Os defensores do “Não” no referendo sobre a liberalização total do aborto até às 10 semanas devem ser mesmo pessoas muito estranhas. Como é possível que se oponham ao extermínio de “criaturinhas” que não têm mais do que “o tamanho de um pequeno rato”?
Essa gente não perceberá que a batalha pela livre eliminação (de preferência subsidiada por todos os contribuintes) dessas insignificantes “criaturinhas” é uma causa fracturante essencial para um futuro progressista?
[...] Compreendo a excitação da extrema-esquerda com a perspectiva de uma vitória do “Sim” no referendo sobre a liberalização total do aborto até às 10 semanas (afinal, já é tempo de se poder eliminar à vontade todas as criaturinhas do tamanho de um pequeno rato) mas creio que talvez fosse mais prudente moderar o entusiasmo e avançar com uma causa fracturante de cada vez. É que, mesmo com o domínio quase hegemónico dos media e do sistema académico e a possibilidade de repetir referendos até que os eleitores acertem na resposta certa, a propaganda progressista demora o seu tempo a desfazer a ultrapassada moralidade burguesa e convém ser paciente. [...]
Pingback por O Insurgente » Blog Archive » Uma causa fracturante de cada vez — Dezembro 23, 2006 @ 21:03
[...] Leitura complementar: Criaturinhas com o tamanho de um pequeno rato; Uma causa fracturante de cada vez. [...]
Pingback por O Insurgente » Blog Archive » Criaturinhas com o tamanho de um pequeno rato (2) — Dezembro 24, 2006 @ 15:44
[...] Felizmente continua a haver quem se oponha à visão progressista e fracturante das crianças por nascer como criaturinhas com o tamanho de um pequeno rato: Papa apela ao respeito pelas crianças, nascidas e por nascer O Papa Bento XVI apelou ontem à noite ao respeito pela dignidade de “todas as crianças”, nascidas e por nascer, durante a Missa do Galo, a que assistiram milhares de católicos na basílica de São Pedro, no Vaticano. [...]
Pingback por O Insurgente » Blog Archive » Respeito pelas crianças por nascer — Dezembro 25, 2006 @ 13:01
[...] Poder-se-á argumentar, talvez com alguma razão, que é injusto dar relevância a uma “argumentação” grotesca segundo a qual os fetos devem poder ser livremente eliminados por não passarem de criaturinhas com o tamanho de um pequeno rato, já que muitos defensores do “Sim” se sentirão igualmente repugnados pela absoluta estupidez da comparação. [...]
Pingback por O Insurgente » Blog Archive » Criaturinhas com o tamanho de um pequeno rato (3) — Dezembro 28, 2006 @ 01:57
[...] Leitura complementar: Criaturinhas com o tamanho de um pequeno rato (3) Criaturinhas com o tamanho de um pequeno rato Uma causa fracturante de cada vez DAR NA FACE [...]
Pingback por O Insurgente » Blog Archive » Sobre os ódios e preconceitos irracionais de alguns defensores do “Sim” — Dezembro 28, 2006 @ 19:58
[...] Parece que alguém conseguiu convencer o orgulhoso defensor da “tese” de que os fetos devem poder ser livremente eliminados por não passarem de criaturinhas com o tamanho de um pequeno rato de que as crianças com dois anos e meios têm direito à vida. Não deve ter sido tarefa fácil, já que a primeira inclinação da personalidade em causa deve ter sido certamente tentar estabelecer uma analogia com um qualquer roedor de tamanho equivalente para determinar os direitos de um ser humano com essa idade. [...]
Pingback por O Insurgente » Blog Archive » Criaturinhas com o tamanho de um pequeno rato (4) — Dezembro 29, 2006 @ 21:11
[...] O Filipe Moura continua em forma mas arrisca-se a ser largamente ultrapassado pela criatura que inventou o genial “argumento” de que os fetos devem poder ser livremente eliminados por não passarem de criaturinhas com o tamanho de um pequeno rato [...]
Pingback por O Insurgente » Blog Archive » Feeding the trolls — Dezembro 31, 2006 @ 22:33
[...] Ainda assim, pelo menos desta vez não se referiu a fetos humanos como criaturinhas com o tamanho de um pequeno rato. Suponho que é um progresso. [...]
Pingback por O Insurgente » Blog Archive » A “direita ultraliberal”, a Dia D, o Público e, claro, a Atlântico — Janeiro 16, 2007 @ 02:04
[...] Luís M. Jorge não irá provavelmente voltar a salientar a sua boçalidade republicando aqui a sua referência aos fetos humanos como criaturinhas com o tamanho de um pequeno rato. Mas é pena porque esta reveladora teoria merecia mais atenção. Pelos jornais de hoje, graças aos serviços prestimosos do movimento Não Obrigada, soube que o coração de um bebé já bate por volta do vigésimo dia de gestação. Confesso que fiquei de olhos marejados. Em primeiro lugar, pela precocidade da criaturinha. Em segundo lugar por descobrir que o ginecologista-obstetra João Malta, presidente da Comissão Ética do Hospital das Descobertas, chama bebé a um feto de 14 gramas com o tamanho de um pequeno rato. Que delicadeza, que humanidade — evidentemente, leitor, não é apenas nos bebés de seis centímetros que bate um coração! [...]
Pingback por O Insurgente » Blog Archive » Grau zero da coisa (2): o aborto como desratização — Janeiro 19, 2007 @ 12:52