O Filipe Moura continua em forma mas arrisca-se a ser largamente ultrapassado pela criatura que achou por bem divulgar o genial “argumento” de que os fetos devem poder ser livremente eliminados por não passarem de criaturinhas com o tamanho de um pequeno rato.
Leitura complementar sobre o genial “argumento”: Criaturinhas com o tamanho de um pequeno rato (4) Criaturinhas com o tamanho de um pequeno rato (3); Criaturinhas com o tamanho de um pequeno rato; DAR NA FACE; Das palavras e de quem as profere.
Leitura complementar sobre a relação intensa do Filipe Moura com O Insurgente: Comunistas com carapaça de democratas; O grave caso do tradutor sem “bases científicas”; Incómodos compreensíveis; Mais alguém nota aqui um padrão?; Objectivo alcançado?
[...] O tema do texto anterior dá pano para mangas. Pode ou não um deputado levar o Corão para fazer um juramento? A direita religiosa, como o André Azevedo Alves (que continua a confundir-se com O Insurgente) certamente pensa que a Bíblia é autorizada (e provavelmente deveria ser obrigatória), mas não é essa a questão mais importante. Essa questão, que (creio eu) dividirá opiniões entre as pessoas sensatas, é: “Deve ou não um representante político fazer um juramento religioso antes de tomar posse?” Muita gente reconhecerá ao deputado muçulmano o direito de jurar sobre o Corão, se outros juram sobre a Bíblia. Para mim, nenhum dos juramentos é aceitável: a religião é do foro privado, e não deve ser confundida com o exercício de funções públicas. Mesmo que tal possa ser visto como uma “restrição de liberdade”. É evidente que cada deputado poderá fazer os juramentos que quiser, se for religioso – e mesmo se os deputados forem eleitos enquanto religiosos, ou devido às suas convicções religiosas. Mas tais juramentos devem constituir uma cerimónia religiosa, e nunca uma cerimónia oficial de Estado. Aqui temos, de repente, e como quem não quer a coisa, um excelente “toy model” para o problema do véu islâmico, tema a que tenciono voltar em breve. [...]
Pingback por cinco dias » Filipe Moura: Juramentos e religiões — Janeiro 5, 2007 @ 00:32
[...] Leitura complementar sobre a relação intensa do Filipe Moura com O Insurgente: Comunistas com carapaça de democratas; O grave caso do tradutor sem “bases científicas”; Incómodos compreensíveis; Mais alguém nota aqui um padrão?; Objectivo alcançado?; Feeding the trolls. [...]
Pingback por O Insurgente » Blog Archive » Um caso complicado — Janeiro 8, 2007 @ 16:54
[...] Leitura complementar sobre a relação intensa do Filipe Moura com O Insurgente: Comunistas com carapaça de democratas; O grave caso do tradutor sem “bases científicas”; Incómodos compreensíveis; Mais alguém nota aqui um padrão?; Objectivo alcançado?; Feeding the trolls; Um caso complicado. [...]
Pingback por O Insurgente » Blog Archive » Um caso complicado (2) — Janeiro 8, 2007 @ 17:02
[...] Incómodos compreensíveis; Mais alguém nota aqui um padrão?; Objectivo alcançado?; Feeding the trolls; Um caso complicado; Um caso complicado (2); AAA, o Mutante; Mais [...]
Pingback por O Insurgente » Blog Archive » Um bom insurgentologista está sempre atento — Janeiro 25, 2007 @ 18:29
Y como esta linda esta SALMA che me pone loco.
Saluti by milano.
Comentário por gianni — Junho 28, 2007 @ 00:03
suddito peggiore
Comentário por gianni — Junho 28, 2007 @ 00:05