Depois de descobrirem a influência reptiliana, as avenças da CIA e da Mosssad que sustentam – e bem- as famílias e amigos de todos os insurgentes, descobriram a última peça no puzzle: a ligação à Opus Dei do Colectivo Insurgente. Descobertas as carecas (sim, o Insurgente é um blogue skin) não tive alternativa. Após um amável convite do Paulo Pinto Mascaranhas, passo a colaborar também no blogue Atlântico. Com muita honra e ainda mais ouro.
Maio 21, 2007
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Mais um vendido…
Comentário por André Azevedo Alves — Maio 21, 2007 @ 23:27
De facto. Uma vergonha!
Comentário por Rui Carmo — Maio 21, 2007 @ 23:30
Devia haver uma punição para estes futuros ex-”membros” insurgentes.
Comentário por Rui Carmo — Maio 21, 2007 @ 23:33
A estrapada
Comentário por Ringthane — Maio 21, 2007 @ 23:35
“Devia haver uma punição para estes futuros ex-”membros” insurgentes.”
Se eu não estivesse lá também nem sabes o que te fazia…
Comentário por André Azevedo Alves — Maio 21, 2007 @ 23:38
Protesto! pÁ!
Comentário por Rui Carmo — Maio 22, 2007 @ 00:02
http://templariumordum.blogspot.com/2005/06/pol-ou-estrapada_07.html
Comentário por Ringthane — Maio 22, 2007 @ 00:03
Polé ou Estrapada
Uma tortura em uso, que consistia na deslocação dos ombros, pelo movimento de içar violentamente a vítima, com os braços atados às costas, com o corpo suspenso.
A estrapada era um meio de extraordinária eficiência; como não provocava derramamento de sangue, o que era proibido pela Igreja a seus agentes, era largamente usado pelos inquisidores.
O aparelho era muito simples: compunha-se apenas de uma corda e de uma roldana. Os pulsos do condenado eram atados atrás das costas e ligados a uma corda, que, passando pela roldana, permitia que fosse içado no ar, pelo que as articulações dos ombros passavam a suportar a totalidade da massa corporal.
De imediato, as clavículas e as omoplatas se desarticulavam, o que provocava deformações que podiam ser irreversíveis.
Comentário por Ringthane — Maio 22, 2007 @ 00:04
Não cedo a pressões, caro Ringthane
Comentário por Rui Carmo — Maio 22, 2007 @ 00:09
E a um copito de Wild Turkey ao som de Cajun, trovadores occitanos ou mesmo da Siouxsie?
Comentário por Ringthane — Maio 22, 2007 @ 00:10
Afinal tudo tem um preço.
Comentário por Rui Carmo — Maio 22, 2007 @ 00:21
Poderá estar na altura de começar a pensar em criar normas que visem a protecção de centros estratégicos insurgentes.
Comentário por dos ∫antos — Maio 22, 2007 @ 00:22
“Poderá estar na altura de começar a pensar em criar normas que visem a protecção de centros estratégicos insurgentes.”
Desde que não sejam normas absolutistas nem ortodoxas por mim tudo bem.
Comentário por André Azevedo Alves — Maio 22, 2007 @ 00:34
Consta que o Rui Carmo é reptiliano.
Comentário por André Azevedo Alves — Maio 22, 2007 @ 00:35
[...] devem ter verificado, depois de uma violenta cisão com O Insurgente, decorrente da nossa política agressiva de aquisições, uma prática natural de quem defende o [...]
Pingback por blogue atlântico » Blog Archive » Aquisição valiosa — Maio 22, 2007 @ 00:36
Quem fala pela nação Grey?
Comentário por Ringthane — Maio 22, 2007 @ 00:41
Ora bem:
1 Há aqui uma OPA em curso. Perante a concentração, há que diversificar, explorar novos mercados e lançar OPA’s sobre outros conglomerados
2 Ringthane, se houver Siouxie e Super Bock (eu sou mais povo)ou uma CRF Reserva, já lá estou
3 A ortodoxia é o cimento que une a coisa. Hayek sempre!
Comentário por Helder — Maio 22, 2007 @ 00:57
“A ortodoxia é o cimento que une a coisa. Hayek sempre!”
Uma frase poética…
Comentário por André Azevedo Alves — Maio 22, 2007 @ 01:08
Posso falar da Drª Grey?
Comentário por Rui Carmo — Maio 22, 2007 @ 01:14
Siouxsie e Super Bock, 2 em 3! O óleo de cedro é que ainda não temos, só Macieira e Hennessy
A Grey também é bem vinda… embora optasse toujours pela Melina Kanakaredes.
Comentário por Ringthane — Maio 22, 2007 @ 07:10
Muitos parabéns, Rui.
Comentário por André Abrantes Amaral — Maio 22, 2007 @ 12:07