Ao contrário do Miguel, a minha esperança de que o aborto a pedido não vá ser convertido em mais um “direito social” é praticamente nula.
Resta defender por todos os meios a objecção de consciência dos médicos que se mantenham fiéis ao juramento que fizeram e começar a preparar o terreno para que haja o mais rapidamente possível condições políticas para inverter a gravíssima situação gerada pela vitória do “Sim” no referendo.
Alinho em qualquer iniciativa que reivindique que os Municípios possam proibir a actividade económica do aborto quer por clínicas privadas quer por estabelecimentos públicos, e que, nos Municípios que não o proibam possam as Juntas de Freguesia por referendo local, proibi-lo também.
É para não ser imposta uma Moral e permitir a diversidade pelo exemplo.
Comentário por CN — Fevereiro 12, 2007 @ 13:22
Só lhe falta dizer, como o Ribeiro e Castro, que já está a pensar numa alteração à lei (de volta ao passado) que ainda nem sequer foi alterada.
É tão radical, que está a dar razão ao Jerónimo de Sousa, quando dizia no seu discurso que os apoiantes radicais do “Não” vão fazer o possível e o impossível para bloquear a lei.
Bom senso, se faça favor.
Comentário por Jam — Fevereiro 12, 2007 @ 13:53
Estes liberais não sabem o que é viver numa democracia.
Comentário por The Observer — Fevereiro 12, 2007 @ 13:59
Caro André,
Todos os países da Europa (à excepção de Malta, Irlanda e Polónia) estão “numa gravíssima situação política” por causa das respectivas leis do aborto, não é?
Comentário por Pedro Morgado — Fevereiro 12, 2007 @ 14:47
“Todos os países da Europa (à excepção de Malta, Irlanda e Polónia) estão “numa gravíssima situação política” por causa das respectivas leis do aborto, não é?”
Exactamente. E pode acrescentar os EUA à lista.
Comentário por André Azevedo Alves — Fevereiro 12, 2007 @ 15:57
só o AAA é que domina tudo… sabe tudo e é o maior…
Comentário por The Observer — Fevereiro 13, 2007 @ 20:53