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	<title>Comentários em: O direito à greve e o direito ao &#8220;não me chateiem&#8221;</title>
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		<title>Por: Yet Another Blog &#187; Arquivo &#187; Sugestões de leitura (9)</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6113</link>
		<dc:creator><![CDATA[Yet Another Blog &#187; Arquivo &#187; Sugestões de leitura (9)]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Feb 2008 16:08:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] O direito à greve e o direito ao “não me chateiem” [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] O direito à greve e o direito ao “não me chateiem” [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Miguel Madeira</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6112</link>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Madeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 14:57:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;O que me deixa satisfeito e’ que os novos trabalhadores da nova economia, trabalho baseado no conhecimento que comecam a aparecer em Portugal (R&amp;D) rejeitam firmemente os sindicatos e estao apenas interessados em fazer avancar Portugal.&quot;

Foi a pensar neste comentário do Carlos Carvalho que, 6 meses depois, ecrevi este post:

http://ventosueste.blogspot.com/2007/11/greves-e-trabalhadores-do-conhecimento.html]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O que me deixa satisfeito e’ que os novos trabalhadores da nova economia, trabalho baseado no conhecimento que comecam a aparecer em Portugal (R&amp;D) rejeitam firmemente os sindicatos e estao apenas interessados em fazer avancar Portugal.&#8221;</p>
<p>Foi a pensar neste comentário do Carlos Carvalho que, 6 meses depois, ecrevi este post:</p>
<p><a href="http://ventosueste.blogspot.com/2007/11/greves-e-trabalhadores-do-conhecimento.html" rel="nofollow">http://ventosueste.blogspot.com/2007/11/greves-e-trabalhadores-do-conhecimento.html</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: blogue atlântico &#187; Blog Archive &#187; Em dia de Greve Geral (2)</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6111</link>
		<dc:creator><![CDATA[blogue atlântico &#187; Blog Archive &#187; Em dia de Greve Geral (2)]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 May 2007 14:05:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] O direito à greve e o direito ao “não me chateiem”. Por LA. O comunismo sindical está-se marimbando para cada um, para as opções de vida de cada trabalhador. Amanhã, voltarão os piquetes de greve a controlar quem não alinha, para apontar dedos (esperemos que nada mais que isso), para afastar qualquer hipótese de não se ser perturbado na sua vida. Como um efeito destas acções de mobilização, muitos de nós, trabalhadores, amanhã seremos cerceados na nossa liberdade. [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] O direito à greve e o direito ao “não me chateiem”. Por LA. O comunismo sindical está-se marimbando para cada um, para as opções de vida de cada trabalhador. Amanhã, voltarão os piquetes de greve a controlar quem não alinha, para apontar dedos (esperemos que nada mais que isso), para afastar qualquer hipótese de não se ser perturbado na sua vida. Como um efeito destas acções de mobilização, muitos de nós, trabalhadores, amanhã seremos cerceados na nossa liberdade. [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: LA</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6110</link>
		<dc:creator><![CDATA[LA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 17:52:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;O serviço foi contratado com a empresa de transportes, não com a CGTP, logo, se alguém tivesse uma indemnização a pagar ao clientes era a empresa; agora, poder-se-á argumentar que os trabalhadores deveriam pagar a indemnização a empresa, que é o que já fazem (sob a forma de um dia de desconto no ordenado).&quot;

Bom ponto.
Se considerar que o custo operacional é superior às receitas diárias (além de que a tesouraria já tinha sido aumentada com parte do pagamento destas receitas), o dia até se torna rentável. E no caso de transportes públicos (de pertença estatal) como o Metro, isto até deve ser verdade.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O serviço foi contratado com a empresa de transportes, não com a CGTP, logo, se alguém tivesse uma indemnização a pagar ao clientes era a empresa; agora, poder-se-á argumentar que os trabalhadores deveriam pagar a indemnização a empresa, que é o que já fazem (sob a forma de um dia de desconto no ordenado).&#8221;</p>
<p>Bom ponto.<br />
Se considerar que o custo operacional é superior às receitas diárias (além de que a tesouraria já tinha sido aumentada com parte do pagamento destas receitas), o dia até se torna rentável. E no caso de transportes públicos (de pertença estatal) como o Metro, isto até deve ser verdade.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel Madeira</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6109</link>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Madeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 17:48:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;O ponto partia da quebra de serviço contratado e na maioria esmagadora dos casos, já pago - refiro-me aos transportes colectivos e, por exemplo, aos passes. Será possível pedir à CGTP e aos seus associados que devolvam o custo sofrido por quem não opta fazer greve (ficar em casa), ou seja, um dia de trabalho perdido, um dia de passe de trsp., o custo extra de gasolina/portagens?&quot;

O serviço foi contratado com a empresa de transportes, não com a CGTP, logo, se alguém tivesse uma indemnização a pagar ao clientes era a empresa; agora,  poder-se-á argumentar que os trabalhadores deveriam pagar a indemnização a empresa, que é o que já fazem (sob a forma de um dia de desconto no ordenado).

&quot;Ou será que assegurar o direito à greve (um direito positivo com repercussões negativas) &quot;

O direito à greve não é positivo nem negativo - ou melhor, é um conjunto de vários direitos, uns positivos e outros negativos: o direito a não ser despedido por fazer greve parece-me um &quot;direito positivo&quot;; o direito a não ser preso ou processado civil ou judicialmente por fazer greve parece-me um &quot;direito negativo&quot;.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O ponto partia da quebra de serviço contratado e na maioria esmagadora dos casos, já pago &#8211; refiro-me aos transportes colectivos e, por exemplo, aos passes. Será possível pedir à CGTP e aos seus associados que devolvam o custo sofrido por quem não opta fazer greve (ficar em casa), ou seja, um dia de trabalho perdido, um dia de passe de trsp., o custo extra de gasolina/portagens?&#8221;</p>
<p>O serviço foi contratado com a empresa de transportes, não com a CGTP, logo, se alguém tivesse uma indemnização a pagar ao clientes era a empresa; agora,  poder-se-á argumentar que os trabalhadores deveriam pagar a indemnização a empresa, que é o que já fazem (sob a forma de um dia de desconto no ordenado).</p>
<p>&#8220;Ou será que assegurar o direito à greve (um direito positivo com repercussões negativas) &#8221;</p>
<p>O direito à greve não é positivo nem negativo &#8211; ou melhor, é um conjunto de vários direitos, uns positivos e outros negativos: o direito a não ser despedido por fazer greve parece-me um &#8220;direito positivo&#8221;; o direito a não ser preso ou processado civil ou judicialmente por fazer greve parece-me um &#8220;direito negativo&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel Madeira</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6108</link>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Madeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 17:38:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Se considerar que serem barrados, impedidos de circular livremente, de entrarem nas intalações onde trabalham, como violência e coação, a resposta é sim.&quot;

Sim

&quot;Se considera ser insultado, violento, então sim.&quot;

Não (da mesma forma que, aliás, não acho &quot;violência&quot; insultos a minorias étnicas ou sexuais, desde que não passe do insulto)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Se considerar que serem barrados, impedidos de circular livremente, de entrarem nas intalações onde trabalham, como violência e coação, a resposta é sim.&#8221;</p>
<p>Sim</p>
<p>&#8220;Se considera ser insultado, violento, então sim.&#8221;</p>
<p>Não (da mesma forma que, aliás, não acho &#8220;violência&#8221; insultos a minorias étnicas ou sexuais, desde que não passe do insulto)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6107</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 16:38:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Amarelos é um termo do movimento operário atribuido aos fura-greve e aos sindicatos que alinham com o patronato (normalmente associados à social-democracia).

O Sindicato Sócio-Profissional da POlícia e a Associação do Profissionais da Guarda, as duas maiores associações sindicais/profissionais das forças de segurança (estou a excluir os da PJ que têm um regime diferente) demonstraram a sua solidariedade com os trabalhadores em greve, mas que estarão no seu posto de trbalho como a lei os obriga.

Não ignores a intervenção ilegal, por norma da GNR, a desmobilizar os piquetes de greve e a permitir que trabalhadores temporários (que não trabalham na empresa) ocupem os postos de trabalho dos grevistas - o que é proibido pela lei da greve.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Amarelos é um termo do movimento operário atribuido aos fura-greve e aos sindicatos que alinham com o patronato (normalmente associados à social-democracia).</p>
<p>O Sindicato Sócio-Profissional da POlícia e a Associação do Profissionais da Guarda, as duas maiores associações sindicais/profissionais das forças de segurança (estou a excluir os da PJ que têm um regime diferente) demonstraram a sua solidariedade com os trabalhadores em greve, mas que estarão no seu posto de trbalho como a lei os obriga.</p>
<p>Não ignores a intervenção ilegal, por norma da GNR, a desmobilizar os piquetes de greve e a permitir que trabalhadores temporários (que não trabalham na empresa) ocupem os postos de trabalho dos grevistas &#8211; o que é proibido pela lei da greve.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: LA</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6106</link>
		<dc:creator><![CDATA[LA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 16:27:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6106</guid>
		<description><![CDATA[Obrigado pelo esclarecimento (qto ao pagamento do dia de trabalho), Ricardo. Mas mentenho o relato (em 2ª mão, reafirmo).

&quot;polícias ao serviço dos patrões&quot;
O que pensam desses agentes, os corpos dirigentes das associações sindicais de polícia? Mantem-se o direito, afirmado pelo Miguel Madeira, a ostracizarem os colegas que se colocam ao serviço dos capitalistas?

&quot;existem casos onde também os “amarelos” são agredidos.&quot;
E ninguém apela ao Alto Alto Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas...?
Onde andam os activistas anti-racismo quando são precisos?
;)

Ricardo,
Em benefício dos leitores do Insurgente, talvez possas elaborar sobre o que são os &quot;amarelos&quot;, vistos da tua perspectiva.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado pelo esclarecimento (qto ao pagamento do dia de trabalho), Ricardo. Mas mentenho o relato (em 2ª mão, reafirmo).</p>
<p>&#8220;polícias ao serviço dos patrões&#8221;<br />
O que pensam desses agentes, os corpos dirigentes das associações sindicais de polícia? Mantem-se o direito, afirmado pelo Miguel Madeira, a ostracizarem os colegas que se colocam ao serviço dos capitalistas?</p>
<p>&#8220;existem casos onde também os “amarelos” são agredidos.&#8221;<br />
E ninguém apela ao Alto Alto Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas&#8230;?<br />
Onde andam os activistas anti-racismo quando são precisos? <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ricardo,<br />
Em benefício dos leitores do Insurgente, talvez possas elaborar sobre o que são os &#8220;amarelos&#8221;, vistos da tua perspectiva.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6105</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 16:18:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6105</guid>
		<description><![CDATA[O registo feito pelos piquetes de greve dos trabalhadores que em dia de greve pretendem trabalhar decorre duma obrigação legal de informar a entidade patronal, por forma a que estes trabalhadores não percam o dia de trabalho.
Em relação aos insultos e a agressões físicas elas acontecem em ambos os lados da &quot;barricada&quot;. Tanto grevistas cumprindo o dever legal de permanecer no piquete são agredidos por &quot;amarelos&quot;, patrões e polícias ao serviço dos patrões, como existem casos onde também os &quot;amarelos&quot; são agredidos.
É resultado da tensão e dos conflitos de interesse que uma greve provoca. Não fosse esse o caso e não haveriam greves...
Ou anida temos dúvida da violência das relações sociais de produção e dos antagonismos que estas encerram?
A conciliação de classe é uma falsa miragem que os capitalistas pretendem criar...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O registo feito pelos piquetes de greve dos trabalhadores que em dia de greve pretendem trabalhar decorre duma obrigação legal de informar a entidade patronal, por forma a que estes trabalhadores não percam o dia de trabalho.<br />
Em relação aos insultos e a agressões físicas elas acontecem em ambos os lados da &#8220;barricada&#8221;. Tanto grevistas cumprindo o dever legal de permanecer no piquete são agredidos por &#8220;amarelos&#8221;, patrões e polícias ao serviço dos patrões, como existem casos onde também os &#8220;amarelos&#8221; são agredidos.<br />
É resultado da tensão e dos conflitos de interesse que uma greve provoca. Não fosse esse o caso e não haveriam greves&#8230;<br />
Ou anida temos dúvida da violência das relações sociais de produção e dos antagonismos que estas encerram?<br />
A conciliação de classe é uma falsa miragem que os capitalistas pretendem criar&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: LA</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6104</link>
		<dc:creator><![CDATA[LA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 15:39:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;“o mui sagrado direito ao “não me chateiem”.”

Ora bem.&quot;

;)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;“o mui sagrado direito ao “não me chateiem”.”</p>
<p>Ora bem.&#8221;<br />
 <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: LA</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6103</link>
		<dc:creator><![CDATA[LA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 15:30:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6103</guid>
		<description><![CDATA[&quot;1. os “fura-greves” assinalados foram submetidos a violência física ou contra a sua propriedade?&quot;

Miguel,
Se considerar que serem barrados, impedidos de circular livremente, de entrarem nas intalações onde trabalham, como violência e coação, a resposta é sim. Se considera ser insultado, violento, então sim.
Mais não posso dizer. Além de que é informação em 2ª mão, ainda que de fonte ideologicamente insuspeita.

Não lhe parece muito pouco democrático, por parte de quem enche a boca com o termo, que se tente cercear a liberdade de opção da maioria (não me diga que acredita que a maioria dos trabalhadores portugueses vai fazer greve?)?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;1. os “fura-greves” assinalados foram submetidos a violência física ou contra a sua propriedade?&#8221;</p>
<p>Miguel,<br />
Se considerar que serem barrados, impedidos de circular livremente, de entrarem nas intalações onde trabalham, como violência e coação, a resposta é sim. Se considera ser insultado, violento, então sim.<br />
Mais não posso dizer. Além de que é informação em 2ª mão, ainda que de fonte ideologicamente insuspeita.</p>
<p>Não lhe parece muito pouco democrático, por parte de quem enche a boca com o termo, que se tente cercear a liberdade de opção da maioria (não me diga que acredita que a maioria dos trabalhadores portugueses vai fazer greve?)?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: LA</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6102</link>
		<dc:creator><![CDATA[LA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 15:25:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6102</guid>
		<description><![CDATA[&quot;acho estranho ver um liberal a defender um “direito positivo” ao uso de transportes colectivos.&quot;

Não se trata de um direito positivo (ou noutra definição, que tenha de ser assegurado/garantido por outrém, ou mesmo pelo estado). O ponto partia da quebra de serviço contratado e na maioria esmagadora dos casos, já pago - refiro-me aos transportes colectivos e, por exemplo, aos passes. Será possível pedir à CGTP e aos seus associados que devolvam o custo sofrido por quem não opta fazer greve (ficar em casa), ou seja, um dia de trabalho perdido, um dia de passe de trsp., o custo extra de gasolina/portagens? Ou será que assegurar o direito à greve (um direito positivo com repercussões negativas :) exclui a possibilidade e a responsabilidade de ajuste dos custos desta &quot;ineficiência&quot;?
Deveria o Estado legislar a compensação que eliminasse a &quot;ineficiência&quot;?
Ou será que ela decorre, precisamente, da própria legislação e dos direitos que concede?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;acho estranho ver um liberal a defender um “direito positivo” ao uso de transportes colectivos.&#8221;</p>
<p>Não se trata de um direito positivo (ou noutra definição, que tenha de ser assegurado/garantido por outrém, ou mesmo pelo estado). O ponto partia da quebra de serviço contratado e na maioria esmagadora dos casos, já pago &#8211; refiro-me aos transportes colectivos e, por exemplo, aos passes. Será possível pedir à CGTP e aos seus associados que devolvam o custo sofrido por quem não opta fazer greve (ficar em casa), ou seja, um dia de trabalho perdido, um dia de passe de trsp., o custo extra de gasolina/portagens? Ou será que assegurar o direito à greve (um direito positivo com repercussões negativas <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  exclui a possibilidade e a responsabilidade de ajuste dos custos desta &#8220;ineficiência&#8221;?<br />
Deveria o Estado legislar a compensação que eliminasse a &#8220;ineficiência&#8221;?<br />
Ou será que ela decorre, precisamente, da própria legislação e dos direitos que concede?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6101</link>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 15:16:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;1. os “fura-greves” assinalados foram submetidos a violência física ou contra a sua propriedade?&quot;

Conhço casos em que se verificou isto. Para além dos insultos da praxe, é claro.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;1. os “fura-greves” assinalados foram submetidos a violência física ou contra a sua propriedade?&#8221;</p>
<p>Conhço casos em que se verificou isto. Para além dos insultos da praxe, é claro.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Helder</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6100</link>
		<dc:creator><![CDATA[Helder]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 15:07:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6100</guid>
		<description><![CDATA[&quot;o mui sagrado direito ao “não me chateiem”.&quot;

Ora bem.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;o mui sagrado direito ao “não me chateiem”.&#8221;</p>
<p>Ora bem.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel Madeira</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6099</link>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Madeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 14:59:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6099</guid>
		<description><![CDATA[&quot;Contaram-me à tempos a prática existente numa autarquia quanto ao controlo dos “fura-greves” pelos colegas do vigilante piquete. Coacção, foi o mínimo de que me lembrei.&quot;

Só por curiosidade:

1. os &quot;fura-greves&quot; assinalados foram submetidos a violência física ou contra a sua propriedade?

2. os &quot;fura-greves&quot; sofreram alguma discriminação negativa de tipo económico?

(aceita que o LA prefira não responder, já que é daqueles casos em que entrar em pormenores pode facilmente identificar as pessoas)

Mas, sendo LA um liberal (suponho), imagino que só considere &quot;coacção&quot; o caso 1 (já um socialista também considerará no caso 2)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Contaram-me à tempos a prática existente numa autarquia quanto ao controlo dos “fura-greves” pelos colegas do vigilante piquete. Coacção, foi o mínimo de que me lembrei.&#8221;</p>
<p>Só por curiosidade:</p>
<p>1. os &#8220;fura-greves&#8221; assinalados foram submetidos a violência física ou contra a sua propriedade?</p>
<p>2. os &#8220;fura-greves&#8221; sofreram alguma discriminação negativa de tipo económico?</p>
<p>(aceita que o LA prefira não responder, já que é daqueles casos em que entrar em pormenores pode facilmente identificar as pessoas)</p>
<p>Mas, sendo LA um liberal (suponho), imagino que só considere &#8220;coacção&#8221; o caso 1 (já um socialista também considerará no caso 2)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: O Insurgente &#187; Blog Archive &#187; Greve, serviços mínimos e iniciativa privada</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6098</link>
		<dc:creator><![CDATA[O Insurgente &#187; Blog Archive &#187; Greve, serviços mínimos e iniciativa privada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 14:54:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] o insurgente LA: Não falei ainda com ninguém que vá exercer o seu direito à greve, durante o dia de amanhã. [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] o insurgente LA: Não falei ainda com ninguém que vá exercer o seu direito à greve, durante o dia de amanhã. [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel Madeira</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6097</link>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Madeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 14:53:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6097</guid>
		<description><![CDATA[&quot;Nesta linha, como serão afectados os números da greve, se houver quem tenha de faltar ou chegar atrasado ao trabalho por não poder usar os transportes colectivos (alguns deles estatais)?&quot;

Aumentarão, claro, mas será que isso (regressando ao tema do post), afecta o &quot;direito ao não me chateiem&quot;? Talvez, mas acho estranho ver um liberal a defender um &quot;direito positivo&quot; ao uso de transportes colectivos.

Já agora, a imposição (por arbitragem obrigatória) de serviços mínimos também não afectará o direito ao &quot;não me chateiem&quot;?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Nesta linha, como serão afectados os números da greve, se houver quem tenha de faltar ou chegar atrasado ao trabalho por não poder usar os transportes colectivos (alguns deles estatais)?&#8221;</p>
<p>Aumentarão, claro, mas será que isso (regressando ao tema do post), afecta o &#8220;direito ao não me chateiem&#8221;? Talvez, mas acho estranho ver um liberal a defender um &#8220;direito positivo&#8221; ao uso de transportes colectivos.</p>
<p>Já agora, a imposição (por arbitragem obrigatória) de serviços mínimos também não afectará o direito ao &#8220;não me chateiem&#8221;?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Carvalho</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6096</link>
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 14:51:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Viva LA e viva o Insurgente por posts como este. A verdade tem que ser dita em algum lado. Ja&#039; que as televisoes alinham pela demagogia barata vermelheca, ainda bem que existem blogues como este para que a verdade seja dita. O comunismo sindical e&#039; responsavel por decadas de atraso em Portugal. A lei da greve tem que ser mudada, tem que se impor restricoes serias para que o pais nao resvale para o abismo.
O que me deixa satisfeito e&#039; que os novos trabalhadores da nova economia, trabalho baseado no conhecimento que comecam a aparecer em Portugal (R&amp;D) rejeitam firmemente os sindicatos e estao apenas interessados em fazer avancar Portugal. O conhecimento vai substituir a ignorancia generalizada dos empregados fabris e publicos. E ai vai ser o fim do PCP. A sua base de paspalhos ignorantes vai desaparecer.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Viva LA e viva o Insurgente por posts como este. A verdade tem que ser dita em algum lado. Ja&#8217; que as televisoes alinham pela demagogia barata vermelheca, ainda bem que existem blogues como este para que a verdade seja dita. O comunismo sindical e&#8217; responsavel por decadas de atraso em Portugal. A lei da greve tem que ser mudada, tem que se impor restricoes serias para que o pais nao resvale para o abismo.<br />
O que me deixa satisfeito e&#8217; que os novos trabalhadores da nova economia, trabalho baseado no conhecimento que comecam a aparecer em Portugal (R&amp;D) rejeitam firmemente os sindicatos e estao apenas interessados em fazer avancar Portugal. O conhecimento vai substituir a ignorancia generalizada dos empregados fabris e publicos. E ai vai ser o fim do PCP. A sua base de paspalhos ignorantes vai desaparecer.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: LA</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6095</link>
		<dc:creator><![CDATA[LA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 14:00:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[E, mesmo que os nomes dos não-grevistas fossem registados pelos piquetes e denunciados publicamente como “fura-greves” e “amarelos”, qual era a objecção do LA a isso? Se há liberdade de não fazer greve, também há liberdade de ostracizar socialmente quem não faz greve, não?&quot;

Miguel,
Acredite se quiser, mas eu estava à espera de uma resposta neste termos (embora talvez não de si). Quem me costuma lembrar dos sindicalistas amarelos, milita ardentemente no PCP.
Contaram-me à tempos a prática existente numa autarquia quanto ao controlo dos &quot;fura-greves&quot; pelos colegas do vigilante piquete. Coacção, foi o mínimo de que me lembrei.

Já agora, tenho algumas dúvidas que o exercício à greve, para mais no âmbito de uma geral, não exlua a liberdade e as garantias de não a fazer. Nesta linha, como serão afectados os números da greve, se houver quem tenha de faltar ou chegar atrasado ao trabalho por não poder usar os transportes colectivos (alguns deles estatais)?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E, mesmo que os nomes dos não-grevistas fossem registados pelos piquetes e denunciados publicamente como “fura-greves” e “amarelos”, qual era a objecção do LA a isso? Se há liberdade de não fazer greve, também há liberdade de ostracizar socialmente quem não faz greve, não?&#8221;</p>
<p>Miguel,<br />
Acredite se quiser, mas eu estava à espera de uma resposta neste termos (embora talvez não de si). Quem me costuma lembrar dos sindicalistas amarelos, milita ardentemente no PCP.<br />
Contaram-me à tempos a prática existente numa autarquia quanto ao controlo dos &#8220;fura-greves&#8221; pelos colegas do vigilante piquete. Coacção, foi o mínimo de que me lembrei.</p>
<p>Já agora, tenho algumas dúvidas que o exercício à greve, para mais no âmbito de uma geral, não exlua a liberdade e as garantias de não a fazer. Nesta linha, como serão afectados os números da greve, se houver quem tenha de faltar ou chegar atrasado ao trabalho por não poder usar os transportes colectivos (alguns deles estatais)?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6094</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 14:00:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oinsurgente.org/2007/05/29/o-direito-a-greve-e-o-direito-ao-nao-me-chateiem/#comment-6094</guid>
		<description><![CDATA[&quot;Se há liberdade de não fazer greve, também há liberdade de ostracizar socialmente quem não faz greve, não?&quot;

Sim, há liberdade para o fazer desde que pacificamente e há liberdade para criticar uma prática absurda, retrógrada e que prejudica os interesses do conjunto dos trabalhadores, como é o caso.

Era bom é que os sindicatos (e os delegados sindicais) deixassem de ter os vastíssimos privilégios de que usufruem. Suspeito que caso tal acontecesse a decadência sindical se acentuaria de forma substancial, mesmo no sector público...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Se há liberdade de não fazer greve, também há liberdade de ostracizar socialmente quem não faz greve, não?&#8221;</p>
<p>Sim, há liberdade para o fazer desde que pacificamente e há liberdade para criticar uma prática absurda, retrógrada e que prejudica os interesses do conjunto dos trabalhadores, como é o caso.</p>
<p>Era bom é que os sindicatos (e os delegados sindicais) deixassem de ter os vastíssimos privilégios de que usufruem. Suspeito que caso tal acontecesse a decadência sindical se acentuaria de forma substancial, mesmo no sector público&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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