Muito do que está escrito neste post parece óbvio mas como, infelizmente, há muita gente em Portugal que continua a insistir no completo absurdo de classificar o Estado Novo como um totalitarismo (efeitos de três décadas de propaganda e de um sistema educativo largamente controlado pela extrema-esquerda?), aqui fica a recomendação de leitura: Salazar e o Totalitarismo. Por Luís Pedro.
Março 11, 2007
5 Comentários »
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André: O mais extraordinário (ou talvez não) é a coincidência entre quem insiste no totalitarismo do Salazarismo e os que acham que os páises comunistas não são totalitários mas sim ‘democracias populares’, como a Cuba ou a ex-URSS. São os mesmos. A dedução lógica parece ser que Salazar tinha sido mais democrático se tivesse feito milhões de mortos. Os amigos do totalitarismo da esquerda nunca podem perdoar Salazar os seus ‘brandos costumes’. Isto tudo é explicável através da lógica tortuosa dos pós-modernos e dos frankfurters, ou melhor ainda através da lucidez de Orwell. Um abraço.
Comentário por patricialanca — Março 11, 2007 @ 20:14
O mais extraordinário é a lata com que estes direitistas dizem que o salazarismo não foi um totarismo. Apesar das prisões politicas, apesar das torturas, apesar da censura. Parece que so existe totalitarismo à esquerda…
Comentário por The Observer — Março 11, 2007 @ 23:20
[...] Comentário de Patrícia Lança ao post: O salazarismo não foi um totalitarismo. O mais extraordinário (ou talvez não) é a coincidência entre quem insiste no totalitarismo do Salazarismo e os que acham que os páises comunistas não são totalitários mas sim ‘democracias populares’, como a Cuba ou a ex-URSS. São os mesmos. A dedução lógica parece ser que Salazar tinha sido mais democrático se tivesse feito milhões de mortos. Os amigos do totalitarismo da esquerda nunca podem perdoar Salazar os seus ‘brandos costumes’. Isto tudo é explicável através da lógica tortuosa dos pós-modernos e dos frankfurters, ou melhor ainda através da lucidez de Orwell. [...]
Pingback por O Insurgente » Blog Archive » O salazarismo não foi um totalitarismo (2) — Março 12, 2007 @ 00:16
[...] defende a liberdade (mas que eu nunca vi defender a democracia). Aliás eu tenho cá para mim que a maior ameaça à democracia, presentemente, provém (não só em Portugal) dos chamados “libertários”, os defensores [...]
Pingback por O Insurgente visto pela extrema-esquerda « O Insurgente — Abril 25, 2008 @ 13:22
[...] a liberdade (mas que eu nunca vi defender a democracia). Aliás eu tenho cá para mim que a maior ameaça à democracia, presentemente, provém (não só em Portugal) dos chamados “libertários”, os defensores [...]
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