O grupo sueco IKEA vai investir em Portugal mais de 600 milhões de euros. Mas teve uma “ajudazita”:
A Comissão de Avaliação e Acompanhamento dos Projectos de Potencial Interesse Nacional (CAAPIN) decidiu, em Setembro, classificar como PIN o projecto da fábrica IKEA em Portugal. Contudo, hoje questionados sobre que incentivos foram atribuídos, nem o ministro da Economia, Manuel Pinho, nem o director-geral ibérico da Ikea, André de Wit, quiseram adiantar quais as contrapartidas atribuídas pelo Estado.
Aconselha-se os trabalhadores de empresas concorrentes (como a Moviflor) a actualizarem os seus currículos.
É absolutamente espantoso que o governo negoceie “contrapartidas” a torto e a direito (lembrar colecção Berardo) sem dar conta dessas aos contribuintes – que as pagam! Pior do que conceder subsídios indiscriminadamente, é ter a possibilidade de o fazer completamente à margem do escrutínio público.
É o socialismo puro e duro.
Comentário por nuno nasoni — Outubro 25, 2006 @ 09:30
[...] Caro senhor Teixeira dos Santos, ministro das Finanças, se está assim tão preocupado com a taxa efectiva do IRC sugiro que comece por falar com o seu colega do Ministério da Economia e os benefícios fiscais que este anda por aí a “vender”. É que aos contribuintes ele nada diz! [...]
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