“President of Czech Republic Calls Man-Made Global Warming a ‘Myth’ – Questions Gore’s Sanity“
Czech president Vaclav Klaus has criticized the UN panel on global warming, claiming that it was a political authority without any scientific basis.
In an interview with “Hospodárské noviny”, a Czech economics daily, Klaus answered a few questions:
This is clearly such an incredible failure of so many people, from journalists to politicians. If the European Commission is instantly going to buy such a trick, we have another very good reason to think that the countries themselves, not the Commission, should be deciding about similar issues.
Q: How do you explain that there is no other comparably senior statesman in Europe who would advocate this viewpoint? No one else has such strong opinions…
A: My opinions about this issue simply are strong. Other top-level politicians do not express their global warming doubts because a whip of political correctness strangles their voice.
Q: But you’re not a climate scientist. Do you have a sufficient knowledge and enough information?
A: Environmentalism as a metaphysical ideology and as a worldview has absolutely nothing to do with natural sciences or with the climate. Sadly, it has nothing to do with social sciences either. Still, it is becoming fashionable and this fact scares me. The second part of the sentence should be: we also have lots of reports, studies, and books of climatologists whose conclusions are diametrally opposite.
Indeed, I never measure the thickness of ice in Antarctica. I really don’t know how to do it and don’t plan to learn it. However, as a scientifically oriented person, I know how to read science reports about these questions, for example about ice in Antarctica. I don’t have to be a climate scientist myself to read them. And inside the papers I have read, the conclusions we may see in the media simply don’t appear. But let me promise you something: this topic troubles me which is why I started to write an article about it last Christmas. The article expanded and became a book. In a couple of months, it will be published. One chapter out of seven will organize my opinions about the climate change.
Environmentalism and green ideology is something very different from climate science. Various findings and screams of scientists are abused by this ideology.
Q: How do you explain that conservative media are skeptical while the left-wing media view the global warming as a done deal?
A: It is not quite exactly divided to the left-wingers and right-wingers. Nevertheless it’s obvious that environmentalism is a new incarnation of modern leftism.
Q: If you look at all these things, even if you were right …
A: …I am right…
Q: Isn’t there enough empirical evidence and facts we can see with our eyes that imply that Man is demolishing the planet and himself?
A: It’s such a nonsense that I have probably not heard a bigger nonsense yet.
Q: Don’t you believe that we’re ruining our planet?
A: I will pretend that I haven’t heard you. Perhaps only Mr Al Gore may be saying something along these lines: a sane person can’t. I don’t see any ruining of the planet, I have never seen it, and I don’t think that a reasonable and serious person could say such a thing. Look: you represent the economic media so I expect a certain economical erudition from you. My book will answer these questions. For example, we know that there exists a huge correlation between the care we give to the environment on one side and the wealth and technological prowess on the other side. It’s clear that the poorer the society is, the more brutally it behaves with respect to Nature, and vice versa.
It’s also true that there exist social systems that are damaging Nature – by eliminating private ownership and similar things – much more than the freer societies. These tendencies become important in the long run. They unambiguously imply that today, on February 8th, 2007, Nature is protected uncomparably more than on February 8th ten years ago or fifty years ago or one hundred years ago.
That’s why I ask: how can you pronounce the sentence you said? Perhaps if you’re unconscious? Or did you mean it as a provocation only? And maybe I am just too naive and I allowed you to provoke me to give you all these answers, am I not? It is more likely that you actually believe what you say.

Aí está um Presidente que mereceria o meu voto sem hesitações.
Comentário por André Azevedo Alves — Fevereiro 12, 2007 @ 20:42
Não me parece que ele esteja a dizer a verdade, o que toca ao IPPC. Vão ao site (http://www.ipcc.ch/about/about.htm) respectivo, descarreguem o PDF com os nomes dos seus integrantes e façam alguma pesquisa. Vão ver que eles parecem estar longe de serem meros fantoches…
Comentário por LR — Fevereiro 12, 2007 @ 22:37
[...] Quem deu-me a dica foi o AA no Insurgente. [...]
Pingback por O Indivíduo » Blog Archive » Václav Klaus sobre o aquecimento global — Fevereiro 13, 2007 @ 15:01
Até que enfim um político que ousa a se pronunciar a respeito
dessa grande armação chamada aquecimento global. Sempre suspei-
tei que o aquecimento global não passa de um jogada polítca de um bando de salafrários da ONU. É evidente que o Al Gore quer
chegar ao poder por meio dessa grande mentira.
Comentário por Samuel — Fevereiro 13, 2007 @ 22:07
Você está tomando posição em um debate científico exclusivamente baseado em um posicionamento político prévio. Não vejo como algo de bom pode sair disso. Mesmo se a ONU for uma instituição ruim (o que não acho), isso obviamente não interessa às reações químicas que produzem a temperatura da Terra. Quem quiser se opor à ONU que proponha outras alternativas para lidar com o aquecimento global.
Comentário por Celso — Fevereiro 15, 2007 @ 17:52
Caro Celso: laissez-faire.
Talvez estes links ajudem.
Comentário por AA — Fevereiro 15, 2007 @ 20:08
[...] Conheço alguns liberais checos que têm uma perspectiva muito crítica sobre o Presidente Vaclav Klaus, por considerarem que a sua actuação política nem sempre este esteve à altura do que proclamava nos seus discursos e nos seus textos. Compreendo essas críticas no contexto de um país onde há uma notável vitalidade do liberalismo clássico (e em especial da Escola Austríaca) mas não posso deixar de as achar injustas quando leio declarações corajosas como estas. [...]
Pingback por O Insurgente » Blog Archive » Vaclav Klaus vs. Al Gore — Fevereiro 15, 2007 @ 21:01
Eu tenho muito carinho por todos os políticos, comentadores políticos ou opinion makers de andar por casa que fazem afirmações bombasticas em contra da teoria do aquecimento global mas ao parecer nao publicam em revistas especializadas nem costumamm ser listados em congressos cientificos. Fazem tudo isso nas suas horas livres e querem colocar em causa o consenso cientifico sobre um tema em um espaço publico. A democracia desde logo o permite mas o bom senso nao tanto. Mas bom senso é algo que desconhecem AA, AAA e VK. Deixar que vivam na sua mais-pura-ingenuidade-disfarçada-de-ironia, e evitarmos por nossa parte os efeitos secundarios nos nossos aparelhos digestivos que o cosumo de tais productos discursivos pode acarretar.
Comentário por RJMF — Fevereiro 16, 2007 @ 10:55
E pur si muove! RJMF – quem não deve não teme…
Comentário por AA — Fevereiro 16, 2007 @ 13:19
Nossa que porcaria de entrevista, esse velho está gagá? O aquecimento global não existe??? Vcs moram em outro planeta?
Não eram os raios cósmicos que estavam aquecendo o planeta? Agora nem o aquecimento existe mais? Vcs são piadistas…
Comentário por Marco — Fevereiro 16, 2007 @ 16:10
Marco,
Leia com mais atenção:
Man-Made Global Warming a ‘Myth’ / Global warming is a false myth
O que VK põe em causa é o mito que a actividade humana seja a geradora do Aquecimento Global – e não, por exemplo, factores que não compreendemos, como sejam os raios cósmicos, ou outros ciclos naturais da Terra.
Comentário por AA — Fevereiro 16, 2007 @ 17:13
Hilariante que AA “se cosidere” a si, ao seu amigo AAA e ao seu ídolo checo comum, o primeiro ministro Vaclav Klaus, como herdeiros de Galileu na sua luta contra a “escolástica” comunidade científica. O mundo ao contrário este, onde tantos comentadores políticos e políticos de uma certa direita alienada, em geral fundamentalista cristã pelo menos no mundo ocidental, e em geral com formação científica nula em matéria de geofísica, quando não em qualquer matéria científica que seja, se consideram a si mesmos como herdeiros de Galileu, e aos cientistas, estes “aristotélicos”, como a nova Inquisição. O mundo a fazer o pino no entanto é também revelador. É que as coisas mudaram, a demagogia vai a votos e nem sempre ganha, o que obriga em tais casos a que a irracionalidade, que antes se sentia naturalmente muito mais confortável na posição de verdugo, tenha agora que apelar ao estatuto de vítima.
Comentário por RJMF — Fevereiro 16, 2007 @ 23:39
[...] e tomista. Mas num ponto (aliás, em vários pontos, mas por agora saliento este) estou integralmente de acordo com o AA: quem não deve não [...]
Pingback por O Insurgente » Blog Archive » Galileu e a Escolástica — Fevereiro 17, 2007 @ 01:35
RJMF, gostamos muito de colocar os nosso leitores num estado hilariante, e agradecemos quando nos retribuem a atenção. Achar que possamos ser anti-escolásticos, ou anti-aristotélicos é delicioso…
Comentário por AA — Fevereiro 17, 2007 @ 11:54
AA leia as aspas. Elas estão lá por alguma razão…
Coisa curiosa essa de te deliciares com a ironia que não és capaz de reconhecer?
Comentário por RJMF — Fevereiro 17, 2007 @ 18:58
hehehhe e o que são “escolásticos” e “aristotélicos”, com aspas, pray tell?
Comentário por AA — Fevereiro 17, 2007 @ 19:50
Significa que escolásticos e aristotélicos sois vós apesar da arrogância do teu “e pur si muove!”… Aliás é engraçado ver depois o AAA a dizer-se realmente escolástico em post posterior, supostamente “rebatendo” os comentários aqui colocados. Me contrarestou somando…
Comentário por RJMF — Fevereiro 18, 2007 @ 22:43
Caro RJMF,
Muito liberalismo deve aos escolásticos tardios de Salamanca, como à metafísica de Aristóteles.
É por isso que é estranhíssimo ver quem apareça por cá, sem a mínima noção do que está a dizer, a alegar que somos herdeiros de Galileu em lutas ficcionadas contra “escolásticos” e “aristotélicos”; e mais surreal é ver a mesma pessoa a tentar emendar a mão, contradizendo-se, dizendo que afinal esses seres míticos… somos nós. Lutamos contra nós próprios. Interessante.
Mas nada disso importa. O que importa é que não havia mesmo nada a dizer. Estamos habituados a atordoadas gratuitas, mas esta série de facto primou pela sua desinspiração absoluta…
Comentário por AA — Fevereiro 19, 2007 @ 17:49
Não perderei mais tempo por aqui. Mas estais todos realmente absolutamente enlouquecidos, para além de insensíveis a toda espécie de ironia (o que dentro do que cabe já era de se esperar), se acreditais que alguma vez os pensei herdeiros de qualquer coisa próxima de Galileu. Pelamordedeus!
Comentário por RJMF — Fevereiro 19, 2007 @ 20:31
A rapidez da blogosfera, e em particular dos seus comentários, é absolutamente insensível a qualquer espécie de ironia, como prova a “discussão” que mantive aqui. A ironia na blogosfera te transforma em obscuro, ou no caso suicida de que te expliques, nem que seja com bonecos, em contraditório. Acontece que a blogsfera não só é insensível à ironia como já desconhece o seu significado. Ocorre ironia quando, pelo contexto, pela entonação, pela contradição de termos, sugere-se o contrário do que as palavras ou orações parecem exprimir.
Comentário por RJMF — Fevereiro 19, 2007 @ 20:54