Luís Arouca não era reitor da Universidade Independente (UnI) quando autorizou o plano de equivalências e permitiu que José Sócrates terminasse a sua licenciatura em engenharia civil na instituição, informa hoje o semanário Expresso.
De acordo com o jornal, o reitor daquela universidade era, entre 1993 e 1996, Ernesto Jorge Fernandes Costa, actualmente professor catedrático da Universidade de Coimbra.(…)Recorde-se que José Sócrates disse, em entrevista esta semana à RTP1, que, entre a correspondência trocada com a reitoria para que fosse fixado um plano de equivalências curriculares, conta-se uma carta recebida em Setembro de 1995 de Luís Arouca e que deu a Sócrates a autorização para se matricular na instituição.
Abril 15, 2007
Mais um erro administrativo da UnI
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Até não haver partidos, fantoches ou ilusão.
Que denominador comum pode haver entre o zeitgeist corrente e as reeleições, sistemáticas, de energúmenos e chico-espertos? Quanto a mim, haverá três: o medo; a falta de auto-estima; e o egoísmo. Sendo o segundo consequência do primeiro, e o terceiro consequência do segundo, torna-se claro que, atavicamente, o motor primário (o medo) deriva numa consequência última – a substituição do raciocínio, que devia ser o único crivo das escolhas e das acções, por reflexos de nível inferior traduzidos em comportamentos de negação, reacção histriónica e, ultimately, de matilha.
É por isso que o português visível, médio, o que anda na rua e alimenta os regimes, é um pobre macaco sufocado, condicionado, amedrontado, mas que não sabe sê-lo e, como tal, reage em defesa daquilo que lhe proporciona a mais imediata noção de segurança, conforto e pertença.
Comentário por Ringthane — Abril 15, 2007 @ 12:14