Eric Hobsbawm’s Stalinist Homage to Catalonia
Stephen Suleyman Schwartz, March 5, 2007
http://www.jewcy.com/daily_shvitz/the_spanish_prisoner_hoax_eric_hobsbawms_stalinist_homage_to_catalonia
Recomenda-se a leitura dum artigo interessante sobre um recente livro do comunista Anglo-Alemão Eric Hobsbawm O autor da crítica é um conhecido especialista em estudos espanhois e conhece bem as complexidades da Guerra Civil. Complexidades que parecem quase impenetráveis para as novas gerações portuguesas. O Stephen Schwarz tem evidentes simpatias pelos anarquistas do POUM mas o seu pendente libertário não parece impedir um grande esforço de objectividade. Hobsbawm é tudo menos objectivo. Continua comunista impenitente e obstinado, e como tantos comunistas da anglo-esfera dum paternalismo intragável.Conhecer alguma coisa sobre a terrível tragédia do país vizinho pode ajudar os portugueses a melhor avaliar os problemas que confrontavam o governo de Salazar nos psrimeiros anos da ditadura.
Eric Hobsbawm’s Stalinist Homage to Catalonia Stephen Suleyman Schwartz, March 5, 2007
A velha história do revisionismo histórico. Vamos buscar um devoto anti-comunista (um trostkista, por exemplo) para publicar uns artigos que reescrevem a história.
As referência a Pablo Neruda e a Hemingway são alguns exemplos de objectividade. Todos conhecem as rivalidades entre comunistas e trotskistas (PCE e PSUC em relação ao POUM). Considerar o texto dum comunista como panfletário e o dum trotskista como objectivo é o cúmulo da objectividade.
E mais. A velha técnica de qualificar os comunistas de stalinistas e os trotskistas e maoistas de comunistas. As técnicas para tentar desacreditar os partidos comunistas são bem antigas e só que estiver destraido é que cai nas mesmas (a não ser que o peso na consciência a leve a tentar desesperadamente reescrever a sua própria história).
Comentário por Ricardo — Março 7, 2007 @ 17:19
E eu que julgava que o Hobsbawm já não era comunista…
Mas no mundo da Patrícia Lança…
Comentário por Luís Marvão — Março 7, 2007 @ 23:40
Se a ignorancia matasse… O POUM, não era nem anarquista, nem trotsquista. O seu lider Andres Nin tinha sido discipulo de Trotsky, com o qual se havia desentendido. Fundou um partido em oposição á linha estalinista do PCE. Um partido marxista de esquerda, não trotsquista, muito menos libertário. Porra, patricia, só pelo nome do partido chegavas lá, não era assim tão dificil.
Comentário por Pedro Martins — Março 8, 2007 @ 21:52