Hoje, com o Público, na última edição da Dia D, o suplemento de economia cuja opinião mais incómodos causou ao estatismo e corporativismo prevalecentes em Portugal:
“À procura da felicidade”. Por António Costa Amaral.
“O Estado a que chegámos”. Por Miguel Noronha.
Parabéns aos cronistas ACA e MN que fecharam com chave de ouro esta última edição do dia D. Dois excelentes textos.
JMM
Comentário por jmmoreira — Fevereiro 23, 2007 @ 22:30
Que “causou” ou que “tentou causar”? Não devemos confundir intenção com resultado. E, já agora, ter a ombridade de interpretar, no contexto de um mercado relativamente aberto (de Opinião), as razões do fecho desta revista.
Ou o mérito só serve para algumas coisas?
Comentário por TIago Mendes — Fevereiro 24, 2007 @ 01:20
Aproveito para, cordialmente, dirigir uma pergunta ao Professor José Manuel Moreira: concorda que “Ser membro do Partido Comunista é tão grave como ser membro de um partido ou organização nazi”?
Comentário por TIago Mendes — Fevereiro 24, 2007 @ 01:25
Caro Professor José Manuel Moreira,
Muito obrigado pelas suas palavras.
Foi uma boa experiência, tenho pena que não continue…
Cumprimentos,
AA
Comentário por AA — Fevereiro 24, 2007 @ 22:09
[...] por um jornal desde os bons velhos tempos do PREC. Que o André Azevedo Alves julgue ter andado a combater o estatismo e o corporativismo é apenas um efeito secundário da sua infeliz mas habitual confusão entre leitores e débeis [...]
Pingback por Dia Down. « A vida breve — Março 5, 2007 @ 18:19