56% of Scottish pubs have reported a fall in the number of customers since the smoking ban began, with a third of the total number of Scottish pubs being forced to sack staff as a result of falling income.
But where are all these supposed untapped drinkers who were “holding off” going to the pub because they didn’t want to drink in a smoky atmosphere?
Could it be that they never existed in the first place?
in UKIP Home (via Agência Noticiosa Insurgente)
O UKIP parece cada vez mais uma boa alternativa ao Cameron. é Pena que o FPTP praticamente assegure que eles não conseguem eleger ninguém…
Comentário por André Azevedo Alves — Março 22, 2007 @ 16:01
O UKIP parece cada vez mais uma boa alternativa ao Cameron. é Pena que o FPTP praticamente assegure que eles não conseguem eleger ninguém…
é por essas coisas que por muito que respeite o princípio da subsidiaridade, entendo que um sistema eleitoral misto tem grandes méritos morais…
Comentário por AA — Março 22, 2007 @ 16:20
A notícia levanta várias questões, sobretudo ao nível do rigor da informação e do rigor da análise da informação:
1) Houve de facto uma variação na facturação, documentalmente verificável ?
2) Essa variação foi de crescimento ou de perda ?
3) Essa variação pode ser explicada pelo fim do fumo nos pubs, mesmo caso tenha havido uma efectiva subida na facturação ?
4) Qual é o valor absoluto e relativo dessa alegada quebra do número de clientes (1%, 5%) ? E se tiver sido de 1%, é relevante ?
5) Se 56% dos pubs Escoceses tivessem reportado um aumento no número de clientes tiraríamos a conclusão contrária: “o misterioso desaparecimento dos fumadores” ?
6) E os outros 46% dos pubs Escoceses: reportaram a manutenção ou o aumento do número de clientes ? Qual é então o saldo global em termos de variação do número de clientes: é de quebra ou de subida do número de clientes ? E se tiver sido de subida, faz sentido falar, com rigor, no “misterioso desaparecimento dos não-fumadores” ?
7) As dispensas de pessoal verificaram-se mesmo ou foram só anunciadas ? E a terem acontecido de facto, ficaram a dever-se à alegada quebra do número de clientes (não necessariamente a quebras na facturação documentalmente verificáveis) ou esta alegada quebra constitui apenas um pretexto para realizar essas dispensas, que seriam dificilmente justificáveis por outros motivos ?
8) Estamos na presença de quebras efectivas ou da resistência estrutural de alguns seres humanos à simples correcção de práticas que entretanto passaram a constituir um hábito, e que são como são apenas porque “sempre foi assim”, “sempre houve fumo nos pubs”, logo “o fumo faz parte dos pubs”, ou “o fumo nos pubs escoceses é um direito histórico, ou é um direito adquirido, ou faz parte do património cultural da Escócia” ?
Comentário por AS — Março 22, 2007 @ 20:32
No ponto 6 do meu comentário das 8.32 pm deve ler-se 44%, e não 46% (que escrevi por lapso).
A cara sorridente substituiu inesperada e espontaneamente o ponto 8).
Comentário por AS — Março 22, 2007 @ 20:45
E há outra questão: um não-fumador que por esse motivo evitava frequentar pubs, encontrou entretanto outra forma de ocupar o seu tempo.
Não vai ser de um dia para o outro que se vai tornar um frequentador assídou de pubs.
Posto isto, sou pela liberdade de escolha.
Que haja pubs com fumo, outros sem fumo, e que as pessoas escolham. Substituir a tirania do fumo pela tirania do sem-fumo parece-me mais ou menos igual, moralmente falando.
Comentário por essagora — Março 22, 2007 @ 21:17
[...] complementar: E, no entanto, ele move-se; O misterioso desaparecimento dos não-fumadores; O que é seu, é [...]
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