Sobre a Opus Dei. Por Pedro Sette Câmara.
Janeiro 26, 2007
Deixe um Comentário »
RSS feed para os comentários a este artigo. TrackBack URI
Sobre a Opus Dei. Por Pedro Sette Câmara.
RSS feed para os comentários a este artigo. TrackBack URI
| Paulo Pereira em Eurobonds e Gallic-bonds | |
| Paulo Pereira em Hoje à noite, em Coimbra | |
| LA-C em Eurobonds e Gallic-bonds | |
| Paulo Pereira em O resultado do sobreinvestimen… | |
| Paulo Pereira em Alexis Tsipras e o Syriza: a ú… | |
| Paulo Pereira em Eurobonds e Gallic-bonds | |
| BZ em Autonomia e liberdade de educa… | |
| APC em Eurobonds e Gallic-bonds | |
| Luís Lavoura em Autonomia e liberdade de educa… | |
| BZ em O resultado do sobreinvestimen… | |
| ricardo saramago em Eurobonds e Gallic-bonds | |
| Autonomia e liberdad… em Liberdade de escolha na educaç… | |
| Autonomia e liberdad… em Liberdade de escolha na educaç… | |
| Autonomia e liberdad… em Liberdade de escolha na educaç… | |
| Autonomia e liberdad… em Mais centralização, menos libe… |
Tema: Rubric. Blog em WordPress.com.
»»» eu conheci pessoalmente algumas pessoas da Opus Dei… e não conseguiria, nem que me esforçasse, imaginar qualquer coisa negativa delas«««
Exactamente.
Aliás, eu subscrevo na integra o post do Pedro Sette Câmara e também não pertenço à Opus Dei.
.
Comentário por Mentat — Janeiro 26, 2007 @ 22:54
Eu também estou de acordo genericamente com o post do Pedro, mas acho que tenho um pouco mais de imaginação nesse aspecto, ou não fôssemos todos humanos e, independentemente das nossas filiações e simpatias, por vezes demasiado humanos…
Comentário por André Azevedo Alves — Janeiro 26, 2007 @ 23:13
Hoje em dia quando as pessoas quando vêm alguém com valores, que defendem a moral e a responsabilidade individual estranham. Quando vêm alguém com vontade de ajudar os outros a troco de um sorriso e com uma enorme convicção e segurança assustam-se, porque constatam que afinal é possível, apesar de difícil, alguém ser assim. Têm medo porque põe a nu as suas próprias fraquezas e algo que se pensava ser para os “retrógradas”. Por isso criticam, ofendem e enxovalham, tudo, claro, na esperança que essas pessoas “incómodas” desapareçam. Não sou do Opus mas admiro pessoas que conseguem abdicar das próprias vidas por valores inquestionáveis ainda para mais quando servem, acima de tudo, para servir e ajudar o próximo.
Comentário por GPN — Janeiro 26, 2007 @ 23:18