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	<title>Comentários em: O desastre da escola estatal &#8211; II</title>
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		<title>Por: lucklucky</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/02/28/o-desastre-da-escola-estatal-ii/#comment-5954</link>
		<dc:creator><![CDATA[lucklucky]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 17:38:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Finalmente: será a escolaridade obrigatória compatível com a liberdade de escolha, num mercado concorrencial de educação?

Não.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente: será a escolaridade obrigatória compatível com a liberdade de escolha, num mercado concorrencial de educação?</p>
<p>Não.</p>
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		<title>Por: LA</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/02/28/o-desastre-da-escola-estatal-ii/#comment-5953</link>
		<dc:creator><![CDATA[LA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 17:28:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Miguel,
Inicialmente, escrevi precisamente &quot;tendo o ensino estatal obrigatório&quot;, tendo depois retirado o adjectivo. Quis deixar aos leitores a possibilidade de poderem fazer esse acréscimo (nesse sentido, obrigado pelo oportuno comentário).
De facto, da obrigação de escolaridade parece decorrer a obrigação de prestar o serviço relevante.

Mas e se (peço desculpa por mais esta questão) se desse o caso de haver privatização da prestação do serviço (mesmo num contexto de cheques-ensino), ficando o estado com o poder de regular o funcionamento (desse mercado - como noutros), mantendo a obrigação dos pais colocarem os filhos na escola até certa escolaridade?

Poderiam as escolas negar-se a recebê-los? Ou deveria o estado legislar punições para os proprietários desses negócios (as escolas privadas) que se negassem a receber quem pudesse perturbar (fisicamente, também) quem optou livremente por lá estudar e ensinar?

Finalmente: será a escolaridade obrigatória compatível com a liberdade de escolha, num mercado concorrencial de educação?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Miguel,<br />
Inicialmente, escrevi precisamente &#8220;tendo o ensino estatal obrigatório&#8221;, tendo depois retirado o adjectivo. Quis deixar aos leitores a possibilidade de poderem fazer esse acréscimo (nesse sentido, obrigado pelo oportuno comentário).<br />
De facto, da obrigação de escolaridade parece decorrer a obrigação de prestar o serviço relevante.</p>
<p>Mas e se (peço desculpa por mais esta questão) se desse o caso de haver privatização da prestação do serviço (mesmo num contexto de cheques-ensino), ficando o estado com o poder de regular o funcionamento (desse mercado &#8211; como noutros), mantendo a obrigação dos pais colocarem os filhos na escola até certa escolaridade?</p>
<p>Poderiam as escolas negar-se a recebê-los? Ou deveria o estado legislar punições para os proprietários desses negócios (as escolas privadas) que se negassem a receber quem pudesse perturbar (fisicamente, também) quem optou livremente por lá estudar e ensinar?</p>
<p>Finalmente: será a escolaridade obrigatória compatível com a liberdade de escolha, num mercado concorrencial de educação?</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Miguel Madeira</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/02/28/o-desastre-da-escola-estatal-ii/#comment-5952</link>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Madeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 17:04:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;tendo o ensino estatal a obrigação de acolher os educandos que dele, objectivamente, não querem beneficiar?&quot;

No caso dos alunos dentro da E obrigatória, nem me parece que haja grande dúvida - se o Estado se sente no direito de obrigar alguêm a andar na escola até ao 9º ano, que direito tem de lhe negar uma escola para ele andar?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;tendo o ensino estatal a obrigação de acolher os educandos que dele, objectivamente, não querem beneficiar?&#8221;</p>
<p>No caso dos alunos dentro da E obrigatória, nem me parece que haja grande dúvida &#8211; se o Estado se sente no direito de obrigar alguêm a andar na escola até ao 9º ano, que direito tem de lhe negar uma escola para ele andar?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/02/28/o-desastre-da-escola-estatal-ii/#comment-5956</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 16:56:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Subscrevo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Subscrevo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: António Bastos</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2007/02/28/o-desastre-da-escola-estatal-ii/#comment-5955</link>
		<dc:creator><![CDATA[António Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 16:47:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Concordo inteiramente com as ideias defendidas pelo &quot;Insurgente&quot; André, simplesmente parece-me totalmente utópico pensar que algo possa mudar enquanto não se banir da &quot;Constituição do nosso atraso&quot; todo aquele enumerado de direitos bem &quot;à la française&quot;, nos quais se inclui o direito à educação. Como tocar na &quot;vaca sagrada da república&quot; é algo que, no contexto do actual regime, jamais será feito (ou pelo menos de forma significativa), resta-nos esperar estóicamente que tudo se continue a degradar ainda mais porque só assim poderemos esperar algumas mudanças. Isto porque como dizia o saudoso Jean_François Revel &quot;os factos são sempre reaccionários&quot;. Será a realidade, isto é, a eminência do colapso que os obrigará a rever EM PROFUNDIDADE a &quot;vaca sagrada&quot;.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo inteiramente com as ideias defendidas pelo &#8220;Insurgente&#8221; André, simplesmente parece-me totalmente utópico pensar que algo possa mudar enquanto não se banir da &#8220;Constituição do nosso atraso&#8221; todo aquele enumerado de direitos bem &#8220;à la française&#8221;, nos quais se inclui o direito à educação. Como tocar na &#8220;vaca sagrada da república&#8221; é algo que, no contexto do actual regime, jamais será feito (ou pelo menos de forma significativa), resta-nos esperar estóicamente que tudo se continue a degradar ainda mais porque só assim poderemos esperar algumas mudanças. Isto porque como dizia o saudoso Jean_François Revel &#8220;os factos são sempre reaccionários&#8221;. Será a realidade, isto é, a eminência do colapso que os obrigará a rever EM PROFUNDIDADE a &#8220;vaca sagrada&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
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