creator><![CDATA[Carlos G. Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 14:48:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;“(p.e.: 5 anos em que só são permitidas relações sexuais homossexuais seguidos de um período de liberalização)”

Por este andar, lá chegaremos. Mas nessa altura, prefiro emigrar para a Arábia Saudita…&quot;

Não queres dar uma hipótese às relações homossexuais? És um homofóbico.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;“(p.e.: 5 anos em que só são permitidas relações sexuais homossexuais seguidos de um período de liberalização)”</p>
<p>Por este andar, lá chegaremos. Mas nessa altura, prefiro emigrar para a Arábia Saudita…&#8221;</p>
<p>Não queres dar uma hipótese às relações homossexuais? És um homofóbico.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Luís Pinto</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3733</link>
		<dc:creator><![CDATA[João Luís Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 14:41:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Quanto ao post de apresentacao do JLP, nao tem la’ nada de “justificativo” da auto-denominacao de “liberal”.&quot;

Eu não me pretendia &quot;justificar&quot; ou proclamar a minha &quot;pureza liberal&quot;. Somente enunciar os contornos da maneira como penso e que me fazem pensar ser liberal. E felizmente, motivam e esclarecem outros no sentido de concordarem comigo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Quanto ao post de apresentacao do JLP, nao tem la’ nada de “justificativo” da auto-denominacao de “liberal”.&#8221;</p>
<p>Eu não me pretendia &#8220;justificar&#8221; ou proclamar a minha &#8220;pureza liberal&#8221;. Somente enunciar os contornos da maneira como penso e que me fazem pensar ser liberal. E felizmente, motivam e esclarecem outros no sentido de concordarem comigo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos G. Pinto</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3732</link>
		<dc:creator><![CDATA[Carlos G. Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 14:41:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tiago,
Hoje a lei diz que:

Os estabelecimentos privados abertos ao público podem proíbir os clientes de fumar.

As pessoas são livres para ter relações sexuais homossexuais.

A prática social é:

A esmagadora maioria dos estabelecimentos privados abertos ao público não proíbem os clientes de fumar, porque sempre permitiram que se fumasse.

Muitas pessoas que seriam homossexuais nunca o chegam a revelar por receio das repressões sociais.

O resultado:

Os não-fumadores sujeitam-se à boa-vontade dos fumadores cada vez que vão a um estabelecimento privado aberto ao público.

Homossexuais assumidos têm uma menor oferta de parceiros. Muitos homossexuais não chegam sequer a assumir-se por medo de repressão social.

Solução:

Inverter a situação 5 anos para eliminar de forma mais rápida hábitos sociais que a elite pensante considera injustos.

Há aqui algumas diferenças, é certo. Porventura eliminatórias, é verdade. Mas o paralelo, por muito ridículo que pareça à partida, não é assim tão difícil de estabelecer. Como tu próprio dizes, é complicado estabelecer fronteiras quando resvalamos para um pensamento socializante/paternalista da actuação do estado.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tiago,<br />
Hoje a lei diz que:</p>
<p>Os estabelecimentos privados abertos ao público podem proíbir os clientes de fumar.</p>
<p>As pessoas são livres para ter relações sexuais homossexuais.</p>
<p>A prática social é:</p>
<p>A esmagadora maioria dos estabelecimentos privados abertos ao público não proíbem os clientes de fumar, porque sempre permitiram que se fumasse.</p>
<p>Muitas pessoas que seriam homossexuais nunca o chegam a revelar por receio das repressões sociais.</p>
<p>O resultado:</p>
<p>Os não-fumadores sujeitam-se à boa-vontade dos fumadores cada vez que vão a um estabelecimento privado aberto ao público.</p>
<p>Homossexuais assumidos têm uma menor oferta de parceiros. Muitos homossexuais não chegam sequer a assumir-se por medo de repressão social.</p>
<p>Solução:</p>
<p>Inverter a situação 5 anos para eliminar de forma mais rápida hábitos sociais que a elite pensante considera injustos.</p>
<p>Há aqui algumas diferenças, é certo. Porventura eliminatórias, é verdade. Mas o paralelo, por muito ridículo que pareça à partida, não é assim tão difícil de estabelecer. Como tu próprio dizes, é complicado estabelecer fronteiras quando resvalamos para um pensamento socializante/paternalista da actuação do estado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3724</link>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 14:32:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3724</guid>
		<description><![CDATA[E&#039; o mesmo, sim, caro LT. Googlei o publicado no GF.

Quanto ao post de apresentacao do JLP, nao tem la&#039; nada de &quot;justificativo&quot; da auto-denominacao de &quot;liberal&quot;.

A proposito de paternalismo, recordo que os meus receios sao tao grandes quanto provavelmente os vossos. Apenas estou aberto ao que se possa descobrir sobre o homem, a sua natureza e os seus comportamentos.

&quot;Uma nota final. Limitar a liberdade de escolha para benefício do próprio resvala facilmente para paternalismos que repudiamos (lembremos “1984”, de Orwell). Mas negar a natureza humana, negando o problema do auto-controlo, não é aceitável. Procurar uma forma ponderada e limitada de intervir na esfera individual de cada um – é este, politicamente, o grande desafio.&quot;

http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/opinion/columnistas/pt/desarrollo/699791.html]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E&#8217; o mesmo, sim, caro LT. Googlei o publicado no GF.</p>
<p>Quanto ao post de apresentacao do JLP, nao tem la&#8217; nada de &#8220;justificativo&#8221; da auto-denominacao de &#8220;liberal&#8221;.</p>
<p>A proposito de paternalismo, recordo que os meus receios sao tao grandes quanto provavelmente os vossos. Apenas estou aberto ao que se possa descobrir sobre o homem, a sua natureza e os seus comportamentos.</p>
<p>&#8220;Uma nota final. Limitar a liberdade de escolha para benefício do próprio resvala facilmente para paternalismos que repudiamos (lembremos “1984”, de Orwell). Mas negar a natureza humana, negando o problema do auto-controlo, não é aceitável. Procurar uma forma ponderada e limitada de intervir na esfera individual de cada um – é este, politicamente, o grande desafio.&#8221;</p>
<p><a href="http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/opinion/columnistas/pt/desarrollo/699791.html" rel="nofollow">http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/opinion/columnistas/pt/desarrollo/699791.html</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: LT</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3723</link>
		<dc:creator><![CDATA[LT]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 14:27:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3723</guid>
		<description><![CDATA[Este (http://gloriafacil.blogspot.com/2007/05/e-mais-tabaco-mais-mais.html) não é o mesmo que este (http://www.oinsurgente.org/2007/05/09/o-fumo-dos-outros-iii-por-tiago-mendes/)?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este (<a href="http://gloriafacil.blogspot.com/2007/05/e-mais-tabaco-mais-mais.html" rel="nofollow">http://gloriafacil.blogspot.com/2007/05/e-mais-tabaco-mais-mais.html</a>) não é o mesmo que este (<a href="http://www.oinsurgente.org/2007/05/09/o-fumo-dos-outros-iii-por-tiago-mendes/" rel="nofollow">http://www.oinsurgente.org/2007/05/09/o-fumo-dos-outros-iii-por-tiago-mendes/</a>)?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Luís Pinto</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3730</link>
		<dc:creator><![CDATA[João Luís Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 14:26:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3730</guid>
		<description><![CDATA[&lt;a href=&quot;http://www.oinsurgente.org/2007/05/22/bilhete-de-identidade-mas-nao-cartao-unico/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.oinsurgente.org/2007/05/22/bilhete-de-identidade-mas-nao-cartao-unico/&lt;/a&gt;]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oinsurgente.org/2007/05/22/bilhete-de-identidade-mas-nao-cartao-unico/" rel="nofollow">http://www.oinsurgente.org/2007/05/22/bilhete-de-identidade-mas-nao-cartao-unico/</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Filipe Melo Sousa</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3729</link>
		<dc:creator><![CDATA[Filipe Melo Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 14:23:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sete anos de pastor Calos servia
Cinha, mãe de Pimpinha, serrana bela;
mas não servia à mãe, servia a ela,
e a ela só por prémio pretendia.

Os dias, na esperança de um só dia,
passava, contentando-se com vê-la;
porém a mãe, entrega-lhe o seu mano em vez dela,
qual Pimpinha, deu-lhe um rufia.

Vendo o triste Carlos que com enganos
lhe fora assim negada a sua musa inspiradora,
como se a não tivera merecida;

pôs-de dali para fora por sete anos,
dizendo: - Até serviria, se não fora
para tal penitência tão curta a vida.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sete anos de pastor Calos servia<br />
Cinha, mãe de Pimpinha, serrana bela;<br />
mas não servia à mãe, servia a ela,<br />
e a ela só por prémio pretendia.</p>
<p>Os dias, na esperança de um só dia,<br />
passava, contentando-se com vê-la;<br />
porém a mãe, entrega-lhe o seu mano em vez dela,<br />
qual Pimpinha, deu-lhe um rufia.</p>
<p>Vendo o triste Carlos que com enganos<br />
lhe fora assim negada a sua musa inspiradora,<br />
como se a não tivera merecida;</p>
<p>pôs-de dali para fora por sete anos,<br />
dizendo: &#8211; Até serviria, se não fora<br />
para tal penitência tão curta a vida.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3731</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 14:21:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3731</guid>
		<description><![CDATA[&quot;Só será permitido se o cigarro fôr aceso nos três minutos seguintes à execução da tarefa que permite satisfazer a indicação (não uma ordem entenda-se) de prática dos ditos actos.&quot;

Nesse caso, optarei pela abstinência nos dois planos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Só será permitido se o cigarro fôr aceso nos três minutos seguintes à execução da tarefa que permite satisfazer a indicação (não uma ordem entenda-se) de prática dos ditos actos.&#8221;</p>
<p>Nesse caso, optarei pela abstinência nos dois planos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3728</link>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 14:17:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3728</guid>
		<description><![CDATA[Nao perdi nada. Acho que estamos a interpretar a coisa de forma diferente. Manda o link, se quiseres, que nao consegui encontrar o post. Tx. (E viva o blogue dos Pintos).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nao perdi nada. Acho que estamos a interpretar a coisa de forma diferente. Manda o link, se quiseres, que nao consegui encontrar o post. Tx. (E viva o blogue dos Pintos).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: blogue atlântico &#187; Blog Archive &#187; Para ler antes de &#8220;largar disparates&#8221;</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3727</link>
		<dc:creator><![CDATA[blogue atlântico &#187; Blog Archive &#187; Para ler antes de &#8220;largar disparates&#8221;]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 14:13:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3727</guid>
		<description><![CDATA[[...] Uma questão disparatada sobre paternalismo liberal. Por Carlos G. Pinto. Justifica-se aqui algum tipo de intervenção liberal-paternalista (p.e.: 5 anos em que só são permitidas relações sexuais homossexuais seguidos de um período de liberalização)?   Posted 29.5.2007 by André Azevedo Alves [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Uma questão disparatada sobre paternalismo liberal. Por Carlos G. Pinto. Justifica-se aqui algum tipo de intervenção liberal-paternalista (p.e.: 5 anos em que só são permitidas relações sexuais homossexuais seguidos de um período de liberalização)?   Posted 29.5.2007 by André Azevedo Alves [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Luís Pinto</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3726</link>
		<dc:creator><![CDATA[João Luís Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 14:02:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3726</guid>
		<description><![CDATA[&quot;Vi o “Pinto” e enganei-me, sorry. (Ja’ agora, voces sao irmaos? Nao tens de responder publicamente, claro, just curious :-)).&quot;

Não, não somos irmãos (a menos que small-brothers e, eventualmente, de espírito). A Sandra (SMP) também é Pinto. Também gostamos de ser o blog dos Pintos. :-)

&quot;Se tu nao defendes principios com base num conceito (Aristotelico, ou outro) de justica, entao isso e’ bastante surpreendente e tambem esclarecedor.&quot;

Não, não defendo. Perdeste o meu artigo de apresentação aqui n&#039;O Insurgente, e não levaste a pleno as nossas impressões trocadas em termos de Public Choice e de relativismo/contractualismo... ;-)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Vi o “Pinto” e enganei-me, sorry. (Ja’ agora, voces sao irmaos? Nao tens de responder publicamente, claro, just curious <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> ).&#8221;</p>
<p>Não, não somos irmãos (a menos que small-brothers e, eventualmente, de espírito). A Sandra (SMP) também é Pinto. Também gostamos de ser o blog dos Pintos. <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&#8220;Se tu nao defendes principios com base num conceito (Aristotelico, ou outro) de justica, entao isso e’ bastante surpreendente e tambem esclarecedor.&#8221;</p>
<p>Não, não defendo. Perdeste o meu artigo de apresentação aqui n&#8217;O Insurgente, e não levaste a pleno as nossas impressões trocadas em termos de Public Choice e de relativismo/contractualismo&#8230; <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3725</link>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 13:57:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[JLP,

Vi o &quot;Pinto&quot; e enganei-me, sorry. (Ja&#039; agora, voces sao irmaos? Nao tens de responder publicamente, claro, just curious :-)).

Se tu nao defendes principios com base num conceito (Aristotelico, ou outro) de justica, entao isso e&#039; bastante surpreendente e tambem esclarecedor.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>JLP,</p>
<p>Vi o &#8220;Pinto&#8221; e enganei-me, sorry. (Ja&#8217; agora, voces sao irmaos? Nao tens de responder publicamente, claro, just curious <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> ).</p>
<p>Se tu nao defendes principios com base num conceito (Aristotelico, ou outro) de justica, entao isso e&#8217; bastante surpreendente e tambem esclarecedor.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3722</link>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 13:56:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3722</guid>
		<description><![CDATA[&quot;A principal razão porque um liberal gosta da liberdade é porque não gosta da coerção. É simples. Não tem nada que ver com justiça.&quot;

E&#039; porque acha que e&#039; &quot;justo&quot; nao haver coercao. Se me disser que apenas desgosta de coercao porque (sao exemplos) isso maximiza a sua riqueza ou porque gosta disso, entao, I&#039;m afraid, nao estamos a falar de &quot;filosofia politica&quot;, mas sim de gostos (legitimos) e de desejos de ver implementadas as preferencias do proprio.

&quot;Uma questão importante: durante esses 5 anos seria permitido fumar em propriedade privada ou o intervencionismo liberal-paternalista não o permitiria?&quot;

Duas coisas. Primeiro, a minha defesa de uma limitacao temporaria do fumo reserva-se a alguns espacos de acesso publico, nunca privados. Segundo, nao era feita por motivos de &quot;paternalismo liberal&quot; - porque nao tem como *motivacao* moldar a escolha do proprio -, mas sim de procurar uma solucao mais justa, em termos de atribuicao de direitos. Sei que o post e&#039; longo e um pouco chato, mas acho que se o lerem com atencao isso sai bastante claro. Nao ha&#039; qualquer motivacao paternalista naquilo que eu proponho relativamente &#039;a politica sobre o fumo.

http://gloriafacil.blogspot.com/2007/05/e-mais-tabaco-mais-mais.html

Isso nao quer dizer que nao considere aceitavel, nalguns contextos, um &quot;paternalismo libertario&quot;, como resulta do post que escrevi. Mas nao e&#039; isso que esta&#039; em causa como o fumo, razao pela qual o post do Carlos, sendo bem intencionado, sugere uma analogia que nao tem sentido.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A principal razão porque um liberal gosta da liberdade é porque não gosta da coerção. É simples. Não tem nada que ver com justiça.&#8221;</p>
<p>E&#8217; porque acha que e&#8217; &#8220;justo&#8221; nao haver coercao. Se me disser que apenas desgosta de coercao porque (sao exemplos) isso maximiza a sua riqueza ou porque gosta disso, entao, I&#8217;m afraid, nao estamos a falar de &#8220;filosofia politica&#8221;, mas sim de gostos (legitimos) e de desejos de ver implementadas as preferencias do proprio.</p>
<p>&#8220;Uma questão importante: durante esses 5 anos seria permitido fumar em propriedade privada ou o intervencionismo liberal-paternalista não o permitiria?&#8221;</p>
<p>Duas coisas. Primeiro, a minha defesa de uma limitacao temporaria do fumo reserva-se a alguns espacos de acesso publico, nunca privados. Segundo, nao era feita por motivos de &#8220;paternalismo liberal&#8221; &#8211; porque nao tem como *motivacao* moldar a escolha do proprio -, mas sim de procurar uma solucao mais justa, em termos de atribuicao de direitos. Sei que o post e&#8217; longo e um pouco chato, mas acho que se o lerem com atencao isso sai bastante claro. Nao ha&#8217; qualquer motivacao paternalista naquilo que eu proponho relativamente &#8216;a politica sobre o fumo.</p>
<p><a href="http://gloriafacil.blogspot.com/2007/05/e-mais-tabaco-mais-mais.html" rel="nofollow">http://gloriafacil.blogspot.com/2007/05/e-mais-tabaco-mais-mais.html</a></p>
<p>Isso nao quer dizer que nao considere aceitavel, nalguns contextos, um &#8220;paternalismo libertario&#8221;, como resulta do post que escrevi. Mas nao e&#8217; isso que esta&#8217; em causa como o fumo, razao pela qual o post do Carlos, sendo bem intencionado, sugere uma analogia que nao tem sentido.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Luís Pinto</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3721</link>
		<dc:creator><![CDATA[João Luís Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 13:54:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Eu falei em Justica, nao falei em lei, caro Carlos.&quot;

Presumo que era para mim, não para o Carlos...

&quot;O ponto e’ que tu defendes principios liberais (ou outros) porque consideras que isso e’ o “justo”.&quot;

Olhe que não, olhe que não... :)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Eu falei em Justica, nao falei em lei, caro Carlos.&#8221;</p>
<p>Presumo que era para mim, não para o Carlos&#8230;</p>
<p>&#8220;O ponto e’ que tu defendes principios liberais (ou outros) porque consideras que isso e’ o “justo”.&#8221;</p>
<p>Olhe que não, olhe que não&#8230; <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: LA</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3720</link>
		<dc:creator><![CDATA[LA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 13:52:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3720</guid>
		<description><![CDATA[&quot;“(p.e.: 5 anos em que só são permitidas relações sexuais homossexuais seguidos de um período de liberalização)”
Uma questão importante: durante esses 5 anos seria permitido fumar em propriedade privada ou o intervencionismo liberal-paternalista não o permitiria?&quot;

Só será permitido se o cigarro fôr aceso nos três minutos seguintes à execução da tarefa que permite satisfazer a indicação (não uma ordem entenda-se) de prática dos ditos actos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;“(p.e.: 5 anos em que só são permitidas relações sexuais homossexuais seguidos de um período de liberalização)”<br />
Uma questão importante: durante esses 5 anos seria permitido fumar em propriedade privada ou o intervencionismo liberal-paternalista não o permitiria?&#8221;</p>
<p>Só será permitido se o cigarro fôr aceso nos três minutos seguintes à execução da tarefa que permite satisfazer a indicação (não uma ordem entenda-se) de prática dos ditos actos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3719</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 13:50:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/2007/05/29/paternalismo-liberal/#comment-3719</guid>
		<description><![CDATA[&quot;O meio social reprime manifestações de homossexualidade.&quot;

Admitindo que a actual promoção da homossexualidade pelo Estado e pelos media não chega para atingir uma situação satisfatoriamente progressista, pode de facto ser necessário intervir mais. Dessa forma, será possível promover a diversidade num contexto de paternalismo-liberal e ultrapassar a ortodoxia do ultra-individualismo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O meio social reprime manifestações de homossexualidade.&#8221;</p>
<p>Admitindo que a actual promoção da homossexualidade pelo Estado e pelos media não chega para atingir uma situação satisfatoriamente progressista, pode de facto ser necessário intervir mais. Dessa forma, será possível promover a diversidade num contexto de paternalismo-liberal e ultrapassar a ortodoxia do ultra-individualismo.</p>
]]></content:encoded>
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