Adrian Borland foi um génio que há-de estar em algum lado a meter ácidos com Morrison, Ian Curtis e Hendrix. A mim, o que me meteu isto nas veias foi a linha de baixo de Graham Bailey, o único que na altura chegava perto de Mick Karn, Japan. Apesar da guitarra de Borland. Parecem a encarnação uns dos outros: Parker/Hendrix/Morrison/Curtis/Vicious/Strummer/Borland/Cobain. Gosto destes oito gajos, do cinismo desencantado de Strummer e Morrison…o Lemmy Kilmister sobreviveu-lhes sabe-se lá como. Um cínico é o que é.
The Sound é a minha banda, o som das noites mal dormidas, das viagens no deserto da Costa Vicentina, das ondas da Ericeira, do off-shore de Carcavelos a “bombar” na “Esquerda”, da paixão e das traições na Linha. “Winning”, ladies and gentlemen.
Abril 22, 2007
Ácido? “There’s no future, all you’ve got is the past” – Joe Strummer, 50.
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essa foi ofensiva!!!
A costa vicentina não é nenhum deserto!!!
É o paraíso!!!
Comentário por sérgio — Abril 23, 2007 @ 00:17
“A costa vicentina não é nenhum deserto!!!”
Era e “deserto” é no bom sentido. Todos os dias estacionava o carro, a qualquer hora, junto à areia na Arrifana, surfávamos sózinhos dois ou três no Amado.
Comentário por Helder — Abril 23, 2007 @ 09:23
Assim está melhor!!!
Obrigado por referires a grande Arrifana, a minha terra!!!
Que belos verões que se passa lá!!!
Comentário por sérgio — Abril 23, 2007 @ 11:56
Chameleons também ia muito bem, isso e Tygers of Pan-Tang.
Comentário por Ringthane — Abril 23, 2007 @ 13:54
Às vezes os comments não aparecem.
Comentário por Ringthane — Abril 23, 2007 @ 13:58
The Sound…”From the lions mouth”
Comentário por CN — Abril 23, 2007 @ 18:36