O Insurgente

Fevereiro 9, 2007

Curiosidade do dia: o Povo soviético aboliu o aborto

Filed under: Internacional,Política,Portugal — ruicarmo @ 14:30

Na URSS não há desemprego, não há miséria; há abundância de produtos. Tanto a mulher como o homem recebem salários que satisfazem as necessidades. A mulher grávida tem 4 meses de férias durante o período da gravidez, com os salários pagos. Há maternidades, creches, jardins de infância e escolas por toda a parte. O Governo soviético dá prémios que vão até 5 mil rublos para as mães que tenham mais de 5 filhos, etc. Ser mamã é uma das maiores aspirações das jovens soviéticas. ?E onde há uma esposa que não quisesse ser mamã sabendo que o mundo floria para acolher o seu menino? Sabendo que o seu filho não seria um desgraçado mas um cidadão livre da grande República do Socialismo? A criança, na URSS, deixou de ser um motivo de preocupações, para se tornar numa fonte luminosa de alegria e de felicidade. O aborto perdeu portanto a sua única justificação; tornou-se desnecessário. Por isso, o Governo Soviético resolveu propor ao povo trabalhador, a abolição da liberdade de praticar o aborto — liberdade essa concedida a título provisório, nos primeiros tempos da República Soviética quando esta gemia sob o peso da fome e da peste, ocasionadas pela guerra e pela contra revolução capitalista. Depois de discutirem amplamente a lei proposta pelo Governo Soviético, as mulheres e todo o povo trabalhador aprovaram essa lei que correspondia inteiramente às condições de existência livre e feliz que gozam os que trabalham na grande Pátria do Socialismo triunfante”

Delicioso, o post, no Office do kamarada LA.

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  1. “O ateísmo fundamentalista da esquerda é uma variante do fanatismo religioso”

    Comentário por Brigada Bigornnas — Fevereiro 9, 2007 @ 14:52

  2. Na Albânia Socialista não havia desemprego, não havia miséria; havia abundância de produtos. Tanto a mulher como o homem recebiam salários que satisfaziam as necessidades. A mulher grávida tinha 4 meses de férias durante o período da gravidez, com os salários pagos. Havia maternidades, creches, jardins de infância e escolas por toda a parte. O Governo dava prémios ás mães que tinham mais de 5 filhos, etc. Ser mamã era uma das maiores aspirações das jovens albanesas. ?E onde havia uma esposa que não quisesse ser mamã sabendo que o mundo floria para acolher o seu menino? Sabendo que o seu filho não seria um desgraçado mas um cidadão livre da grande República do Faro do Socialismo? A criança, na Âlbania, deixou de ser um motivo de preocupações, para se tornar numa fonte luminosa de alegria e de felicidade. O aborto perdeu portanto a sua única justificação; tornou-se desnecessário. Por isso, o Governo Albanês resolveu propor ao povo trabalhador, a abolição da liberdade de praticar o aborto — liberdade essa concedida a título provisório, nos primeiros tempos da República Socialista da Albania quando esta gemia sob o peso da fome e da peste, ocasionadas pela guerra e pela contra revolução capitalista. Depois de discutirem amplamente a lei proposta pelo Governo Albanês, as mulheres e todo o povo trabalhador aprovaram essa lei que correspondia inteiramente às condições de existência livre e feliz que gozavam os que trabalham na grande Pátria do Farol do Socialismo”

    Comentário por Brigada Bigornnas — Fevereiro 9, 2007 @ 15:02

  3. [...] O que achas do artigo do Avante, datado de 1937, sobre o aborto? Está aqui no Insurgente, no Office e no Abrupto. E já, agora, não te incomoda a amizade entre Cunhal e Ceausescu, esse [...]

    Pingback por O Insurgente » Blog Archive » Cunhal não foi um grande português. Foi um grande comunista. — Fevereiro 9, 2007 @ 16:23

  4. Caro Rui Carmo,
    A publicação deste post, com imenso interesse histórico, parece-me (e permita-me a liberdade de expressão) um pouco hipócrita. Passo a explicar:
    a) Álvaro Cunhal já faleceu, e não poderá comentar estas palavras. Aliás, mais recentemente tinha outra opinião sobre o assunto. (o inquérito do insurgente revela a percentagem de pessoas que mudaram de opinião nos últimos 30 dias)
    b) Qual era a sua opinião em 1937? No caso de não existir, qual a opinião do seu pai ou do seu avô nessa data, sobre o Aborto?
    c) Terão mudado os paradigmas sociais e económicos desde essa data na sociedade global?
    d) Fará uma pequena ideia das pessoas que já fizeram, e até aquelas que “apenas” financiaram IVGs (em Portugal e no Estrangeiros), que vão votar “Não”? E a percentagem de homens que votam “Não” (fazendo ou não publicidade disso) e que já se recusaram a assumir a paternidade de filhos que conceberam? (temos até figuras públicas neste rol)
    e) (E para finalizar). Acredita que alguém no Mundo faz uma IVG sem ficar profundamente marcada por isso? Acredita que existe em Portugal o MÍNIMO DE APOIO DIGNO para familias numerosas ou precoces? (Por outras palavras, existirá alguém que vai votar conscientemente “SIM” que defenderá emocionalmente o “Aborto”?)

    Um abraço

    Comentário por Frederico — Fevereiro 10, 2007 @ 19:42

  5. A malta está a esquecer-se do Lenine…

    Comentário por AA — Fevereiro 10, 2007 @ 21:54


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