Quando se fala em cortar os subsídios do Estado à cultura, de imediato surgem personagens que protestam, alegando ser necessário ‘formar públicos’. A educação está controlada por uns poucos que guardam consigo inúmeros privilégios que consideram inalienáveis. A função pública entrincheirou-se atrás dos seus sindicatos e prepara greves para breve. Parece que ter emprego certo para o resto da vida já não serve. Querem também ver subir o seu poder de compra. O professor Rui Ramos, há tempos, num artigo publicado no jornal Público, falava em ‘nacionalizar o Estado’. Necessitamos bem mais que isso. É preciso estilhaçar o monstro em que se transformou o Estado socialista. Descentralizá-lo, retirar-lhe o poder e devolvê-lo aos cidadãos.
Outubro 31, 2006
2 Comentários »
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Concordo em absoluto!!!… hoje estamos em sintonia!!!:)
So espero que esse estilhaçAr do estado… e a devoluçAo do poder aos cidadaos (faz me lembrar o “Power to the People” do J. Lennon) nao seja na tua concepçAo o entregar do poder ao meio empresarial e o criar da neo-nobreza empresarial!!!!!
Se nao for isto… estamos mesmo de acordo!!!
Comentário por Captain Mission — Outubro 31, 2006 @ 12:23
Reestruturar o Estado dentro do sábio principio da subsidiariedade, de que a tradição municipalista portuguesa é um belo exemplo, é totalmente impossível com um regime jacobino e, por isso, centralizador. É cada vez mais urgente encarar-se a necessidade incontornável de uma mudança de regime. O regime que temos, para mal dos nossos pecados, está caduco, decadente e podre devido à corrupção que ele próprio gerou e que no fundo não pode nem quer combater. Estão a levar-nos para o abismo.
Restauremos Portugal pela Monarquia.
Haverá algo de mais belo do que a frase: Nós somos livres o nosso Rei é livre?
Viva o Rei.
Comentário por António Bastos — Outubro 31, 2006 @ 19:45