Concordo neste caso com Vital Moreira: a Universidade de Aveiro prepara-se, aparentemente, para dar um exemplo que deveria ser seguido por todas as Universidades.
Outubro 22, 2006
4 Comentários »
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Concordo neste caso com Vital Moreira: a Universidade de Aveiro prepara-se, aparentemente, para dar um exemplo que deveria ser seguido por todas as Universidades.
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A praxe é uma prática cultural única, que se tiver regras (ou se for regulada – termo que penso que prefere)é uma maneira muito boa de promover a socilaização entre colegas. Isto é, não se manda acabar; manda-se regular! A praxe não é obrigatória e eu também não concordo com abusos.
Comentário por HJesus — Outubro 22, 2006 @ 19:17
Caro HJesus,
a praxe é uma bestialidade, uma estupidez e não serve para nada que não possa ser feito por outros meios. Aos apologistas da dita aconselhar-lhes-ia o voluntariado na Escola Prática de Infantaria em Mafra. Ou no CIOE em Lamego.
Comentário por helder — Outubro 22, 2006 @ 23:06
[...] André Azevedo Alves, concorda com Vital Moreira que as praxes académicas deviam ser proibidas, não dizendo porquê. Hélder, também co-autor no Insurgente, explica que a praxe «é uma bestialidade, uma estupidez e não serve para nada». [...]
Pingback por À Vontade do Freguês :: Proibir, porquê? :: October :: 2006 — Outubro 23, 2006 @ 11:56
Penso que nem é necessário explicar por que devem ser proíbidas as praxes. Está à vista.
Mas explico aos interessados em poucas palavras: VIOLÊNCIA ESTÚPIDA e GRATUITA,HUMILHAÇÃO, REBAIXAMENTO da PESSOA etc.
Tenho uma filha no 5º ano que nunca aceitou esses “rituais” cretinos (poupou-me a compra da capa e do resto). Sempre me disse que nunca foi importunada grandemente por tal facto. Espero mesmo que não.
Comentário por António Azevedo — Maio 28, 2007 @ 00:42