Rimas simples

Depois de uns dias de intenso trabalho, calor, entre ‘kizombas e tarrachinhas’, lido o ‘Individualism and Economic Order‘ (obrigado, André!), no regresso deu-me para alinhar umas rimas simples sobre o fardo da liberdade:

Ai que fardo este
O da decisão
Ter de dizer
Que sim ou que Não
Opinar, perceber
Descobrir a razão

Querer
Saber

Ai como é bom
Ser mandado
Seguir sem pensar
O que nos é determinado

Obedecer.

Culpar,
Sem ser culpado.

Talvez,
Um dia,
Teremos, por cá,
Cidadãos, e Cidadania

Uma verdadeira Democracia

Cidadãos? Sim.
Que não queiram nada
A que não tenham direito.

Cidadania? Sim.
Que não se exija mais do que é devido.
Que deixe os cidadãos
Seguirem os seus caminhos.

Em boa verdade
Não é isto a Liberdade?

PS: Vi que o Blue Lounge, apesar de estar em hibernação, mereceu destaque ontem nos ‘Blogues de Papel’ do Jornal Público. Tentei curar a minha bloguite com metadona, ‘chicletes’ e até banhos de água fria, com ligeiras recaídas no Insurgente. Tentei, mas não consigo. O Blue Lounge regressa, que se lixe o resto.

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